SEJA BEM VINDO EM NOME DE JESUS.

sexta-feira, 27 de agosto de 2021

A heresia do chamado ato profético


Apesar de alguns evangélicos afirmarem que o Brasil experimenta um grande avivamento, vivemos dias extremamente complicados.

Em Curitiba, um grupo de irmãos, liderado pelo pastor da igreja, entendeu que deveria demarcar seu território com urina, como fazem os leões e lobos. Após beberem muita água para encher bem a bexiga, seguiram para pontos estratégicos da cidade e passaram a URINAR decretando a vitória do Senhor. Numa cidade do norte do Estado do Rio de Janeiro, um pastor resolveu confrontar o “padroeiro” do município. Para tal, ele vestiu-se de branco, colocou uma coroa na cabeça, montou em um cavalo também branco, escreveu na sua coxa rei dos reis e adentrou as portas da cidade dizendo que a partir daquele instante, mediante esse ato profético, o padroeiro daquele lugar não seria mais são Jorge e sim Jesus Cristo.

Segundo os “apóstolos modernos, atos proféticos são ações realizadas por profetas de Deus, homens consagrados. Esses atos são realizados através de ações e símbolos que apontam para realidades espirituais e tem impacto no mundo físico.

Ora, o evangelho de Cristo é simples (2 Co 11.3,4). Nossa missão é anunciar a mensagem da cruz ao mundo perdido (1 Co 1.18,22,23; 2.1-5). Nada além disso!

Por favor, me diga em que parte dos evangelhos Jesus orientou os apóstolos a fazerem atos proféticos? Em que momento Paulo em suas viagens missionárias fez atos proféticos visando a conversão do pecador? Nenhum, não é mesmo?

Sem a menor sombra de dúvidas as praticas litúrgicas dos pseudo apostolos fazem-nos por um momento pensar que regressamos aos tenebrosos dias da idade média, onde o misticismo, a “mercantilização” da fé, bem como as manipulações religiosas por se mostram presentes.

Em tempos difíceis como o nosso precisamos regressar à Palavra de Deus, fazendo dela nossa única regra de fé, prática e comportamento, até porque, somente assim conseguiremos corrigir as distorções evangélicas que tanto nos tem feito ruborizar.

Por Renato Vargens


 

A espúria doutrina das primícias


Segundo os defensores da doutrina das primícias, todo crente em Jesus deve oferecer ao seu líder as primícias de sua renda. 

Alguns apóstolos afirmam que a  primícia é uma semente tão singular, que “mesmo antes de se instalar qualquer outra doutrina na Terra, depois da queda de Adão, o assunto que moveu o céu para terra foi a primícia. Eles afirmam que Deus disse que se moveria a favor de Abel. A primícia foi o primeiro assunto ventilado de discussão na Terra, entre o irmão mais velho com o irmão mais novo. Então, só nos resta o entendimento espiritual, e não a paga de um imposto novo, pois onde tiver a honra, ganhamos o respeito de Deus.”

Lamentavelmente a  capacidade de alguns dos denominados líderes evangélicos em produzir heresias é absurdamente impressionante!

Confesso que estou profundamente estupefacto com a afirmação que depois da queda a primeira providência divina foi instaurar a doutrina das primícias.

Pois é, sabe qual é o problema? Esses caras se acham maiores que as Escrituras, mais importantes que os apóstolos de Cristo, a última Coca-cola do deserto.

Há pouco soube de apóstolo moderno que ao pregar sobre a segunda carta de Pedro soltou a seguinte pérola: "Se eu pudesse falar com Pedro, de apóstolo para apóstolo diria que ele errou aqui."

Diante das sandices “apostólicas” ouso afirmar sem a menor sombra de dúvidas  que doutrinas deste naipe fazem-nos por um momento pensar que regressamos aos tenebrosos dias da idade média, onde o misticismo, a “mercantilização” da fé, bem como as manipulações religiosas por parte de pseudo-apóstolos, se mostram presentes.

O reformador João Calvino costumava dizer que o verdadeiro conhecimento de Deus está na Bíblia, e de que ela é o escudo que nos protege do erro. Em tempos difíceis como os nossos precisamos regressar à Palavra de Deus, fazendo dela nossa única regra de fé, prática e comportamento, até porque, somente assim conseguiremos corrigir as distorções evangélicas que tanto nos tem feito ruborizar. 

SOLI DEO GLORIA NUNC ET SEMPER

Por Renato Vargens




 

A doutrina da maldição hereditária


Estou convicto que a doutrina pregada por algumas igrejas quanto a necessidade do regenerado quebrar maldições hereditárias é uma ofensa a mensagem da cruz. 

Ao contrário dos que ensinam essa heresia, as Escrituras nos ensinam que em Cristo, todo escrito de dívida que era contra nós foi cancelado. Em outras palavras não existe nenhuma maldição que possa prevalecer, amedrontar ou escravizar aqueles que tiveram um encontro com Cristo. A morte do Jesus foi suficiente para quebrar todo tipo de maldição. 

