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segunda-feira, 22 de dezembro de 2025

Anchieta: O santo assassino


Anchieta, novo santo do Brasil, aceitava a matança de índios.

 

O Vaticano abriu exceção para o padre José de Anchieta (1534-1597), tornando-o santo, embora não haja comprovação de que ele tenha feito pelo menos dois milagres.

Certamente pelo fato de o Brasil, o maior país católico do mundo, ter até então só dois santos, o Vaticano aceitou a alegação da CNBB (Confederação Nacional dos Bispos Brasileiros) de que Anchieta já tem fama de santo por causa de sua “vida exemplar”.

A Igreja Católica, obviamente, pode declarar “santo” quem quiser, trata-se de uma questão interna dessa religião, mas é preciso estar atento para que a interpretação católica não contamine a perspectiva histórica, rejeitando, por exemplo, essa lorota de que Anchieta teve “vida exemplar”.

O espanhol Anchieta e um dos fundadores de São Paulo foi um erudito. Versado em idiomas, incluindo o tupi, ele escreveu o

sábado, 20 de março de 2021

Os santos fazem milagres


Geralmente os católicos fazem referências aos milagres dos “santos” para se defenderem. Mas, Apocalipse 16.19; 2 Tessalonicenses 2.9; Apocalipse 13.13 e Mateus 24.24 provam que não é bom negócio nos conduzirmos cegamente por milagres. Os católicos precisam saber que há muitos “prodígios” no Kardecismo, na Umbanda, no Candomblé, no Espiritismo europeu, na Igreja Messiânica Mundial, no Budismo, bem como em muitas outras religiões e seitas. Estão todas certas?

Já dissemos e provamos à luz da Bíblia e da História que os “cristãos” fizeram uma mistura de Cristianismo com o paganismo e que desse sincretismo surgiu o que hoje se conhece pelo nome de Igreja Católica Apostólica Romana, a qual, através do que seus adeptos chamam de culto aos santos e às imagens, perpetua o paganismo. Isto já está provado. Provamos inclusive que o clero católico não ignora isso. Contudo, voltamos a exibir provas de que esta afirmação é feita baseada na História Universal e também na Bíblia. A História Universal nos fala da mitologia greco-romana, babilônica, africana, etc., segundo as quais existia (e em alguns lugares ainda existe) um deus ou deusa para cada coisa, enquanto a Bíblia nos dá os nomes de alguns desses deuses, confirmando a História. Ei-los: Dagom (Juízes 16.21-30), Moloque (1 Reis 11.7), Diana (Atos 19.23-37), Rainha do Céu (Jeremias 7.18; 44.17), etc.

É bom lembrarmos que a Bíblia não ensina que as almas dos mortos salvos estejam em condição de ouvir as nossas orações e repassá-las para Cristo. Onde está escrito na Bíblia que Maria, a mãe de Jesus, ou quaisquer outros servos de Deus tenham recebido, ao morrerem, o atributo da onipresença? Claro, para que tais santos atendam as orações dos seus devotos, que de todas as partes do mundo oram a eles simultaneamente, necessário se faz que sejam onipresentes ou dotados de onisciência, para deste modo tomarem ciência lá do Paraíso Celestial, onde estão, das preces de seus pedintes, bem como para se certificarem se seus orantes estão ou não orando com fé, já que a Bíblia diz que sem fé não se obtém a graça pedida. Logo, sendo esse negócio de orar a Maria, ou a qualquer cristão canonizado pelos papas, uma doutrina estranha à Bíblia, nos resta saber de onde veio isso. E, como já vimos, veio do paganismo. Não foi lendo a Bíblia que os católicos aprenderam isso. É por isso que os padres não cessam de citar a tal de “Tradição” para se defenderem, quando, empunhando Bíblias, anunciamos que o Catolicismo não é bíblico. Ora, é muito estranho Deus não ensinar uma única vez, em toda a Bíblia, o livro que se proclama completo (Apocalipse 22.18,19), capaz de nos preparar para toda a boa obra (2 Timóteo 3.14-17), e nos conduzir à vida eterna (Jo 20.30-31), a mediação dos santos. Não é isso curioso?. É, sim, muito lógico concluirmos que, se os servos de Deus que morreram, estão em condição de ouvir as nossas rezas e repassá-las para Cristo, como o ensinam os padres, que essa doutrina esteja exarada nas páginas da Bíblia. Mas, pasme o leitor, a Bíblia não ensina isso nem mesmo vagamente. Pelo contrário, a Bíblia nos diz que Abraão nem mesmo nos conhece, isto é, ele nem sabe que existimos (Is 63.16). Essa doutrina é oriunda da arbitrariedade dos papas que, dizendo-se infalíveis em matéria de doutrina, se vêem no direito de pregar o que bem entendem. Mas, como disse Jesus, “se um cego guiar o outro, ambos cairão no barranco”(Mateus 15.14). Logo, não os sigamos, pois do contrário, cairemos no buraco com eles, isto é, iremos com eles para o Inferno.

Cremos piamente que se os santos estivessem em condição de atuar como medianeiros entre Cristo e nós, que isso teria sido registrado na Bíblia, visto estar escrito que “o Senhor Jeová não fará coisa alguma sem ter revelado o seu segredo aos seus servos, os profetas” (Amós 3.7). Sim, se Deus elevou os santos a medianeiros, então Ele mandou os profetas registrar isso. E, se isso não está registrado, é porque se trata duma doutrina espúria. Isto é o que diz Amós 3.7, acima transcrito. Isaías 8.20 também revela que toda doutrina tem que estar respaldada pela Bíblia. Caso contrário, é sofisma: “À Lei e ao Testemunho! Se eles não falarem segundo esta palavra nunca verão a alva”.

