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segunda-feira, 30 de setembro de 2013

IDOLATRIA OU INVEJA.


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É lamentável ver pessoas, supostamente crentes, criticando publicamente nas redes sociais, irmãos que vão a eventos de música evangélica ou que vão em massa assistir a determinado pregador. Esses críticos dão a entender que está havendo uma idolatria por esses cantores ou pastores famosos.

É bem apropriado o ditado que diz que quem não faz vira crítico. Quem não escreve livros, torna-se crítico literário, quem não canta para Deus, não prega, não evangeliza, não faz nada, resta ser crítico murmurador. Há um ditado que diz: “Quem não trabalha, atrapalha”. Provavelmente, esses fiscais nunca levaram nenhuma pessoa a Cristo, talvez nem eles mesmos.

Alguns, com ciúme, provavelmente, dizem que as pessoas ao irem a esses eventos estão seguindo o homem. Imaginemos bem, se Judas e o apóstolo Paulo estivessem vivos e pregando em alguma cidade, é claro que as multidões acorreriam para ver Paulo e isso não é idolatria, não é correr atrás do homem, aliás, é correr do homem traidor, para estar próximo de quem é ungido. O próprio apóstolo Paulo também foi vítima da inveja quando a multidão vinha ouvi-lo falar de Jesus: “No sábado seguinte, quase toda a cidade se reuniu para ouvir a Palavra do Senhor. Quando os judeus viram a multidão, ficaram cheios de inveja e, blasfemando, contradiziam o que Paulo estava dizendo” (Atos 13.44-45).

Parece que há muito mais críticas aos irmãos que fazem sucesso no Reino de Deus, do que aqueles que só dão problemas na igreja e que muitas vezes são até descrentes. Só pode ser por que o sentimento de inveja fala mais alto do que o amor pelas almas perdidas que são alcançadas nesses eventos.

O falso pastor cria vaquinhas de presépio que o idolatram, mas o bom pastor cria ovelhas que o seguem: “E,
quando tira para fora as suas ovelhas, vai adiante delas, e as ovelhas o seguem, porque conhecem a sua voz. Mas de modo nenhum seguirão o estranho, antes fugirão dele, porque não conhecem a voz dos estranhos” (João 10.4-5).

Portanto, não venham me dizer que esses cantores ou pregadores estão a serviço de Satanás, porque se assim
for, fracassarão logo: “E agora digo-vos: Dai de mão a estes homens, e deixai-os, porque, se este conselho ou esta obra é de homens, se desfará, mas, se é de Deus, não podereis desfazê-la; para que não aconteça serdes também achados combatendo contra Deus” (Atos 5.38,39).

Além do mais, pelo grande número de conversões a Cristo – pois não vejo ninguém dizendo que está se convertendo a beltrano ou a sicrano – e tantas vidas que são transformadas por meio das pregações e do louvor, seria de se supor que Satanás é retardado, pois estaria fazendo a obra de Deus, salvando almas do fogo eterno. Portanto, é bom que os críticos façam também uma autocrítica antes de apontarem o dedo: “Assim, pelos seus frutos vocês os reconhecerão!” (Mateus 7.20).

Além do mais, não importa a motivação de cada um para pregar a Palavra de Deus, se por inveja, por vanglória, por dinheiro; o que importa é que almas sejam salvas e Cristo exaltado. Parece que o apóstolo Paulo concorda com isso: “Mas, que importa? O importante é que de qualquer forma, seja por motivos falsos ou verdadeiros, Cristo está sendo pregado, e por isso me alegro. De fato, continuarei a alegrar-me” (Filipenses 1.18).

O grande perigo é, como já disse, não fazer nada para o Reino e atrapalhar a obra de Deus, como os fariseus que ficavam na porta, não entravam e não deixavam ninguém entrar. Cuidado para não ser achado combatendo contra Deus!