Paulo afirma que o Senhor nos libertou do império das trevas e nos transportou para o Reino do Filho do seu amor. Se não bastasse isso, as Escrituras são claras em afirmar que se o Filho nos libertasse verdadeiramente seríamos livres. Portanto assegurar que precisamos quebrar maldições hereditárias, e repreender de nossas vidas espíritos familiares, aponta para um profundo desconhecimento do significado da cruz. Além disso, o sacrifício de Cristo na cruz foi suficiente para libertar os eleitos das garras de satanás. Uma pessoa  alcançada pelo Senhor não precisa fazer absolutamente nada para se ver livre das ações do diabo. Mediante a fé em Jesus e pela maravilhosa graça a nós concedida tornamo-nos livres do satanás. Isto significa dizer  que o crente em Jesus não precisa participar de cultos mágicos, a fim de que o seu passado seja anulado. 

Nosso Senhor ao morrer na cruz do calvário disse: "Tetelestai", isto é está consumado. O preço foi pago. O cordeiro foi morto e mais nada precisa ser feito. Tudo foi feito por ele.

Isto posto, concluo dizendo que se você tem feito parte de uma Igreja que ensina que além da cruz, maldições precisam ser desfeitas ou quebradas, saia dela imediatamente, mesmo porque, o ensino pode ela defendido e proclamado ofende a verdade da cruz.

Por Renato Vargens 

Laços da alma


Segundo alguns a doutrina dos laços de alma é um forte vínculo existente entre a alma de duas pessoas. Para os adeptos desta teologia, relacionamentos sexuais tidos antes da conversão podem influenciar negativamente a vida dos cristãos. Se não bastasse isso, os defensores dessa prática afirmam que demônios são transferidos via relação sexual, gerando  pactos de sangue entre os parceiros. Por fim, também afirmam que a relação sexual indevida produz um vínculo ou aliança e dessa forma um laço de alma é feito, e que  os crentes que tiveram relacionamentos sexuais antes da conversão estão presos espiritualmente por esses laços, daí a necessidade de quebra deste tipo de maldição. 

Quer dizer então que o fato de uma pessoa ter tido um relacionamento sexual antes da conversão a torna presa a outra? E os demônios? Foram transferidos via sexo tornando escravos aqueles que foram salvos por Cristo? Quer dizer então que a morte de Jesus não foi suficiente para libertar os homens de todas as suas amarras? Ou que o sangue vertido pelo Cordeiro não foi suficiente para libertar o pecador, e que em virtude disso, torna-se necessário fazer uma oração de renúncia? 

Por favor, responda: Em que lugar na Bíblia nós vemos Paulo ou os apóstolos ensinando sobre os laços de alma? Em que momento vemos Jesus falando sobre a possibilidade de demônios  serem transferidos? Ora, ao contrário dos que ensinam essa heresia, a Bíblia nos mostra que em Cristo todo escrito de dívida que era contra nós foi cancelado.( Cl 2:13-14) Em outras palavras não existe nenhuma maldição, ou laços de alma que possa prevalecer, amedrontar ou escravizar aqueles que tiveram um encontro com Cristo. A morte do Jesus foi suficiente para quebrar todo tipo de maldição.

Paulo afirma que o Senhor nos libertou do império das trevas e nos transportou para o Reino do Filho do seu amor.(Cl 1:13) Se não bastasse isso, a Bíblia é clara em afirmar que se o Filho libertar alguém, este verdadeiramente seria livre. (Jo 8:36)

Para terminar, afirmo que o sacrifício de Cristo na cruz foi suficiente para libertar os eleitos das garras de satanás.

Por Renato Vargens


 

Teologia do filho bastardo


A teologia da maldição hereditária que tem enebriado e escravizado muita gente, tem seus tentáculos variados, como por exemplo a chamada teologia do filho bastardo.

Segundo os adeptos desta doutrina, um filho gerado fora do casamento está sob maldição, o que justifica o fato de que uma criança que se encontra nesses moldes experimente muitas dificuldades em congregar numa igreja, visto que por ser “bastardo” o diabo encontra legalidade para persegui-la.

Os que defendem essa premissa se fundamentam no texto de Deuteronômio 23:02 que diz que “Nenhum bastardo entrará na assembleia do Senhor; nem ainda a sua décima geração entrará nela.”

Ademais, os que creem nessa escabrosa heresia defendem que a única forma de quebrar a maldição, e portanto, se ver livre da perseguição é pedir perdão a Deus e ao filho pelo ato feito fora do casamento, porque caso contrário, a criança continuará debaixo de maldição.

Pois é, quanta bobagem! Sinceramente ver interpretações deste naipe me exaure a alma. Definitivamente esse pessoal além de não confiar em Cristo, tem fabricado doutrinas espúrias, absortas em pressupostos desprovidas de boa teologia.