Uma prova de que não é um procedimento cristão orar aos santos, pedindo a eles que roguem por nós, é o fato de o povo de Deus nunca ter recorrido a esse expediente uma só vez sequer. Talvez alguém alegue a possibilidade desse fato ter ocorrido, sem, contudo, ter sido registrado. Mas o registro de inúmeras orações bíblicas, das quais citamos uma minúscula parte em 1.2.2, é prova cabal de que não podemos admitir tal possibilidade nem mesmo remotamente. Por que não encontramos um só versículo falando da mediação dos santos? Por que os apóstolos não oraram uma só vez a Isaías, a Malaquias, a Ezequiel, a Elias, a Moisés, a Abraão, a Abel, a Noé e assim por diante? E se oraram aos profetas, por que não foi registrado? E, se alguém disser que tais rezas constam só da Tradição, perguntamos: Por que Deus empreenderia selecionar, para fins de registro, somente as orações a Ele? Será que não se está inventando moda? Vale a pena fazer isso? Lembre-se: Provamos acima que o que Deus quer que saibamos para sermos salvos e servirmos a Ele como convém, está registrado na Bíblia. Logo, a Bíblia nos basta.

Antes da degradação datada do IV século, que deu origem ao Catolicismo, já existiam alguns “cristãos” pregando heresias de arrepiar, como o batismo pelos mortos (século I [1Co 15.29]), a libertinagem (século I [Jd 4]), a negação da ressurreição (século I [2Tm 2.18]), orações à “Mãe de Deus” (século III), etc. Logo, o que ocorreu no início do 4º século não foi o surgimento das heresias entre os cristãos, mas sim, o aumento do número de falsos cristãos entre os fiéis, o que facilitou a inserção das heresias no corpo de doutrinas da sobredita Associação de Igrejas.

Os líderes da referida Associação de Igrejas tornaram-se mais tarde tão endiabrados que, além de coagir os pagãos à conversão ao “cristianismo” (como vimos acima), passaram a matar os cristãos que ousavam discordar de suas esdrúxulas doutrinas. Sim, o “cristianismo” oficial, cujos líderes (papas) durante séculos exerceram autoridade até sobre muitos reis e governadores, promoveu fortes perseguições aos verdadeiros cristãos. Criou-se uma tal de “Santa Inquisição”, que de santa só tinha o nome, para julgar e torturar até à morte os verdadeiros cristãos, bem como todos os que divergissem da religião oficial, que a essa altura tornara-se conhecida pelo nome de Igreja Católica Apostólica Romana. Referindo-se a isso, disse o Doutor Marcos Bagno: “…Como se sabe… depois da instituição do cristianismo como religião oficial do império romano…Quem se desviasse desses dogmas era acusado de heresia e condenado às mais diversas punições, como o exílio, a prisão, a tortura e a morte na fogueira…” (Marcos Bagno. Preconceito Linguística, 23ª edição, abril de 2003, Edições Loyola: São Paulo, página 156. Ênfase no original [Obs.: O Dr. Marcos Bagno pronunciou assim de passagem, pois o livro de sua autoria, do qual fazemos esta transcrição, versa sobre o vernáculo português, e não sobre a Igreja Católica).

Como sabemos, o Império Romano Mundial não mais existe. Mas a referida “igreja” inovadora tem um pequeno (porém muito rico) país chamado Vaticano.

Os “cristãos” inovadores não se limitaram às inovações que eles trouxeram no início do 4o século, como veremos neste e nos demais capítulos deste livro.

No século XVI, os “cristãos” inovadores sofreram um violento golpe, pois alguns de seus líderes, lendo a Bíblia, concluíram que estavam enganando e sendo enganados. E por isso pregaram dentro das igrejas católicas o que alguns grupos cristãos já vinham fazendo há séculos, em meio às torturas e morte nas fogueiras da “Santa” Inquisição. Os papas tentaram e tentam refrear este movimento, mas não conseguem, porque “O SENHOR DOS EXÉRCITOS ESTÁ CONOSCO”, afirmam os integrantes deste mover de Deus!

Extraído do livro “Análise Bíblica do Catolicismo Romano” – PASTOR JOEL SANTANA

Por Artigo compilado


domingo, 3 de janeiro de 2021

Qual a diferença entre imagem e ídolos


O problema da adoração é que esta se dá no coração. Quem está ajoelhado diante de uma imagem está adorando. Como a verdadeira adoração é interior, só podemos vê-la através da manifestação física. O ato de ajoelhar-se é a manifestação exterior mais visível e detectável de uma adoração interior. Outras manifestações são beijos, acenos, preces, homenagens, velas, romaria, posição de destaque, etc.

O diabo sabia disso quando pediu que Jesus se ajoelhasse aos seus pés e o adorasse (Mt 4). O apóstolo João apenas prostrou-se aos pés do anjo, e este disse: “Não faças isso. Adora a Deus” (Ap 22.8-9). Tais passagens confirmam que o fato de ajoelhar-se é um sinal de adoração, pelo menos, o sinal mais característico.

