SEJA BEM VINDO EM NOME DE JESUS.

sexta-feira, 18 de setembro de 2026

Biografia de Allan Kardec


Allan Kardec

 

Foi, em Lyon, na França que, no dia 3 de outubro de 1804, nasceu aquele que mais tarde devia ilustrar o pseudônimo de Allan Kardec (“Obras Completas” –Editora Opus, p. 1, 2ª edição especial, 1985).

Hippolyte Léon Denizard Rivail nasceu às 19 horas, filho de Jean Baptiste Antoine Rivail, magistrado, juiz, e Jeanne Duhamel, sua esposa, moradores de Lyon, rua Sala, 76 (“Obras Completas.” Allan Kardec. Editora Opus, p. 1).

Seus primeiros estudos foram feitos na sua terra natal e completou a sua bagagem escolar na cidade de Yverdun (Suíça), onde estudou sob a direção do famoso mestre Pestalozzi, de quem recebeu grande influência. Inúmeras vezes, quando

quinta-feira, 17 de setembro de 2026

O homem que Deus usa


O homem que Deus usa: uma análise tendo como base o chamado de Gideão.

 

INTRODUÇÃO

 

O escritor de Hebreus nos ensina em sua carta no capítulo 6, verso 12, que devemos não nos tornar negligentes, mas devemos ser imitadores dos que pela fé e paciência herdam as promessas. Uma pessoa negligente pode ser o mesmo que uma pessoa preguiçosa, sem forças, abatido, frouxo, entre outros sinônimos (Dic Michaelis da Língua Portuguesa). Ora, observe que o texto nos admoesta a não sermos assim e a dica que apresenta para deixarmos a negligência é imitar a fé e a paciência dos que herdam as promessas ou mesmo herdaram, pois ele aponta para homens do passado.

 

Imitar a fé de alguém que herda ou, se no passado, herdou a promessa, é aprender com quem fez a vontade de Deus e, por sua vida, nos deixou um

quarta-feira, 16 de setembro de 2026

A questão dos livros apócrifos


Na Constituição Dogmática sobre Revelação Divina, o Concílio Vaticano II, no capítulo sobre a Escritura Sagrada na Vida da Igreja, declarou que “Ela (a igreja) sempre considerou as Escrituras junto com a tradição sagrada como a regra suprema de fé, e sempre as considerará assim”.

Da declaração anterior, nós, os cristãos evangélicos, rejeitamos, desde logo, a tradição sagrada como regra de fé. Ficamos, pois, em terreno comum com os católicos romanos no que diz respeito às Escrituras. No entanto, nisto também existe uma diferença de suma importância. Isto tem relação com os livros do cânon do Velho Testamento. No livro “Consultas dei Clero”, parágrafo 207, se transcreve assim o decreto emitido pelo

segunda-feira, 14 de setembro de 2026

Resposta as objeções sobre a Sola Scriptura


1. A Tradição Oral em pé de igualdade com as Escrituras

Resposta: Católicos Romanos e Mórmons argumentam que o Novo Testamento concede autoridade divina não só às tradições apostólicas escritas, mas também às orais (1 Co. 11:2; 2 Ts. 2:15; 3:6). Ambas argumentam que o Novo Testamento se refere mais à fala e à audição do que à redação e à leitura (At. 2:42; Rm. 10:16-17), e, portanto, que houve base para a transmissão pessoal e oral dos ensinamentos apostólicos para a geração seguinte (2 Tm. 2:22; Tt. 1:5).

b. As “tradições” dos apóstolos, porém, tinham autoridade justamente pelo fato de eles serem apóstolos, autorizados pessoalmente por Cristo.

c. Ainda que os pronunciamentos orais dos profetas do Antigo Testamento tenham sido a Palavra de Deus antes mesmo de