Caro leitor, em que lugar vemos nas Escrituras a sistematização desta doutrina? Em que momento Jesus e os apóstolos defendem isso? Onde os reformadores ensinaram isso? Ora, não dê ouvidos a essa loucura. Não aceite doutrinas deste naipe, isso não provém de Deus, antes pelo contrário, é carnal, humana, desprovida de verdade, escravizante, opressora e que fere a inerrante Palavra de Deus.

Por Renato Vargens
 

Pode um crente em Jesus ficar endemoninhado


Volta e meia recebo alguém em meu gabinete pedindo que ore por um amigo ou parente que é cristão, e que possivelmente sofre de possessão demoníaca. Sempre que ouço pedidos deste tipo procuro explicar ao meu interlocutor que do ponto de vista bíblico é IMPOSSÍVEL uma pessoa regenerada pelo Espírito Santo e salva pela graça de Deus em Cristo Jesus, ter em seu corpo a manifestação de um demônio, mesmo porque, as Escrituras afirmam que se somos de Cristo, o maligno não pode nos tocar (I Jo 5:18) . Em outras palavras isto significa que se alguém se “diz cristão” estiver endemoninhado, este com certeza nunca conheceu a graça do Senhor, até porque, caso tivesse conhecido, Satanás jamais o possuiria.

Há alguns anos atrás eu fiquei sabendo de um relato absolutamente esdrúxulo. Em uma igreja neopentecostal de Niterói, num culto de exorcismo, o pastor resolveu expulsar os demônios dos crentes. Fundamentado numa revelação espiritual,  este falso profeta, teve a  cara de pau de afirmar que a “coisa-ruim” costumava  se esconder nas mãos dos cristãos, sendo necessário assim, ministrar-lhes libertação espiritual. 

Pois é, confesso que não sei aonde vamos parar. O que fizeram com o evangelho de Cristo? O que fizeram com a sã doutrina? Diante disto tudo lhe pergunto: Que Cristianismo é esse? Que evangelho é esse? Que doutrinas são estas? Ora, esse não é e nunca foi o evangelho anunciado pelos apostolos. Antes pelo contrário, este é o evangelho que alguns dos evangélicos fabricaram! Infelizmente, a Igreja deixou de ser a comunidade da palavra de Deus cuja fé se fundamenta nas Escrituras Sagradas, para ser a comunidade da pseudo-experiência, do dualismo, do misticismo e do neo-maniqueismo.

Isto posto afirmo:  O inimigo das nossas almas não pode em hipótese alguma possuir o crente genuíno. O Crente cujos pecados foram perdoados por Cristo não pode ficar endemoninhado. O crente nominal sim, mas o regenerado e habitado pelo Espírito Santo,   este nunca!

Por Renato Vargens


 

A heresia que o dízimo expulsa demônios


Quando o assunto é dinheiro, muitos falsos ensinos são disseminados, como por exemplo o dízimo e a perda da salvação.

Muitos pastores afirmam que uma pessoa que deixa de dar o dízimo, corre o risco de perder a salvação. Senão bastasse isso, os pastores em questão afirmam a existência de três demônios, isto é, o cortador o migrador e o devorador. Para piorar a situação, eles afirmam que esses demônios não podem ser expulsos com oração, aliais, dizem eles, essa casta só sai com o dízimo. Ademais, baseado numa exegese errado de Malaquias 3, eles afirmam que a inobservância do dízimo dá legalidade aos demônios para deixarem as pessoas pobres e doentes.

Pois é, que loucura! Que heresia! São lobos devoradores, que fazem comércio do povo de Deus (2ª Pd 2:1-3) mediante doutrinas espúrias.

Ora, sem a menor sombra de dúvidas as atitudes destes pastores e “apóstolos” fariam Tetzel ruborizar de vergonha.

Veja bem, não dê ouvidos a essa falsa doutrina. Dinheiro não compra salvação. Dízimo não é instrumento de libertação.

Ofertar na igreja não é barganha, Deus não precisa disso. Antes pelo contrário, a oferta deve ser fruto de amor e gratidão, portanto, se você faz parte de uma igreja que ensina que o dinheiro expulsa demônios, saia de lá imediatamente e procure uma igreja bíblica.

Por Renato Vargens


 

sábado, 21 de agosto de 2021

Aborto: o nome moderno para o sacrifício a moloque

 

O assassinato de crianças indefesas vem de muito tempo. Na verdade, desde a antiguidade as nações tem matado crianças recém-nascidas oferecendo-as aos seus deuses. Moloque foi um destes. Esse ídolo do passado, deus dos amonitas,  adorado na terra de Canaã era venerado através do sacrifício de crianças. 