Pr. Lúcio Barreto (pai)


 Idolatria

I. Em que Consiste a idolatria

1. Fazer imagens (Êx 20.3)
2. Inclinar-se diante das imagens (Êx 20.5)
3. Adorar as imagens (Is 44.17; Dn 3.5,10,15)
4. Oferecer culto a Deus por meio das imagens (Êx 32.4,5)
5. Fazer procissão com as imagens (Is 42.8)
6. É obra da carne (Gl 5.20)

II. Característica dos ídolos

1. Insensíveis (Dt 4.28; Hc 2.19)
2. Perecíveis (Is 40.20)
3. Impotente (Jr 10.5; Is 45.20; Is 46.1-7)
4. Degradantes (Rm 1.22,23)
5. Indignos de adoração (At 17.29)
6. Eles não são nada (1Co 8.4)

III. Conseguênias da idolatira

1. Corrompe o coração e acarreta severo juízo divino (Êx 32.7-10; Rm 1.24-32)
2. Produz entorpecimento (Sl 115.4-8)
3. Embrutece o entendimento (Is 44.9-18)
4. Produz ilusão (Is 44.19,20)
5. Provoca a ira de Deus (Rm 1.18-23)
6. Traz maldição para a família (Dt 17.15; Dt 7.26)
7. Produz escravidão aos demônios (1Co 10.19,20)
8. Traz condenação eterna (Ap 21.8)

IV. A posição do crente acerca da idolatria

1. Fugir (1Co 10.14)
2. Não ter em casa objetos de idolatria (Dt 7.26)
3. Não tomar parte em festa, celebração que se relacione com idolatria (1Co 10.19-22)
4. Não ter relações religiosas nem se casar com idólatra (1Co 5.11; Js 23.7; Êx 34.16)

Rev. Hernandes Dias Lopes

terça-feira, 24 de setembro de 2013

NAMORO CRISTÃO.


Namorar todo jovem quer, mas como fica os princípios de Deus num namoro cristão? Como devem se comportar, agir e continuar um namoro dentro das bênçãos de Deus?

Princípios para um Namoro Cristão.

O namoro cristão é uma preparação. Um período extremamente importante na vida de dois jovens cristãos e de muitas responsabilidades. Representa um período de transição entre dois jovens ou adultos, um homem e uma mulher, crentes no Senhor Jesus Cristo, sendo que ambos devem ter um bom nível de maturidade. Ambos mantém um bom ritmo de comunicação, sendo através deste relacionamento orientados e preparados por Deus para um futuro casamento. Namoro cristão deve sempre visar o casamento. Um namoro que não tem como alvo um futuro casamento, sequer deve ser iniciado.

Embora o desejo seja que ambos se tornem íntimos em seu relacionamento, isso não quer dizer liberdade no aspecto físico e muito menos liberdade sexual entre o casal de namorados. A relação sexual está destinada a ser desfrutada apenas entre pessoas devidamente casadas (Hebreus 13.4; Gênesis 2.24; Cantares de Salomão 4.12; 1Tessalonicenses 4.3-5; Colossenses 3.5-6; 1Coríntios 6.15-20; 1Timóteo 5.22; 2Timóteo 2.22).

Este é um período de conhecimento mútuo, conhecimento da alma, do coração, nunca do físico um do outro. O aspecto físico está destinado para depois do casamento. Portanto, exige disciplina própria, vigilância constante. É um tempo onde se obtém oportunidade de duas personalidades diferentes se harmonizarem, conhecerem um ao outro. Comunhão espiritual é fator primordial. Lembre-se que quanto mais próximo cada um estiver de Deus, mais próximo estarão um do outro. Este período também serve para confirmar a perfeita vontade de Deus para a vida de ambos.

O padrão de Deus para um namoro bem sucedido é este:

1) Espiritual – forte. Deus em primeiro lugar, nunca seu namorado (a).
2) Vontade, emoções e mente dentro do plano de Deus.
3) Corpo (físico) – sob controle.

Quando um namoro está fora do padrão de Deus, o que acontece é justamente o contrário:

1) Espiritual – fraco. A sensibilidade espiritual está cauterizada.
2) Emoções, vontade e mente – descontrolada.
3) Físico – sensual.

Portanto, fora do padrão de Deus ocorre que o lado espiritual fica cauterizado; a mente, a vontade e as emoções raciocinam de forma sensual e o físico fica corrupto. Uma pergunta séria a se pensar: A vontade de Deus é mais importante que o seu namoro?

