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domingo, 13 de setembro de 2026

Refutando o aniquilacionismo e o sono da alma

 

Para defender a crença errônea do aniquilacionismo,os Tnetopsichitas ou Mortalistas  conhecidos como Testemunhas De Jeová e Adventistas Do Sétimo Dia,tem insistido por vários anos que a alma do homem após a morte é aniquilada caso morra sem ser salva e se for salva fica em um sono profundo até o dia da ressurreição ;e um dos versos usado para tentar provar isso é o do evangelho de Lucas 23:43 que a Sociedade Torre De Vigia traduziu da seguinte forma:

“Deveras, eu te digo hoje: Estarás comigo no Paraíso.(Lc 23:43) .

Essa tradução profana tem sido defendida pelos sectários com o argumento inútil de que no Códice Vaticano(B) datado do século IV há uma vírgula depois da palavra hoje  e que isso indica que Jesus estava somente falando sobre a

terça-feira, 31 de março de 2026

Alguns argumentos contra o Aniquilacionismo


Referências bíblicas frequentemente citadas pelas Testemunhas de Jeová para justificar sua DOUTRINA DO ANIQUILAMENTO:

1 – Gn 2.7: E formou o Senhor Deus o homem do pó da terra e soprou em seus narizes o fôlego da vida; e o homem foi feito alma vivente.

O ensino da Sociedade Torre de Vigia: O homem e uma combinação de duas coisas: o pó da terra e o fôlego de vida. A combinação dessas duas coisas forma o homem ou a pessoa vivente. Não foi dada uma alma ao homem, mas ele se tornou uma alma.

Refutação: O texto está declarando o que o homem é e não o que ele não é. Gn 2.7 afirma que o homem é um ser vivente, mas não nega que ele tenha uma natureza imaterial. De fato em Gn 35.18 mostra que a alma (nephesh) se retira por ocasião da

quarta-feira, 21 de janeiro de 2026

Perguntas que aniquilam o aniquilacionismo


As Testemunhas de Jeová e os adventistas do Sétimo Dia, bem como alguns outros grupos, não aceitam a vida após a morte (doutrina mortalista) nem a existência do inferno eterno (pregam o aniquilacionismo). A seguir, porém, você encontra 57 perguntas que mostram a falta de base bíblica da doutrina mortalista e do aniquilacionismo dessas seitas.

1- Explique-nos porque Jesus diz que para Judas era melhor não ter nascido (Mc 14,21). Por que melhor não ter nascido, se, segundo os mortalistas, ele apenas voltará ao estado de inexistência? Voltar ao estado de inexistência de antes de nascer não tem diferença de nunca ter nascido. Não acha?

2- Sendo que na morte não existem nem corpo nem alma, o que ressuscitará? O que será restaurado no corpo ressuscitado se não sobrou nada? Não percebem que negando a vida póstuma caem no erro dos saduceus, isto é, passam a

domingo, 18 de janeiro de 2026

Refutando o aniquilacionismo e o sono da alma


Para defender a crença errônea do aniquilacionismo,os Tnetopsichitas ou Mortalistas  conhecidos como Testemunhas De Jeová e Adventistas Do Sétimo Dia,tem insistido por vários anos que a alma do homem após a morte é aniquilada caso morra sem ser salva e se for salva fica em um sono profundo até o dia da ressurreição ;e um dos versos usado para tentar provar isso é o do evangelho de Lucas 23:43 que a Sociedade Torre De Vigia traduziu da seguinte forma:

“Deveras, eu te digo hoje: Estarás comigo no Paraíso.(Lc 23:43) .

Essa tradução profana tem sido defendida pelos sectários com o argumento inútil de que no Códice Vaticano(B) datado do século IV há uma vírgula depois da palavra hoje  e que isso indica que Jesus estava somente falando sobre a Sexta-Feira dia da sua crucificação, que iria salvar o ex-ladrão, porém, Jesus  não dissera que o salvaria naquele

quinta-feira, 31 de julho de 2025

O aniquilacionismo e a história do rico e do Lázaro


Os aniquilacionistas, com o propósito de contestar a verdade sobre a vida após a morte ensinada por Jesus na passagem do rico e Lázaro, afirmam que se trata de uma parábola. E, ensinar ou criar uma doutrina por meio de uma parábola é um erro metodológico que deve ser evitado. Antes de tudo, é bom que se diga que a passagem de Lucas 16.19- 31 se trata de um fato histórico contado em forma de parábola, como ficou provado, e não de uma parábola. Não obstante, mesmo que fosse uma parábola, devemos atentar para a seguinte verdade, Jesus jamais iria lançar mão de uma lenda, de uma fábula, de uma crendice mentirosa para ensinar uma verdade espiritual tão profunda como essa sobre a vida após a morte. Outro detalhe muito importante, para o qual devemos atentar, emerge do fato de que essa narrativa de Jesus, em Lucas 16.19-31, está em perfeita harmonia com os