Moloque era representado de diversas maneiras. Às vezes, suas mãos encontravam-se bem rentes ao chão para facilitar o acolhimento de suas vítimas. Em outras ocasiões  achavam-se elas de tal forma postadas que, tão logo recebiam as oferendas, em sua maioria crianças recém-nascidas, deixavam-nas cair numa fornalha onde eram carbonizadas. Há também representações e relatos de que algumas estátuas de Moloque tinham a forma de um corpo humano com a cabeça de boi, sendo que o ventre da estátua era um lugar onde o fogo era aceso e crianças queimadas vivas. 


Não é a toa que as Escrituras retratam a reprovação de crime tão hediondo. 


Levítico 18:21 “Não oferecerás a Moloque nenhum dos teus filhos, fazendo-o passar pelo fogo; nem profanarás o nome de teu Deus. Eu sou o Senhor.” 


Levítico 20:2 “Também dirás aos filhos de Israel: Qualquer dos filhos de Israel, ou dos estrangeiros peregrinos em Israel, que der de seus filhos a Moloque, certamente será morto; o povo da terra o apedrejará.” 


1 Reis 11:7 “Nesse tempo edificou Salomão um alto a Quemós, abominação dos moabitas, sobre e monte que está diante de Jerusalém, e a Moloque, abominação dos amonitas.”  


2 Reis 23:10 “Profanou a Tofete, que está no vale dos filhos de Hinom, para que ninguém fosse passar seu filho ou sua filha pelo fogo a Moloque.” 


Jeremias 32:35 “Também edificaram os altos de Baal, que estão no vale do filho de Hinom, para fazerem passar seus filhos e suas filhas pelo fogo a Moloque; o que nunca lhes ordenei, nem me passou pela mente, que fizessem tal abominação, para fazerem pecar a Judá.”  

Atos 7:43 “Antes carregastes o tabernáculo de Moloque e a estrela do deus Renfã, figuras que vós fizestes para adorá-las. Desterrar-vos-ei pois, para além da Babilônia.” 

Caro leitor, hoje Moloque continua sendo adorado, só que de uma forma diferente. Na verdade, ouso afirmar que Moloque tem sido adorado através do aborto. 

Sim! Isso mesmo! O aborto é a forma moderna em que crianças tem sido assassinadas e como tal essa é uma prática repudiada pelo Senhor. 

Abortar é tirar a vida de um ser humano, visto que a Bíblia ensina que a vida começa na concepção. Deus nos forma quando estamos ainda no ventre da nossa mãe (“Tu criaste cada parte do meu corpo; tu me formaste na barriga da minha mãe.” Salmos 139.13). O profeta Jeremias e o apóstolo Paulo foram chamados por Deus antes deles terem nascido (“Antes do seu nascimento, quando você ainda estava na barriga da sua mãe, eu o escolhi e separei para que você fosse um profeta para as nações.” (Jeremias 1.5); “Porém Deus, na sua graça, me escolheu antes mesmo de eu nascer e me chamou para servi-lo.” (Gálatas 1.15)

Vale a pena ressaltar que à luz da ciência e da Bíblia, uma criança não nascida é um ser completamente formado, no sentido que toda a informação genética já foi recebida no momento da concepção. Uma criança não nascida é uma pessoa completamente distinta da sua mãe. O bebê desenvolve todas as suas características humanas quando está no ventre. Os cromossomos de uma criança não nascida são únicos. Toda pessoa é uma criação singular de Deus. Jamais voltará a vida de uma criança não nascida tirada por um aborto, isto posto, abortar a vida de uma criança é desobedecer descaradamente o 6º mandamento.

Renato Vargens 


A quaresma e a recomendação da ICAR


IGREJA CATÓLICA RECOMENDA ABSTINÊNCIA NA QUARESMA.

Embora não haja uma convenção específica sobre o assunto, é correto afirmar que os representantes da Igreja Católica costumam recomendar para os fieis: “Festas, casamentos e outros tipos de eventos devem ser adiados para depois do período da Quaresma”. Outras medidas também são sugeridas para os fieis cumprirem no período da Quaresma, como por exemplo diminuir o consumo de bebidas alcoólicas ou do fumo – e acrescenta um importante líder católico – “o mesmo vale para aqueles que vivem falando mal da vida alheia. O silêncio tem o mesmo efeito de uma prece.”

Pergunta: A palavra Quaresma aparece na Bíblia?

Resposta: Não. A duração da QUARESMA é baseada no símbolo do número quarenta na Bíblia. O dilúvio durou 40 dias; os judeus permaneceram junto ao Sinai 40 dias; Moisés serviu a Deus durante 40 anos; Davi reinou 40 anos; Jesus passou 40 dias no deserto; apareceu ressuscitado durante 40 dias etc. Assim, QUARESMA é o período de quarenta dias reservado para a preparação da Páscoa. Começa na Quarta-feira de Cinzas e termina no Domingo de Páscoa.