Ídolo: “Estátua ou simples objeto cultuado como deus ou deusa. Objeto em que se julga habitar um espírito, e por isso venerado. Pessoa a quem se tributa respeito ou afeto excessivos” (Dic. Aurélio). Portanto, uma estátua, imagem ou retrato podem ser ou não cultuados como ídolo, como um deus ou uma deusa.

Uma figura esculpida de Rui Barbosa não é cultuada como ídolo. Diante dela ninguém se ajoelha ou faz qualquer gesto que represente ou indique uma adoração (pedidos, cânticos, procissão, coroação, etc). Da mesma forma, os retratos de nossos entes queridos já falecidos são guardados como lembrança. Ninguém os trata como ídolos (ajoelhar-se, fazer pedidos, confiar que possam atender nossos pedidos, carregá-los em procissão, etc).

Usar imagens de escultura com esse objetivo, o de adoração, é que constitui idolatria. Não me parece válido o argumento de que se trata de uma simples veneração, uma lembrança de uma pessoa mui amada, etc. Se uma pessoa acusada de prestar culto a uma imagem resolvesse mostrar como deveria fazer
para que acusação valesse, o que ela faria? Iria colocar a imagem numa redoma; colocar flores aos seus pés; acender velas para a imagem; fazer pedidos; cantar hinos em seu louvor; carregar a imagem pelas ruas, ajoelhar-se diante dela, etc. Ora, tudo isso é feito.

O ato de visitar o jazigo dos mortos, colocar flores ou fazer outras coisas não se configura uma adoração, mas um gesto de carinho, manifestação de amor e de saudade.

O caso de “servir” pode-se entender como trabalhar em prol de, ou prestar serviço a. A Bíblia recomenda “não as servirás” com relação às imagens (Êx 20.5). Elas são servidas quando agimos como seus servos: carregando, enfeitando, coroando, iluminando, dispensando tempo na sua contemplação etc.

Autor: Pr. Airton Evangelista da Costa


sexta-feira, 19 de junho de 2020

Imagem de santo é um deus conforme a Bíblia



Vamos entender o que a Bíblia diz sobre imagens e se esse ritual de adoração da igreja Católica agrada a Deus. Na Bíblia há muitas passagens que relatam a proibição do uso de imagens, porém, não são aceitas por católicos, porque não leem toda a Palavra de Deus e acreditam somente no que sua igreja afirma. Peço que reflitam nos versículos abaixo de Isaías 46 em que não deixam dúvidas de que “imagem” é um deus e são

segunda-feira, 6 de abril de 2015

Quem eu sou para vocês?


Jesus, certa vez, perguntou aos seus discípulos: “Quem eu sou para vocês?”. Pedro, orientado pelo Espírito Santo, reconhece que Jesus não é simplesmente mais um dos que se autoproclamavam o messias. Ele responde: “O Senhor é o Cristo de Deus” – o Senhor é o Rei ungido por Deus, que veio trazer o governo de
Deus sobre toda a criação, salvando, redimindo e curando tudo o que foi corrompido pelo pecado e pela desobediência. Essa é a confissão básica de onde tudo o mais tem sua origem.

O chamado para seguir a Cristo requer, antes de tudo, uma confissão. Para Pedro e os primeiros discípulos, essa confissão representou um longo caminho de obediência, entrega sacrificial, serviço e martírio. Se Jesus é o Cristo de Deus, o Rei ungido por Deus, enviado para estabelecer seu governo de justiça, paz, alegria e salvação, para aqueles que assim confessam, não existe nenhuma outra opção senão a de segui-lo nos termos que ele mesmo define. C. S. Lewis disse que “o Cristianismo, se for falso, não tem valor; se for verdadeiro, tem valor infinito. A única coisa que lhe é impossível é ser mais ou menos importante”.

A experiência cristã começa com uma confissão sobre quem é Jesus. Toda confissão é clara, objetiva e racional. Nenhuma confissão diz respeito ao que sentimos ou achamos. Nenhuma confissão se fundamenta
em ideias vagas, conceitos abstratos ou sentimentos subjetivos. Quando Pedro afirma: “O Senhor é o Cristo
de Deus”, ele reconhece quem Jesus é dentro da história e da teologia.

A partir dessa confissão começa uma longa jornada. Essa confissão nos oferece uma identidade, um caminho, um jeito de viver e um destino. O apóstolo Paulo entendeu sua identidade como uma nova criatura em Cristo. Era um apóstolo de Cristo, um servo de Cristo, um prisioneiro de Cristo, estava no mundo para realizar a vontade de Cristo. “Para mim o viver é Cristo” – disse ele.

Essa confissão nos aponta um caminho onde abrimos mão da busca por autoafirmação e realização. Um caminho onde buscamos obedecer incondicionalmente ao Cristo de Deus. Um caminho onde aprendemos a orar dizendo: “Não o que eu quero, mas o que tu queres”. Nesse caminho, tomamos a nossa cruz e com ela renunciamos nossa agenda, e nos entregamos à agenda do reino de Cristo.

