Pode um cristão jurar guardar segredos que ainda nem conhece?
Uma das questões mais sérias
envolvendo a compatibilidade entre a fé cristã e a Maçonaria encontra-se nos
juramentos — chamados também de “obrigações” — prestados durante seus graus
iniciáticos. O problema não é apenas a existência de uma promessa de confidencialidade.
A questão é muito mais profunda: o candidato coloca Deus como testemunha de uma
obrigação solene de guardar segredos que, naquele momento, ele sequer conhece
completamente.
Como alguém pode comprometer sua
consciência diante de Deus com aquilo cujo conteúdo ainda lhe é desconhecido?
É exatamente esse ponto que precisa ser
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