Como Começar um Namoro Cristão?

Alguns aspectos são importantes para um começo no namoro cristão. Geralmente não sou de estabelecer uma idade certa para alguém namorar. Antigamente isso era o costume, hoje com o decorrer dos tempos e uma mudança na cultura não se faz mais tal coisa. Porém, ainda assim, existem pais que estabelecem uma determinada idade para que seus filhos venham a poder namorar. Eu creio que isso é benéfico e sábio por parte dos pais, mas não uma exigência.

Vejamos alguns requisitos importantes para se começar um namoro:

1 . Salvação - Ambos os jovens ou adultos devem ser verdadeiramente salvos, ou seja, ambos já devem ter aceitado a Jesus Cristo como seu único Senhor e Salvador pessoal (João 3.16; Lucas 19.10; Romanos 10.9-10).
2. Maturidade física e Espiritual –  Não devem ser crianças, pois maturidade é importante e essencial no relacionamento entre duas pessoas (Efésios 4.13; 1Coríntios 14.20).
3. Comunhão com Deus –  Primeiramente Deus deve estar sendo uma fonte de luz em sua vida, uma fonte de vigor espiritual. Se não tiver comunhão com Deus, nunca será abençoado em qualquer tipo de relacionamento (1João 1.6-7).
4. O rapaz inicia – Em nosso tempo moderno é “comum” uma moça querer iniciar um namoro. Mas isso fere o princípio bíblico. Mesmo num namoro, o rapaz é o líder, é ele quem deve iniciar, é ele quem deve pedir à moça para namorar.
5. Permissão dos pais – Ambos os pais dos pretendentes devem estar de acordo com o namoro. Isso demonstra confiança e honra dos filhos para com seus pais. Um namoro onde os pais não apóiam, geralmente resulta em muitas dificuldades. Isso não significa que os pais são a autoridade final no namoro, significa que estão querendo a bênção paterna para o relacionamento.
6. Comunicação e visitas – Deve-se procurar estabelecer um determinado ritmo nas visitas por parte do rapaz à casa da moça. É claro que não todos os dias. Estabelecer uma boa comunicação entre ambos.
7. Confiança dos pais – No decorrer do namoro, deve procurar ganhar e manter a confiança dos pais. Verificar como é a relação entre a pessoa e seus pais. Procurar ser sensível para qualquer mudança.

Como Continuar um Namoro Cristão?

1. O interesse deve estar voltado para a personalidade da pessoa, a parte imaterial. É importante que isso esteja bem claro na mente dos namorados.
2. O interesse deve ser estabelecido na parte espiritual da pessoa, não em seu corpo físico, não no dinheiro que o outro tem, não no carro, na casa, na popularidade, na beleza, etc. A parte espiritual é a mais importante sobre todas. Mais uma vez: quanto mais próximos estiverem de Deus, mais próximos estarão um do outro. O contrário também é verdadeiro: quanto mais longe estiverem de Deus, mais longe ficarão um do outro.
3. Reconheça que cada cristão é chamado de propriedade particular, pessoal, peculiar de Deus (1Pedro 2.9). O namorado que não respeita tal fato está desrespeitando os princípios de Deus e desrespeitando o próprio Deus, bem como a pessoa, a família dela, a Palavra de Deus e o futuro casamento.
4. Evitar contato físico exagerado. Todo namorado gosta de receber um carinho, beijos e abraços. Porém, deve-se parar por aqui. Procure a todo custo evitar continuar os avanços físicos, como tocar em outras partes do corpo da moça, por exemplo. Isso pode provocar desejos sexuais que não pode ser satisfeito devidamente antes do casamento (1Tessalonicenses 4.3-8; 1Coríntios 7).
5. Existem condições onde a freqüência de visitas deve ser limitada. Isso exige paciência por parte de ambos. Algumas vezes a saúde, doença, serviço militar, estudos, trabalhos, deveres pessoais impedem que estejam juntos. Sejam pacientes nessas horas.
6. Cautela com o modo de vestir, cautela em sua conversa, cautela em seu comportamento e mesmo nos gestos. Lembre-se de semear um ambiente agradável em que vale a pena estarem juntos.
7. Evitar ficar sozinhos em ambientes fechados e por muito tempo. Procure estar em atividades com outros jovens, ou seja, procure envolver seus amigos em suas atividades.