A confissão diz respeito a uma pessoa. Confessamos a Cristo. Seguimos a Cristo e vivemos como Cristo viveu. A vida de Jesus define nosso jeito de viver – nossos relacionamentos, valores, ética e moral. A pergunta de Jesus é clara: “Quem eu sou para vocês?”. Não cabe na resposta um conceito impessoal, seja ele religioso ou ideológico. A resposta será sempre pessoal – “O Senhor é...”. Quando seguimos uma pessoa, quem ela é define quem seremos enquanto caminhamos. A confissão define nosso destino. O destino de Jesus foi a morte na cruz, o nosso também será. Dietrich Bonhoeffer disse: “Quando Jesus Cristo chama um homem, ele o chama para morrer”. Não existe um meio-termo. Ou Jesus é o Cristo de Deus ou é um grande impostor. Se confessarmos que Ele é o Senhor, nosso destino será traçado por Ele. Porém, a morte na cruz não foi o destino final de Jesus; a ressurreição e sua ascensão revelam sua vitória sobre a morte e nosso destino final.

Quem é Jesus para você? Escreva a sua confissão usando apenas uma sentença. Não responda repetindo irrefletidamente o que Pedro ou outros já responderam. Dê sua resposta pessoal, uma resposta que seja coerente com a forma como você vive. Todos nós vivemos a partir daquilo que cremos, quer tenhamos consciência da nossa confissão ou não. Uma confissão verdadeira nos conduz a uma vida igualmente verdadeira.

Ricardo Barbosa de Sousa

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Dom de Línguas.

Pastor John Piper diz que o dom de línguas tem sido usado de forma contrária ao que a Bíblia ensina.

O dom de línguas é uma das expressões do Espírito Santo que causam mais controvérsias entre os cristãos por conta da complexidade que o envolve e também pelas doutrinas eclesiásticas existentes e que surgiram baseadas em interpretações do Evangelho.

O pastor batista John Piper, um dos líderes cristãos mundiais mais reconhecidos da contemporaneidade, afirmou que não existe embasamento no Novo Testamento para a ênfase e incentivo à busca desse dom e sua prática da forma como acontece hoje em muitas igrejas.

Piper disse que durante seu ministério pastoral, atravessou diversas “fases” no que se refere aos dons do Espírito Santo, em especial, o dom de línguas.

“Parece que se você não fala a respeito disso no púlpito e não ensina sobre isso, ao menos no nosso contexto, esses dons tendem a desvanecer […] Eu diria que na maior parte dessas ‘fases’ eles [os dons] não estão em evidência”, observou o pastor.

A precaução com o dom de línguas, segundo John Piper, deve existir pela preocupação expressada pelo apóstolo Paulo em sua carta aos Coríntios, quando ele sugere que os irmãos não se deixem levar pela emoção e que o dom seja usado em benefício da comunidade.

“Entendo que Paulo não desejava colocar esse dom em destaque. Na verdade, ele estava um pouco aborrecido pela ênfase que o dom havia ganhado”, disse John Piper, mencionando o capítulo 12 da primeira carta aos Coríntios. “Ele teve que colocar limites, ao invés de promover o dom”, acrescentou.

Para o pastor, existem doutrinas que distorcem o propósito dos dons, principalmente no caso do falar em línguas: “Não acredito na doutrina histórica dos pentecostais de que você tem que falar em línguas como sinal de que você está cheio do Espírito Santo, ou até mesmo de que você é um cristão”.

Piper resume seu ponto de vista dizendo que não há indícios de que alguma coisa tenha mudado na forma como o Espírito Santo distribui seus dons, mas sim, na forma como os cristãos tem olhado para essa questão: “Acho que a maneira como esse dom é normalmente usado em público, como uma espécie de êxtase coletivo, não tem base no Novo Testamento”.

“Não vejo nenhuma razão para afirmarmos que algo mudou na história da Redenção e que entre a era dos apóstolos e a nossa era esse dom tenha desaparecido. Se Deus quiser que ele desapareça, ele o fará desaparecer. Mas não vejo nenhum mandamento para que não o busquemos. Na verdade, vejo versículos que nos encorajam a fazê-lo”, ponderou.

Há, segundo Piper, duas aplicações para o dom de línguas: a manifestação do Espírito Santo em um idioma conhecido pela humanidade, mas desconhecido pelo profeta – e que teria aplicação prática na entrega de uma mensagem a alguém que entende tal idioma; e a manifestação através da língua dos anjos, como expressão de um momento espiritual. Nesse segundo caso, o pastor diz que, para que toda a igreja seja beneficiada, é indispensável que haja um intérprete, pois em caso contrário, não há como captar o sentido do que foi dito.

Em muitos casos, segundo Piper, as manifestações são expressões de êxtase, emoção, e por isso o alerta do apóstolo Paulo para que “se não houver intérprete presente, não fale em línguas em público”.

Fonte: Gospel+

OS ''ERROS'' QUE SE ENCONTRAM NA BÍBLIA


Muitos gostam de enfatizar discussões sobre hipotéticos erros da Bíblia. Pois bem, a estas pessoas cujas vidas são uma constante indagação, aqui vai uma saborosa lista relacionando quais os erros que elas tanto procuram.

Vejam os ''erros'' que se encontram na Bíblia:

A Bíblia está CHEIA de erros:
• o primeiro erro foi quando Eva duvidou da Palavra de Deus;
• o segundo erro aconteceu quando seu esposo fez o mesmo;
• e assim erros e mais erros ainda estão sendo cometidos...
• porque as pessoas insistem em duvidar da Palavra de Deus!

A Bíblia está CHEIA de contradições:
• Ela contradiz o orgulho e o preconceito;
• Ela contradiz a lascívia e a desobediência;
• Ela contradiz o seu pecado e o meu!