Pergunta: Por que os católicos recebem de seus líderes as recomendações que lemos acima?

Resposta: Porque o período da Quaresma é tido como um tempo de penitência, de contrição e arrependimento dos pecados cometidos e um desejo de uma aproximação de Deus. As abstinências recomendadas deixariam os fieis espiritualmente preparados para celebrar a Festa da Páscoa. A essa abstinência dão o nome de “penitência”.

Pergunta: E por que essa penitência é restrita apenas por 40 dias e não nos demais dias do ano?

Resposta: Bem pensado. No ano temos 365 dias, e reservar apenas 40 dias para penitência, significa que durante 325 dias do ano a pessoa pode praticar o que quiser, mesmo sabendo que está desobedecendo a Deus. Assim sendo, esse período de 40 dias de penitência pode ser considerado como hipocrisia religiosa. A pessoa passa o ano todo falando mal do outro, criticando, ofendendo, bebendo, fumando, se drogando, se prostituindo, daí em 40 dias acha que pode se redimir de tudo o que fez e depois volta a fazer tudo de novo.

Pergunta: Quer dizer que viver um período de penitência nos 40 dias da Quaresma nada resolve aos olhos de Deus?

Resposta: Não. Como registra o evangelho segundo Marcos, a mensagem pregada por Jesus era para um arrependimento definitivo, e em seguida, crer no evangelho: “E, depois que João foi entregue à prisão, veio Jesus para a Galileia, pregando o evangelho do reino de Deus, E dizendo: O tempo está cumprido, e o reino de Deus está próximo. Arrependei-vos, e crede no evangelho” (Mc. 1.14-15). Quando ocorre arrependimento, logo em seguida ocorre também a fé em Jesus Cristo como Salvador único e pessoal. Há a seguir uma mudança de vida: “Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo” (IICo. 5.17).

Pergunta: Mas a penitência não ajuda a apagar os pecados cometidos, por exemplo, nos dias de Carnaval, e logo depois vem a quarta feira de cinzas, quando a pessoa confessa seus pecados ao padre e recebe absolvição e aí começa o período da Quaresma?

Resposta: Não, a penitência não ajuda em nada apagar pecados. Bíblia diz que Jesus já pagou o preço por todos os nossos pecados, portanto não há nada que possamos fazer com as nossas próprias forças para nos redimirmos de nossos pecados. O suficiente é crermos no sacrifício de Jesus e pronto, somos livres, assim como menciona IJoão 1.7-9: “Mas, se andarmos na luz, como ele na luz está, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo o pecado. Se dissermos que não temos pecado, enganamo-nos a nós mesmos, e não há verdade em nós. Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda a injustiça”.

Por Pr. Natanael Rinaldi


 

Melquisedeque era Jesus Cristo pré-encarnado no Antigo Testamento

 

O que a Bíblia diz sobre o Rei de Salém.

Poucos personagens na Bíblia são tão obscuros como Melquisedeque. Sua vida é cercada de mistérios:

 

“Sem pai, sem mãe, sem genealogia, não tendo princípio de dias nem fim de vida, mas sendo feito semelhante ao Filho de Deus, permanece sacerdote para sempre” (Hb 7.3).

 

Há apenas três livros que lhe fazem menções na Bíblia (Gn 14.18-20Sl 110.4Hb 5–7), e com informações não muito precisas, mas suficientes para afastarmos dele a possibilidade de ser uma manifestação cristofânica no Antigo Testamento.

A única menção histórica de Melquisedeque está em Gênesis, quando do encontro de Abrão que lhe ofereceu dízimos e a quem deu a sua benção sacerdotal.

As demais menções em Salmos e Hebreus são teológicas, nada acrescentando sobre o perfil de Melquisedeque (uma exceção, talvez, para Hebreus 7.3).

Segundo Gênesis 14.18-20 (em três versículos apenas!), Melquisedeque:


·   Era rei de Salém (provavelmente antigo nome de Jerusalém), numa época em que cada cidade costumava ter seu próprio rei e sua independência política

  • Era sacerdote do Deus altíssimo (portanto, primeiro sacerdote temente a Deus de que se tem informação, contemporâneo do patriarca Abrão, e que não pertencia aos descendentes de Levi, até porque mesmo este nem havia nascido ainda, e menos ainda Arão e seus filhos que constituíram o sacerdócio levítico de Israel).
  • Ofereceu pão e vinho a Abrão quando este voltava de uma peleja contra os reis que tinham tomado Sodoma e Gomorra e levado cativo a Ló, seu parente
  • Abençoou Abrão e reconheceu-o como servo do mesmo Deus altíssimo
  • Recebeu dízimos de Abrão dos bens que este havia recobrado dos inimigos
  •  

A menção a Melquisedeque no livro dos Salmos é messiânica e demonstra como a memória daquele homem que abençoou Abrão foi preservada e enaltecida por Deus:

“Jurou o Senhor, e não se arrependerá: tu és um sacerdote eterno, segundo a ordem de Melquisedeque” (Sl 110.4).

