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sábado, 14 de março de 2026

Por que não deixo minha religião?

 

“Se alguém vier após mim, e não aborrecer a seu pai, e mãe, e mulher, e filhos, e irmãos, e irmãs, e ainda também a sua própria vida, não pode ser meu discípulo. E qualquer que não levar a sua cruz, e não vier após mim, não pode ser meu discípulo…Assim pois, qualquer de vós, que não renuncia a tudo quanto tem, não pode ser meu discípulo.” Lucas 14.26,27,33

Poucos são aqueles que poderiam responder a esta pergunta com a frase: “Porque creio ser ela é o único caminho da salvação”. A maioria daqueles que professam ou praticam alguma religião, fazem-no por muitos motivos e geralmente não se trata da certeza de perdão e salvação. Desses, muitos já perceberam a falsidade de sua religião ou de sua seita, mas há diversas razões que os

Homossexualismo à luz de Romanos 1:26-27

 

Introdução 

 

Desde os primórdios da humanidade, as sociedades convivem com os mais variados tipos de comportamentos sexuais. O relato bíblico da Criação em Gn 1 e 2 mostra que Deus formou o homem e a mulher para viverem em comunhão íntima, tornado-se “uma só carne”. Porém o pecado infiltrou-se nos relacionamentos sexuais entre os seres humanos de tal forma que hoje a sociedade convive com uma variação enorme de perversões sexuais, tais como: narcisismo, homossexualismo, masturbação, sadismo, masoquismo, exibicionismo, pedofilia, gerontofilia, fetichismo, travestismo, incesto, pluralismo, necrofilia, bestialidade, zoofilia, voyeurismo, sexopatia acústica, renifleurismo, coprofagia, frotterurismo, entre outros.

O presente trabalho não vai entrar nos detalhes das diversas anomalias sexuais, limitando-se apenas ao estudo do homossexualismo, pois este é o tema tratado pelo

Elo que une Adventistas e Testemunhas de Jeová

 

A seguir está um artigo crítico, histórico-teológico, articulado a partir dos dois livros mencionados —Testemunhas de Jeová: Proclamadores do Reino de Deus (publicação oficial da Torre de Vigia) e Em Busca de Identidade, de George R. Knight (obra acadêmica adventista) — mostrando o envolvimento histórico, doutrinário e pessoal entre os Adventistas do Sétimo Dia e Charles Taze Russell, fundador da Sociedade Torre de Vigia, bem como personagens comuns aos dois movimentos.

O ADVENTISMO E CHARLES TAZE RUSSELL

Convergências Históricas, Influências Doutrinárias e Redes de Contato

(Análise crítica a partir de fontes adventistas e da Torre de Vigia)


1. O pano de fundo comum: o milerismo e o Grande Desapontamento de 1844

George R. Knight afirma categoricamente que “o adventismo não nasceu no vácuo”, mas emergiu de um ambiente restauracionista e

Abraão nunca guardou o sábado

 

Gênesis 26.4-5 “E multiplicarei a tua descendência como as estrelas dos céus, e darei à tua descendência todas estas terras; e por meio dela serão benditas todas as nações da terra; “Porquanto Abraão obedeceu à minha voz, e guardou o meu Mandado, os meus Preceitos, os meus Estatutos, e as minhas Leis”.

 

Os Adventistas do Sétimo Dia argumentam que o sábado estava inserido nestes “mandados, preceitos, estatutos e leis” citados em Gênesis.

Não encontramos no livro do Gênesis nenhuma evidência que os Patriarcas guardavam o sábado. O shabath foi guardado no