A Bíblia está CHEIA de falhas:
• porque ela é o relato de pessoas que falharam muitas vezes;
• assim foi com a falha de Adão;
• com a falha de Caim;
• e a de Moisés;
• bem como a falha de Davi e a de muitos outros que também falharam.
• Mas ela é também o relato do amor infalível de Deus!

Deus NÃO ESCREVEU a Bíblia:
• para pessoas que querem jogar com as palavras;
• para aqueles que gostam de examinar o que é bom mas sem fazê-lo;
• para o homem que não acredita porque não quer!

O homem moderno DESCARTOU os ensinamentos da Bíblia:
• pelas mesmas razões que outros homens tem descartado através da história;
• por grande ignorância à sua verdadeira mensagem e conteúdo;
• pela intransigente apatia em recusar considerar suas declarações;
• pelos bem conhecidos pseudocientistas posando de críticos honestos;
• pela convicção secreta de que este Livro está certo e de que os homens estão errados!

Somente uma pessoa PRECONCEITUOSA acreditaria que:
• os ensinamentos bíblicos são passados e irracionais, sendo princípios arcaicos e sem propósito;
• a Bíblia está cheia de discrepâncias e afirmações inaceitáveis;
• ela só poderia ser trabalho irrelevante e não inspirado de meros homens.

A Bíblia é, afinal, somente mais um LIVRO RELIGIOSO:
• para milhares que não se arriscam serem honestos consigo mesmos e com Deus;
• para os que tem medo de aceitar o desafio do próprio Deus a um exame honesto;
• para os que não querem examiná-la a fundo porque Ela diz verdadeiramente como os homens são!

E você não pode ENTENDER ou CONFIAR no que a Bíblia diz
• a menos que você esteja disposto a considerar as evidências e encarar face a face o AUTOR!

Fonte: Gods Army

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

O significado da Ceia



“Porque todas as vezes que comerdes este pão e beberdes este cálice anunciais a morte do Senhor, até que venha” (1Co 11.26)

Quando o povo de Israel saiu do Egito, Deus mostrou o Seu poder por intermédio das 10 pragas que recaíram sobre aquela nação (Êx 7.14; 12.51). Após 430 anos (Êx 12.41), dentre os quais houve 150 anos de escravidão, Deus ordenou que Moisés instituísse a “Páscoa” (Êx 12.1-20). Seria uma cerimônia simples, em família, quando comeriam pão sem fermento, carne assada do cordeiro da Páscoa (cujos ossos não poderiam ser quebrados) e ervas amargas, como lembrança do tempo da escravidão, no Egito. Eles deveriam comer prontos para viagem, com a mudança embalada para saírem da terra da escravidão.

Todo o simbolismo da Páscoa se traduz na “nova aliança em Cristo”. Jesus é o “cordeiro pascal” (1Co 5.7-8), como também é o pão sem fermento (sem impurezas ou pecado). Por meio de seu sangue derramado no Calvário, Ele nos redime da escravidão do pecado e nos conduz à “terra prometida”, simbolizando a nova vida, guiada pelo Espírito Santo. A Bíblia diz: “Chegou, porém, o dia dos ázimos, em que importava sacrificar a páscoa.” (Lc 22.7). “E disse-lhes: Desejei muito comer convosco esta páscoa, antes que padeça.” (Lc 22.15). “E, tomando o pão, e havendo dado graças, partiu-o, e deu lho, dizendo: Isto é o meu
corpo, que por vós é dado; fazei isto em memória de mim. Semelhantemente, tomou o cálice, depois da ceia, dizendo: Este cálice é o novo testamento no meu sangue, que é derramado por vós.” (Lc 22.19-20).

Jesus instituiu a Ceia como um “memorial” para que os seus seguidores se lembrassem de sua morte na cruz em nosso favor e de seu retorno à Terra para implantar o seu reino glorioso entre nós (1Co 11.23-26). Num cerimonial muito simples, foram usados o pão e o vinho. O pão simboliza a morte vicária (ou substitutiva) do Senhor, pagando o alto preço da nossa redenção. O pão é feito de trigo e água que, misturados, tornam-se uma massa que, por sua vez, é levada ao fogo para assar. O trigo, na parábola do joio (Mt 13.24-30; 36-43) representa os filhos de Deus; no caso da Ceia, simboliza Jesus, o Filho de Deus. A água é a “Palavra de Deus” (Jo 15.3) e também representa o Espírito Santo (Jo 7.38-39).

O mestre também disse aos discípulos, quando vieram para buscá-lo e apresentá-lo aos gregos: “Na verdade, na verdade vos digo que, se o grão de trigo, caindo na terra, não morrer, fica ele só; mas se morrer, dá muito fruto” (Jo 12.24). Portanto, a Ceia nos fala da morte de Jesus e também nos lembra que, como seus discípulos (seguidores), também temos de “tomar a nossa cruz cada dia” (Mt 16.24; Lc 9.23; 14.27). Ser cristão não é apenas viver por Cristo, mas estar pronto a morrer por Ele. Isto é uma realidade entre os nossos irmãos nos países onde há perseguição, entre os novos convertidos que vieram do Islamismo, por exemplo. Muitos são presos, maltratados, torturados e até mesmo mortos, por causa da Palavra de Deus e do seu testemunho.