A ninguém mais, senão a Jesus, este texto pode ser aplicado. Afinal, nem Davi foi sacerdote, e nem os sacerdotes de Israel foram “segundo a ordem de Melquisedeque”.

 

Se existiram outros legítimos sacerdotes reconhecidos por Deus na mesma ordem de Melquisedeque em seu tempo e antes do estabelecimento do sacerdócio levítico nós não sabemos. Mas sabemos com toda certeza que Jesus é “sumo sacerdote para sempre, segundo a ordem de Melquisedeque” (Hb 5.10; 6.20).

 

A referência a Melquisedeque na carta aos Hebreus – único livro neotestamentário que o cita – é tipológica e tem tanto no texto de Gênesis quanto no de Salmos sua base histórica e teológica. Ou seja, Melquisedeque é tomado como um tipo de Jesus, alguém cujas características o assemelham a Jesus e o representa antecipadamente.

Todavia, como nenhum tipo (o que representa) é ao mesmo tempo o antítipo (o que é representado), então por aí já descartamos a possibilidade de Melquisedeque ser ao mesmo tempo um tipo de Cristo e o próprio Cristo.

Nenhum dos autores do Novo Testamento sequer cita Melquisedeque, a não ser o autor da carta aos Hebreus. E quando este o faz, jamais trata Melquisedeque como uma visão de Cristo pré-encarnado.

E há uma razão muito óbvia para isto: Melquisedeque era rei e sacerdote literalmente falando; Jesus, porém, jamais poderia ser rei e sacerdote sem antes passar pela cruz, em cuja morte ele cumpriu toda a justiça de Deus, e demonstrou submissão ao Pai, que “o exaltou soberanamente e lhe deu um nome acima de todo nome” (Fp 2.9,10).

Jesus sempre seria Deus, todavia seus ofícios de rei e sacerdote lhe são atribuídos em razão de sua perfeita obra vicária (Hb 2.10Ap 5.9,10). Ademais, conforme Hebreus 7.3, Melquisedeque foi “…feito semelhante ao Filho de Deus”. Ou seja, SEMELHANTE, e não o PRÓPRIO Filho de Deus.

Melquisedeque foi Melquisedeque. Jesus é Jesus! E por ocasião da ressurreição dos justos, conheceremos pessoalmente ao nosso irmão Melquisedeque e, distintamente, ao nosso Senhor Jesus.


Por Thiago Rosas


Quem é Jesus


Pentateuco

- Gêneses Jesus é  a semente da mulher (Capitulo 50).

- Êxodo Jesus é  o Cordeiro da Páscoa (Capitulo 40).

- Levitico Jesus é  o nosso Sacerdote Supremo (Capitulo 27).

-Números Jesus é  o pilar de nuvem durante o dia e pilar de fogo à noite (Capitulo 36).

- Deuteronômio Jesus é  o proveta em Moises (Capitulo 34).

 

Históricos

- Josué Jesus é  o capitão da nossa salvação (Capitulo 24).

- Juízes Jesus é  o nosso Juiz e nos dá a lei (Capitulo 21).

- Rute Jesus é  o nosso parente resgatador (Capitulo 04).

- I Samuel Jesus é  o nosso Profeta confiável (Capitulo 31).

- II Samuel Jesus é  o nosso Profeta confiável (Capitulo 24).

-I Reis Jesus é  o nosso Rei soberano (Capitulo 22).

- II Reis Jesus é  o nosso Rei soberano (Capitulo 25).

- I Crônicas Jesus é  o nosso Rei soberano (Capitulo 29).

-II Crônicas Jesus é  o nosso Rei soberano (Capitulo 36).

- Esdras Jesus é  Aquele que restaura o povo (Capitulo 10).

- Neemias Jesus é  Aquele que restaura (Capitulo 13).

- Ester Jesus é  o nosso Mordecai, Sofredor (Capitulo 10).

 

Poesia e sabedoria

- Jó Jesus é  o nosso Redentor eterno (Capitulo 42).

- Salmos Jesus é o nosso Pastor (Capitulo 150).

- Provérbios Jesus é  a nossa Sabedoria (Capitulo 31).

- Eclesiastes Jesus é  a nossa sabedoria (Capitulo 12).

- Cantares Jesus é  o nosso amado Noivo (Capitulo 08).

-Isaías Jesus é  o Príncipe da paz (Capitulo 66).

- Jeremias Jesus é  o nosso Ramo de justiça (Capitulo 52).

- Lamentações Jesus é  o nosso Profeta lamentador (Capitulo 05).

- Ezequiel Jesus é  o Maravilhoso Homem de quatro faces (Capitulo 48).

- Daniel Jesus é  o Quarto homem na fornalha (Capitulo 12).

