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quarta-feira, 29 de abril de 2026

Mudança de paradigma na RCC


Cristocentrismo versus mariocentrismo na Renovação Carismática Católica

“Porque ninguém pode pôr outro fundamento além do que já está posto, o qual é Jesus Cristo” (1Co 3.11)

A expressão “mudança de paradigma” é frequentemente usada pelos historiadores da filosofia. Na Grécia antiga, os filósofos pré-socráticos, também denominados de “naturalistas”, preocupavam-se em dar explicações sobre o “arché”, ou princípio de todas as coisas. Para Tales de Mileto, que viveu no século 7o a.C, esse princípio, do qual todas as coisas derivaram, era a “água”. Por outro lado, Anaximandro, que viveu entre os séculos 7o e 6o a.C., o “apeiron”, ou o ilimitado, explicaria a origem de todas as coisas. Já Anaxímenes afirmava que o “ar” e não a água, era o “arché” de todas as coisas. Até aqui esses pensadores estavam preocupados em dar

Jó ensinou a prática de indulgências?

 

JÓ 1.5 – A PRÁTICA DE JÓ OFERECER SACRIFÍCIOS POR SEUS FILHOS DÁ SUPORTE ÀS INDULGÊNCIAS?

 

Sucedia, pois, que, decorrido o turno de dias de seus banquetes, enviava Jó, e os santificava, e se levantava de madrugada, e oferecia holocaustos segundo o número de todos eles; porque dizia Jó: Porventura pecaram meus filhos, e amaldiçoaram a Deus no seu coração. Assim fazia Jó continuamente. Jó 1:5

 

Jó declara que oferecia sacrifícios em favor de seus filhos. Os católicos citam esta passagem para sustentar o

Estratégias na defesa do livro de Mórmon

 

Fair Mormon é indiscutivelmente a principal organização Mórmon dedicada à defesa da religião dos Santos dos últimos Dias (SUD). Todos os anos essa organização realiza uma conferência em que estudiosos e apologistas Mórmons, apresentam artigos relevantes para a defesa do Mormonismo. Como um estudioso evangélico que se dedica à pesquisa em relação ao Mormonismo, tento acompanhar o que o FairMormon produz e faço referência frequente aos seus materiais on-line. Assisti a sua conferência de 2012 e este ano consegui participar da conferência de 2017 nos dias 2 e 3 de agosto, realizada no Utah Valley Convention Center em Provo, Utah.

Neste breve artigo, não comentarei todas as apresentações, mas apenas as relacionadas ao Livro de Mórmon. Na verdade, um fato notável sobre a

Ellen G. White e a ideia de uma expiação incompleta na cruz


Ellen G. White ensinou que a obra redentora de Jesus Cristo não foi concluída na cruz, mas que haveria uma fase final da expiação iniciada apenas em 1844, no chamado “lugar santíssimo do santuário celestial”.

No livro O Grande Conflito, ela afirma:

“Nosso Sumo Sacerdote entrou no lugar santíssimo para efetuar a última parte de Sua obra — purificar o santuário. […] Entrou Ele então no lugar santíssimo do santuário celeste, a fim de levar a efeito a obra final da expiação.” (O Grande Conflito, pp. 420–421, ed. brasileira)

Segundo essa concepção:

- A cruz não teria consumado plenamente a expiação;

- A obra decisiva do perdão ocorreria