O vinho ou o suco da uva, outro item importante da Santa Ceia simboliza a vitória do Senhor e o seu retorno à Terra para reinar. O pão passou pelo fogo, mas o vinho surge da fermentação do suco extraído das uvas esmagadas. Ou seja, da morte vem a vida. O vinho é a ressurreição, a esperança do cristão. Portanto, ao tomarmos o vinho, na celebração da Ceia, estamos anunciando a ressurreição de Jesus e a sua volta gloriosa como “Rei dos reis e Senhor dos senhores”, aleluia!
Nós também ressuscitaremos gloriosamente para reinar com Ele (1Jo 3.1-3). Esta é a fé cristã e a esperança dos salvos (1Co 15.12-54).

Pra. Ângela Cintra Valadão

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Por quê você apenas não prega o Evangelho?


Já tive que ler essa frase muitas vezes por aqui. Principalmente quando abordo algum assunto onde tenho que apontar o erro dos cristãos que hoje não querem ser imitadores de Jesus e acham que podem levar o cristianismo de qualquer maneira. E quando aponto esses erros mostrando que este não é o caminho e mostro o que de fato deveria ser feito, então muitos vêm me criticar dizendo:

– Por quê você fica falando do erro das igrejas? Por quê fala contra isso ou aquilo? Por quê você apenas não prega o evangelho? Blá, blá, blá.

Não sei se alguns de vocês me conhecem, mas a única coisa que tem movido minha vida até hoje é pregar o evangelho. Tenho 28 anos. Estou lançando um livro chamado: Vivendo o Evangelho. Prego o evangelho em presídios, já fui capelão em hospitais pregando o evangelho, prego em praças, e onde quer que seja. Faço estudos bíblicos online ensinando sobre o Evangelho. E estou iniciando uma congregação em um bairro carente em Diadema hoje justamente para pregar o evangelho.

Contudo, o que é o Evangelho? Muitos pensam que o Evangelho são apenas 4 leis espirituais. Ou 5 passos que você tem que seguir a fim de ser salvo. Ou falar rapidamente sobre Jesus e convidar a pessoa a repetir uma oração. Isso definitivamente NÃO é o Evangelho!!!

Listo aqui o que é, e o que não é o Evangelho pra mim:

O que não é:

1) O Evangelho NÃO é repetir apenas uma oração.

2) O Evangelho NÃO é decretar coisas para Deus.

3) O Evangelho NÃO é viver um cristianismo de barganha onde dou dinheiro e quero que Deus me dê coisas em troca.

4) O Evangelho NÃO é seguir um líder espiritual que se intitula apóstolo (apóstata) ou qualquer título que o exalte.

5) O Evangelho NÃO tem nada a ver com atos proféticos, pula pula, retété, ou qualquer outra coisa emocional. O poder de Deus vêm apenas sobre aqueles que são suas testemunhas e nada tem a ver com emocionalismo histérico (Atos 1:8).

O que é o Evangelho:

1) O Evangelho É ser imitador de Jesus. Não apenas repetindo uma oração, mas vivendo por Ele e para Ele. Para Sua glória e Seu Louvor. É ser SANTO. Viver uma vida Santa para a glória de Deus, onde o pecado não tem espaço em nossa vida (não que não iremos pecar, mas que iremos odiar o pecado e teremos profundo arrependimento quando pecarmos).

2) O Evangelho É ser uma testemunha de Jesus. Sou revestido de poder do alto a fim de ser testemunha tanto em Judeia, como Samaria e até os confins da terra. Se não sou uma testemunha de Jesus (vivendo como Ele e mostrando apenas Ele em mim), de forma nenhuma posso dizer que prego ou vivo o Evangelho.

3) O Evangelho É a boa notícia de que nós, pecadores, totalmente depravados, merecedores da Ira de Deus e do castigo divino, por sua Graça, favor imerecido, recebemos o maior presente que alguém poderia receber: A Salvação por meio de Cristo, que apenas por seus próprios méritos pagou o preço na Cruz do Calvário, por amor a mim e a você, a fim de restaurar nosso relacionamento com Deus.

4) O Evangelho É integral. Não existe dicotomia entre sagrado e secular para o cristão. Dado que o cristão se torna um servo, escravo de Cristo, então TUDO é dEle. Seu trabalho, seu lazer, e tudo será para a glória de Deus (I Co 10:31). Então o cristão pode falar definitivamente sobre tudo, não existe isso de apenas pregar o evangelho, afinal tudo na vida do verdadeiro cristão gira em torno de Cristo.

5) O Evangelho É compartilhar. É impossível querer pregar o evangelho e não se importar com a necessidade e a dor do meu próximo. Não acredito em igrejas que não se envolvem em ação social. Não acredito em crentes que tem seus olhos secos para a maldade deste mundo. Não acredito em cristãos que não se importam com a situação das pessoas ao seu redor. No reino, aqueles que se doam, são os que mais recebem. Os mártires são os maiores no reino dos céus.

Isto é o Evangelho para mim. Portanto, sempre pregarei sobre o Evangelho, pois Ele é o poder de Deus para a salvação de muitos!

Por Daniel Simoncelos

GRIFO MEU
São as minhas palavras também.

SOBRE EXODUS E ÊXODO

Assisti ao filme Exodus no sábado (3-01-15). Seguem algumas coisas que não condizem com as escrituras:

– Deus é um menino,
– Moisés é um general que discute com Deus e quer fazer guerra contra o Egito,
– O cajado de Moisés é entregue a Gérson (seu filho) e este utiliza uma espada para abrir o mar vermelho,
– O mar vermelho não abre, a maré abaixa, mas mesmo assim sobe para afogar os egípcios.