 

Profetas menores

- Oséias Jesus é  um Marido fiel, casado para sempre com uma mulher desviada (Capitulo 14).

- Joel Jesus é  o nosso Refúgio (Capitulo 03).

- Amós Jesus é  O que carrega nosso fardo (Capitulo 09).

- Obadias Jesus é  Poderoso para salvar (Capitulo 01).

- Jonas Jesus é  o nosso Missionário (Capitulo 04).

- Miqueias Jesus é  O mensageiro de belos pés (Capitulo 07).

- Naum Jesus é  o Vingador da lei de Deus (Capitulo 03).

- Habacuque Jesus é  o Grito Evangélico de Deus ‘aviva, ó Senhora Tua obra no meio dos anos’ (Capitulo 03).

- Sofonias Jesus é  o nosso Salvador (Capitulo 03).

- Ageu Jesus é  o Restaurador da herança perdida de Deus (Capitulo 02).

- Zacarias Jesus é  a Fonte criada na casa de Davi pelos pecados e impurezas (Capitulo 14).

- Malaquias Jesus é  o Filho da justiça se erguendo com cura em suas asas (Capitulo 04).


 

quinta-feira, 12 de agosto de 2021

Nossa oração precisa de voz audível perante Deus

 

Graça e Paz de Cristo, vou falar sobre oração, como podemos orar para que Deus possa nos ouvir, precisa de voz audível (com som) ou não?

Pergunto, você acha que tem alguma regra (formula) para a oração ser eficaz?

Um dia na célula, falando sobre oração, levantei uma fala que podemos orar sem o som da nossa boca. Quase todos foram contra mim, dizendo que eu estava errado, porque, Deus tem que ouvir a minha voz na oração. Minha esposa falou que ela também ora em torno de 90% em silencio. Hoje estou relatando o que aconteceu há 10 dias, até hoje não tive paz no meu coração quanto a esse assunto de oração. Por este motivo vou relatar aqui sobre o assunto para que eu possa ter paz e possa mostrar que não estou errado, colocando alguns pontos para ficar claro o minha fala.

Então vamos lá, pergunto, na Escritura Sagrada diz que é obrigado fazer oração somente com som da minha voz para que Deus possa ouvir a minha oração? DEUS NÃO É LIMITADO COMO NÓS, ELE OUVE A NOSSA ORAÇÃO COMO OU SEM VOZ. Eu disse que a nossa oração tem que ser de coração, podemos falar com Ele com o coração em pensamento ou falar sem o som da minha voz, mas tem que vir do fundo do coração. Este é um problema que muitos dizem, a oração tem que ter falar (voz), quem pensa assim, está colocando Deus limitado ao som como nós. Vou mostra mais a frente na Escritura Sagrada que Deus ouve a oração feita só com o coração sem voz audível.

Mateus 7:21 a 23 “21 Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus. 22 Muitos me dirão naquele dia: Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? e em teu nome não expulsamos demônios? e em teu nome não fizemos muitas maravilhas? 23 E então lhes direi abertamente: Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniquidade.” Vemos que nesta passagem alguns não entrarão no reino dos céus, te pergunto, estas pessoas em sua vida não orou com voz alta? Deus ouviu a ponto de aceita-las? Te afirmo, que estas pessoas somente orou da boca para fora. Também te afirmo, se tivessem orado com o coração mesmo sem voz não passaria por esta situação, pois teriam feito verdadeiramente a oração a Deus.

Em 1 Tessalonicenses 5:17 diz “orai sem cessar” te pergunto, você tem feito isso o tempo todo? No seu entendimento de oração, a oração tem que ser em voz alta para Deus ouvir. Em alguns casos ou local você não pode fazer assim, então não pode orar em silêncio? Devido ao local, se você fizer em silêncio Deus não vai receber a sua oração é isso que você afirma que está certo?  O dom que Deus me deu é ”mestre” e gosto e vou defender a Escritura Sagrada até o fim do meu tempo aqui na terra.  Eu não quero ser melhor que ninguém, tenho o costume quando estou dirigindo, andando de ônibus, metro ou indo comprar alguma coisa, ando falando com Deus em espírito através do meu coração. Às vezes fico meditando na Escritura Sagrada, algumas vezes montando algum debate, caso venha acontecer em algum momento, já estou preparado, isso também é conversar, orar a Deus, pois estou sempre conectado a Ele. Este ato que faço é orar sem cessar, não acha? Durante estas conversas com Deus já obtive orientação Dele. No final deste artigo vou colocar testemunho de uma irmã em Cristo, ela é intercessora da equipe principal da igreja que frequento (Ig. Batista da Lagoinha) onde ela relata que já obteve resposta de Deus mesmo orando em silêncio. Também uma grande amiga, missionária Rosa Patrícia da cidade de São Sebastião de Uatumã no Amazonas, onde ela relata que obteve cura somente com oração sem voz, pois não podia falar, isso por alguns meses. NÃO ESTOU AFIRMANDO QUE TODA ORAÇÃO TEM QUER SER EM SILÊNCIO, MAS ELA TEM O MESMO VALOR SE FOSSE COM VOZ PERANTE DEUS, desde que ela venha do fundo do nosso coração. Caso opte por fazer em silêncio não está errado também, porque na Escritura Sagrada em Mateus 6:8 diz “Não sejam iguais a eles, porque o seu Pai sabe do que vocês precisam, antes mesmo de o pedirem.”. Veja que Deus sabe o que vai orar, pedir, agradecer, Ele quer o seu coração rendido a Ele e não a sua fala sem o coração.

