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quinta-feira, 9 de julho de 2026

Os quatro dogmas marianos

 

A Igreja católica reconhece oficialmente quatro dogmas marianos:

1. Maternidade Divina (431 d.C.) – Proclamado no : Maria é a Mãe de Deus (Theotokos), por ser mãe de Jesus Cristo, que é verdadeiro Deus e verdadeiro homem.

2. Virgindade Perpétua – Maria permaneceu virgem antes, durante e após o nascimento de Jesus.

3. Imaculada Conceição (1854) – Definido por : Maria teria sido preservada do pecado original desde sua concepção.

4. Assunção de Maria (1950) – Definido por : Maria foi elevada ao céu em corpo e alma ao término de sua vida terrena.

É possível apresentar uma crítica teológica aos quatro dogmas marianos a partir de uma

O engodo de fazer de Pedro a Pedra da Igreja

 

Segue uma versão ampliada, com referências patrísticas primárias para cada autor. Convém observar que alguns Pais empregam mais de uma interpretação em diferentes obras; abaixo estão textos nos quais a ênfase recai sobre Cristo ou sobre a confissão de fé em Cristo como a “pedra”.

Pais da Igreja que interpretaram Mateus 16.18 tendo Cristo (ou a confissão de fé em Cristo) como a Pedra

A interpretação de Mateus 16.18 não foi uniforme entre os Pais da Igreja. Embora alguns escritores antigos tenham entendido que Pedro possui um papel singular na fundação visível da Igreja, muitos outros identificaram a “pedra” como sendo o próprio Cristo ou a confissão de fé feita por Pedro: “Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo” (Mt 16.16). A seguir, destacam-se alguns dos principais

Sola Scriptura e os pais da igreja


A Reforma do século dezesseis foi responsável por restaurar à Igreja o princípio de Sola Scriptura, um princípio que havia operado dentro da Igreja Cristã a partir do início da era pós-apostólica.

Primeiro, os apóstolos de Jesus Cristo ensinaram oralmente; entretanto, com o findar da era apostólica, toda revelação especial que Deus tencionou preservar ao homem foi reunida por escrito, nas Escrituras. Sola Scriptura é, pois, o ensino, baseado na própria Escritura, de que há somente uma revelação especial de Deus que o homem possui hoje – a.s, A Bíblia.

Logo, as Escrituras devem ser materialmente suficientes e ser, por sua própria natureza (i.e., por serem inspiradas por Deus), a autoridade final para a

Agostinho – “o bispo pagão entre nós!”

 

As acusações do envolvimento de Agostinho e o paganismo no cristianismo vieram de adversários teológicos durante a controvérsia pelagiana. Assim, é correto dizer que houve acusações históricas de permanência de infiltração maniqueias pagã na soteriologia do Bispo de Hipona.

1. Juliano de Eclano acusou Agostinho de permanecer maniqueu

A acusação histórica mais conhecida contra Agostinho foi feita por Juliano de Eclano, um dos envolvidos na controvérsia com o pelagianismo. Juliano afirmava repetidamente que Agostinho jamais abandonara completamente sua