Qual o Perigo de Acariciar?

* Mata a espiritualidade de ambos os namorados.
* Pode fazer com que fiquem cegos para os valores verdadeiros, as virtudes de cada um.
* Pode fazer com que abaixem os padrões da moralidade.
* Pode conduzir para a realização do ato sexual não permitido por Deus antes do casamento.
* Pode conduzir para depravação, destituição da dignidade.
* Pode conduzir para o desenvolvimento de um desejo de satisfação não natural.
* Pode causar frustração e nervosidade.
* Pode conduzir para um casamento errado, com a pessoa errada.
* Pode conduzir para contrair doenças.
* Pode conduzir ao desrespeito mútuo.

Conselhos Práticos:

* Nunca case com alguém que não seja cristão (2Coríntios 6.14-18; Amós 3.3).
* Ore para a escolha de Deus (Salmo 37.5; Provérbios 3.6).
* Evite casar sob pressão (Romanos 12.1-2). Não case pensando que sua vida se endireitará depois do casamento. Não case com alguém pelo qual não tenha respeito.
* Não case cedo demais ou de repente (Tiago 1.4-5). Procure ver sua relação com Deus, os hábitos da pessoa, os pais, o modo de vida.
* Não case tendo uma perspectiva errada do sexo (Gálatas 5.16-25). Alguns casam para desfrutar do sexo, mas casamento não é apenas sexo, muito mais está envolvido.
* Casamento é para sempre, ou seja, “até que a morte os separe” (Gênesis 2.24; Romanos 7.1-3; Mateus 19.6).

Fonte:  Portal da Teologia


sexta-feira, 20 de setembro de 2013

CERVEJA ZERO.

Cláudio Duarte lança canal no YouTube 

“Um pastor cheio de graça” promete abordar temas polêmicos com uma linguagem engraçada.
O pastor Cláudio Duarte, conhecido no meio evangélico por suas palestras bem humoradas para casais, estreou um programa no YouTube chamado Um Pastor Cheio de Graça, em que pretende abordar diversos temas ligados ao cotidiano cristão.

Em seu programa de estreia, Duarte aborda a questão das cervejas com grau zero de álcool, que tem se tornado temas de debate entre fiéis.

“Muitos me dizem: ‘pastor, eu bebo sim, e saio direto do trabalho pro boteco porque a cervejinha faz o volume da voz da minha esposa diminuir’. Aliás, conheço muita gente que dormiu bêbado feliz ao lado de uma mulher bonita e acordou triste, infeliz, do lado de uma baranga”, introduziu o pastor, adicionando seu já conhecido humor ao assunto.

Seguindo o conceito popular, Duarte diz que “tem gente que bebe pra esquecer”, e questiona os fiéis que tomam a bebida sem álcool sobre quais seriam os benefícios de uma cerveja assim: “A mulher feia, continua feia. Você não esquece de nada, porque não tem álcool, não fez efeito. A única coisa que vai acontecer é o mal cheiro”.

Num tom mais sério, Duarte diz que “a Bíblia nos aconselha a nos afastarmos da aparência do mal”, e acrescenta: “Muitas vezes, o ambiente que envolve a bebida é propício”, orienta o pastor.

Assista:


Tema controverso

No mundo cristão, existem três linhas principais de entendimento sobre o assunto: os abstêmios, que bebem eventualmente e não combatem quem pensa diferente; os temperantes, também identificados como moderacionistas, e que assumem beber com moderação em determinadas situações; e os proibicionistas, que condenam abertamente o consumo de álcool.

Como o assunto não é consenso, e pesquisas indicam que 40% dos evangélicos consomem bebidas alcoólicas nas mais variadas circunstâncias, o tema vem se tornando cada vez mais presente em debates.

Veja a matéria de 40% que bebem em 

Por Tiago Chagas