O filme é longo, mas prende a atenção até o final. Achei um bom filme. O Batman foi muito bom como General Moisés, gostei muito de sua atuação. É uma releitura liberal do texto, mas ainda assim vale a pena ver. É incomparavelmente melhor do que Noé de Hollywood.

Voltando ao texto original:

– Deus nunca apareceu no Antigo Testamento como um menino. Vemos Deus como um menino no nascimento de Cristo. No aparecimento a Moisés, a representação da presença de Deus é a sarça ardente (símbolo da IPB),
– As dez pragas são enviadas para confundir os egípcios humilhando os seus deuses e mostrando que O SENHOR é o verdadeiro Deus,
– Moisés não se acha capaz de libertar o seu povo e já tinha 80 anos de idade quando houve a libertação,
– Moisés não vai ao Egito como um general, mas como pastor de rebanho, sem armas e com um cajado,
– Deus é quem enviou cada uma das pragas avisando Faraó antes de cada uma delas, e este sempre tinha seu coração endurecido,
– Deus não mata os primogênitos do Egito como vingança. Ele apenas diz que o juízo viria aquela noite e que todos aqueles que não tivessem sobre suas portas o sangue do cordeiro, teriam a punição que mereciam. Sem dúvida, Deus não mataria nenhum inocente, todos que morreram naquela noite receberam apenas o que mereciam,
– O mar vermelho se abriu e o povo passou com pés enxutos, e as águas eram como paredes de um lado e do outro,
– Deus guiou o seu povo pelo deserto direcionando-os, sustentando-os e mostrando-os sua lei, que é perfeita.

A Libertação da Escravidão do Egito tem como último ato a morte dos primogênitos e o sacrifício dos cordeiros para a salvação de Israel. Assim, o povo que antes era escravo se torna livre por meio do sangue do cordeiro. Egito em hebraico significa terra de escravidão.

Aproximadamente mil e trezentos anos depois, o Cordeiro de Deus vem ao mundo para ser sacrificado a fim de tirar a humanidade da escravidão do pecado. Por meio de Cristo, as cadeias que nos prendem ao mau, são quebradas. Ele é quem veio para trazer a real libertação para nós.

Por Daniel Simoncelos

terça-feira, 23 de dezembro de 2014

Ídolos, sacrifícios e demônios.


"Ora, no tocante às coisas sacrificadas aos ídolos, sabemos que todos temos ciência. A ciência incha, mas o amor edifica." (1 Coríntios 8:1)

 Muito se fala sobre as comidas e coisas sacrificadas a ídolos; o que é oferecido a ídolos é tudo o que é feito em prol de um santo, santa, entidade, ou qualquer coisa que se reverencie ou tema que não seja o Senhor Deus. O que se oferece, sacrifique a qualquer coisa, a uma estátua, imagem real ou não, o que é visível ou não, simplesmente é oferecimento a demônios. Portanto, devemos analisar de maneira espiritual, olhando para a Palavra de Deus, e agir segundo o que nela é prescrito. Não se pode buscar fundamento científico ou não para justificar uma ação contrária à Palavra de Deus. "E, se alguém cuida saber alguma coisa, ainda não sabe como convém saber. Mas, se alguém ama a Deus, esse é conhecido Dele." (1 Coríntios 8:2-3). Não existe conhecimento humano, ciência, sabedoria ou estudo que possa ultrapassar a sabedoria de Deus, por isso não se admite no meio cristão qualquer teoria a respeito de coisas oferecidas a ídolos, que são demônios. A Palavra de Deus não pode ser alterada, modificada, acrescentada, diminuída, não se pode tentar colocar conhecimento humano nela, nem aliviar nada, pois ela é Viva. Todos os que teimam em se justificar diante de Deus, fora da Palavra, estão na perdição e não o amam e nem o conhecem, consequentemente, não são conhecidos Dele. "Assim que, quanto ao comer das coisas sacrificadas aos ídolos, sabemos que o ídolo nada é no mundo, e que não há outro Deus, senão um só." (1 Coríntios 8:4). Ídolos nada são, não passam de demônios que nada podem fazer contra os filhos de Deus, que são os que andam segundo os preceitos do Senhor. Sabemos que eles não têm poder sobre nós, mas não podemos comer, ingerir nada que foi oferecido ou sacrificado para ídolos, pois isso é uma ofensa direta à Palavra de Deus. Não que possa nos fazer bem ou mal, mas é desobediência direta a uma ordem direta de Deus. Por isso, filhos de Deus não comem, bebem ou usam qualquer coisa que seja feito nas festas juninas, que são consagradas aos santos, ou permitem que seus filhos aceitem balas ou guloseimas de santas, nem mesmo oferecem nada em festas de dia das bruxas. Muito menos aceitam água benta, ou qualquer coisa que veio de uma imagem ou ídolo, tudo o que está em desacordo com a Palavra de Deus sempre será rejeitado pelos filhos de Deus.