Vou deixa algumas situações que temos que orar sem voz, mas antes digo, que na Palavra de Deus não consta “exceto”. Não encontramos dizendo, pode fazer isso, exceto isso, ou não pode fazer isso, exceto isso. A Palavra é para todos sem distinção, pois em Romanos 2:11 diz “Porque, para com Deus, não há acepção de pessoas.” Vamos aos exemplos, conforme o seu entendimento que precisa de voz, será que procede da Escritura Sagrada:

- A pessoa surda e muda, não pode orar? Porque Deus não vai ouvir sua voz, ele vai orar em vão é isso que você entendi? Essa pessoa vai passar a vida toda sem orar, porque não pode orar com o coração ou em espírito, conforme seu entendimento isso é certo? Deus não vai abrir exceção neste caso.

- Em uma situação de perigo, por exemplo, você é refém de um assaltante, não vai poder orar com voz. Então não poderá orar para que Deus possa fazer alguma coisa a seu favor, porque se orar em espírito Deus não vai ouvir? Deus não vai abrir exceção neste caso.

- Se fizer uma cirurgia na garganta e precisar ficar alguns dias sem falar, você não vai poder orar. Como cumprir a Escritura Sagrada que diz que temos que orar sem cessar, se a oração precisa de voz? Deus não vai abrir exceção neste caso.

E tantos outros casos que posso enumerar, pelo seu entendimento, tem que falar na oração, não pode orar com o coração falando com Deus, pois para você Deus precisa ouvir sua voz, isso é certo?

Vamos para o versículo da Escritura Sagrada onde mostra que a pessoa foi atendida orando somente com o coração, e esteve totalmente rendido ao Senhor. A oração de Ana que é falada em I Samuel 1:12 e 13 diz “12 E sucedeu que, perseverando ela em orar perante o Senhor, Eli observou a sua boca. 13 Porquanto Ana no seu coração falava; só se moviam os seus lábios, porém não se ouvia a sua voz; pelo que Eli a teve por embriagada.”. Veja que ela orou no coração não saiu voz da sua boca. Para você que diz que temos que falar para Deus ouvir nossa voz, pergunto, porque Deus atendeu ela sem ouvir sua voz? Deus “abriu exceção para ela?.” Se Deus abri uma exceção para Ana, Ele agiu errado, porque, não faz para quem ora em silêncio hoje, está fazendo acepção de pessoa, isso é contra a Sua Palavra, certo? Nós sabemos que tudo que Ele faz é certo, justo, então você terá que concordar comigo que podemos orar com o coração totalmente rendido ao Senhor mesmo sem um som em nossa boca. Outro ponto que vou destacar nesta passagem é, o sacerdote para afirmar que não saia som da boca de Ana, ele precisava estar perto e enfrente, pois ela poderia esta falando muito baixo, e não foi isso que consta na Escritura Sagrada, ele afirmou que não tinha voz. Hoje é muito usada as versões da Escritura Sagrada “NVI e NTLH” vamos ver como está escrito em I Samuel 1:13 que diz “Como Ana orava silenciosamente, seus lábios se mexiam mas não se ouvia sua voz. Então Eli pensou que ela estivesse embriagada.” Veja que aqui diz “silenciosamente”

Antes de concluir, ouça os áudios da irmã e missionária que falei, dando testemunho que foi ouvida e atendida por Deus em oração sem voz.


Irmã Dalva

Missionária Rosa Patrícia

Aproveitando o assunto aqui falado, te pergunto, a oração tem que ser somente de joelhos dobrados, para que Deus possa aceitar? Se você disse que sim, te digo, que não, por não ter base na Escritura Sagrada, veja este artigo no meu blog “Oração só de joelho” link  

robertodedeus.blogspot.com/2021/01/oracao-so-de-joelho-pergunto.html

Concluindo, você ainda continua afirmando que Deus, para ouvir e atender a nossa oração, precisamos de voz audível? Mesmo depois de mostra tudo isso e constar na Escritura Sagrada que Deus também ouve sem voz? Que Jesus possa nos dar entendimento da Sua Palavra como Ela é. Jesus te abençoe.

Escrito por Roberto Wagner

Inspirado pelo Espírito santo