"Porque, ainda que haja também alguns que se chamem deuses, quer no céu quer na terra (como há muitos deuses e muitos senhores)," (1 Coríntios 8:5). No mundo há muita coisa: os que não conhecem Deus falam que são deuses, são muitos os padroeiros e objetos de devoção, e muitos os que o mundo chama de deus. Mas não podemos permitir esse engano em nossas vidas, porque sabemos que só existe um único e verdadeiro Deus. Sabemos isso porque buscamos a Verdade e vivemos na Verdade. Por isso, todos esses senhores, esses deuses que são apresentados em cada religião diferente nada são, porque somente um é o Senhor. "Todavia para nós há um só Deus, o Pai, de quem é tudo e para quem nós vivemos; e um só Senhor, Jesus Cristo, pelo qual são todas as coisas, e nós por Ele." (1 Coríntios 8:6). Só conhecemos o Deus Todo Poderoso, o Criador do Céu e da terra, o Deus Pai do Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, e sabemos que o nosso Deus não criou nenhum outro deus. Tudo vem do Senhor, e nós, as suas criaturas, e os que o amam, que lhe obedecem, são filhos, e todo o resto, coisas, objetos, animais foram criados somente pela Palavra do Senhor, mas somente nós, homens, seres humanos, fomos criados à imagem e semelhança Dele. Não existe nenhum outro ser, exceto Deus, o homem e o diabo. Deus tem os anjos ministradores, que só obedecem a suas ordens e tudo fazem em favor dos escolhidos do Senhor, atendendo à ordem de Deus.Nós temos a nossa mente, conhecimento e podemos agir livremente, pois temos o livre arbítrio. E há o diabo com os seus demônios, fora disso nada há, nada existe, a não ser criação da mente humana por sugestão do diabo, que pode se apossar de qualquer coisa ou pessoa que é oferecida a ele. "Mas nem em todos há conhecimento; porque alguns até agora comem, no seu costume para com o ídolo, coisas sacrificadas ao ídolo; e a sua consciência, sendo fraca, fica contaminada." (1 Coríntios 8:7). Muitos que se dizem cristãos ainda comem comida sacrificada a ídolos, ainda se alimentam das comidas de festas juninas, de festas a santos e santas, aceitam coisas consagradas a imagens, achando que não podem fazer mal. Esquecem que só pelo fato de estarem desobedecendo ao Senhor aquilo já fez todo o mal, e ainda por ser fraco na fé os demônios fazem um estrago nessas pessoas e em outras que assistiram ou tomaram conhecimento desse procedimento. Pessoas que se dizem crentes ainda festejam, adoram e ensinam os filhos a adorar um demônio de nome papai Noel, que usurpa a atenção dos cristãos do nascimento de Cristo. Muitos ainda veneram um coelho que bota ovos de chocolate, esquecendo que a páscoa significa libertação, Êxodo. Participam ou permitem que os filhos participem de festa de dia das bruxas. Ainda participam de festas juninas, e inclusive igrejas estão fazendo o tal de arraial gospel.

"Ora a comida não nos faz agradáveis a Deus, porque, se comemos, nada temos de mais e, se não comemos, nada nos falta."(1 Coríntios 8:8). O comer nada faz ou acrescenta, não faz mal ou bem,o que faz mal é a ação, é o fato de ignorar a Palavra de Deus, e, consequentemente, a concordância com os demônios e com os seus adoradores. É o fato de apoiar, concordar com o erro. E todos os que assim procedem induzem outros a agir de igual maneira, ou escandalizam. Em todos os casos esse procedimento simplesmente serve para propagar adoração aos demônios e a desobediências,à confusão, portanto nada tem a ver com o Senhor, por tal motivo recebem a devida punição. "Mas vede que essa liberdade não seja de alguma maneira escândalo para os fracos. Porque, se alguém te vir a ti, que tens ciência, sentado à mesa no templo dos ídolos, não será a consciência do que é fraco induzida a comer das coisas sacrificadas aos ídolos?"(1 Coríntios 8:9-10).Vivemos uma geração em que muitos são fracos na fé, com pensamentos dúbios, portanto, ao presenciar, ou saber que alguém que se diz cristão participou de qualquer ação comendo ou participando de qualquer ato que possa dar a entender que estava onde há sacrifícios, consagração de coisas, comidas ou pessoas a ídolos, que são demônios, elas também acharão que poderão fazer o mesmo. Mesmo porque o nosso adversário vai induzi-las a agir da mesma maneira, ou caso contrário não crer no Evangelho, por isto devemos pensar melhor, pois temos responsabilidades diante do mundo. "E pela tua ciência perecerá o irmão fraco, pelo qual Cristo morreu." (1 Coríntios 8:11). Ainda muitas pessoas não se convertem ao Senhor ou se afastam do Senhor; banalizam o Evangelho por causa das nossas ações, e com certeza iremos prestar contas disso. Devemos ser adultos na fé e agir segundo as ordenanças do Senhor, independentemente das nossas vontades ou do conhecimento humano, porque a nossa sabedoria não pode tentar ultrapassar a sabedoria de Deus. Somos Criaturas, Ele é o Criador, somos barro, Ele é o oleiro. "Ora, pecando assim contra os irmãos, e ferindo a sua fraca consciência, pecais contra Cristo." (1 Coríntios 8:12). Quando fazemos qualquer coisa que possa trazer dúvidas às mentes mais fracas, ou se agirmos de maneira contrária à palavra de Deus e com esse ato conduzimos outras pessoas ao erro, não receberemos perdão do Senhor. Jesus Cristo, o Nosso Pastor, não perdoa quem faz as suas ovelhas errarem, caírem. Esse tipo de ação é uma afronta direta a Jesus, é pecado contra o Senhor. "Por isso, se a comida escandalizar a meu irmão, nunca mais comerei carne, para que meu irmão não se escandalize." (1Coríntios 8:13).

Leiam e pratiquem a Bíblia. Que Deus os abençoe.

 Um abraço,

Pr.Henrique Lino