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domingo, 29 de outubro de 2023

HALLOWEEN OU REFORMA PROTESTANTE.


Pastor Ciro Zibordi critica igrejas que festejam o Halloween e sugere que pastores comemorem a Reforma Protestante.
Muita gente não sabe, mas o Dia das Bruxas, o Samhain ou Halloween, Ano Novo céltico (31 de outubro), tem uma conexão com o Dia de Todos os Santos da Igreja Católica Romana. Este era originalmente celebrado em maio, e não no primeiro dia de novembro.
No ano 608, o imperador romano Focas apaziguou o

terça-feira, 27 de julho de 2021

Piriguete gospel


Sabe aquela moça que diz que foi "salva por Cristo" e se comporta como piriguete?

Pois é, resolvi escrever sobre ela, suas vestes e comportamento. Mas, antes que você diga que isso é moralismo, que Deus não olha a aparência e sim o coração, é importante que você entenda que um coração regenerado pelo Espirito Santo, leva a pessoa a mudança de comportamento.

Tudo bem, sejamos justos, também sei que muitos homens, não regenerados possuem um comportamento que não condiz com sua fé. Na verdade, para nossa tristeza, a igreja está cheia de "homens galinha", que frequentam nossos ajuntamentos somente pra tentar "pegar" alguém.

Ora, vamos combinar uma coisa? O mundo comportar-se dessa forma e até compreensível, mesmo porque, as Escrituras nos ensinam que ele jaz no maligno. O que nos surpreende é ver esse tipo de comportamento na igreja.

Confesso que tenho ficado abismado com algumas moças que influenciadas pelo feminismo e a liberação sexual se relacionam com vários parceiros no decorrer do ano. Nessa perspectiva tornou-se comum, encontrar "periguetes" nas igrejas cujo comportamento nos fazem ruborizar de vergonha. Para piorar a situação, não são poucas aquelas que marcam seus corpos com roupas que afrontam o Senhor e sua santidade.

Digo mais: acredito que as que se comportam desta maneira não nasceram de novo, até porque, as Escrituras nos mostram que todo aquele que foi regenerado pelo Espírito Santo anda em novidade de vida procurando assim agradar àquele que o redimiu e salvou.

Isto posto, aconselho as moças que desenvolvem esse tipo de comportamento que procurem em Cristo a satisfação para a sua alma, até porque, nada nem ninguém, pode satisfazer o vazio existente no coração do homem.

Sugiro também aos rapazes tementes a Deus, que fujam deste tipo de moça, as quais mediante um relacionamento fugaz pode até trazer prazer e satisfação, mas, que no fim, produz profundas feridas na alma.

Verdadeiramente o "piriguetismo" não convém a santos do Senhor.

É que penso, é o que digo!

Renato Vargens


segunda-feira, 6 de abril de 2015

Quem eu sou para vocês?


Jesus, certa vez, perguntou aos seus discípulos: “Quem eu sou para vocês?”. Pedro, orientado pelo Espírito Santo, reconhece que Jesus não é simplesmente mais um dos que se autoproclamavam o messias. Ele responde: “O Senhor é o Cristo de Deus” – o Senhor é o Rei ungido por Deus, que veio trazer o governo de
Deus sobre toda a criação, salvando, redimindo e curando tudo o que foi corrompido pelo pecado e pela desobediência. Essa é a confissão básica de onde tudo o mais tem sua origem.

O chamado para seguir a Cristo requer, antes de tudo, uma confissão. Para Pedro e os primeiros discípulos, essa confissão representou um longo caminho de obediência, entrega sacrificial, serviço e martírio. Se Jesus é o Cristo de Deus, o Rei ungido por Deus, enviado para estabelecer seu governo de justiça, paz, alegria e salvação, para aqueles que assim confessam, não existe nenhuma outra opção senão a de segui-lo nos termos que ele mesmo define. C. S. Lewis disse que “o Cristianismo, se for falso, não tem valor; se for verdadeiro, tem valor infinito. A única coisa que lhe é impossível é ser mais ou menos importante”.

A experiência cristã começa com uma confissão sobre quem é Jesus. Toda confissão é clara, objetiva e racional. Nenhuma confissão diz respeito ao que sentimos ou achamos. Nenhuma confissão se fundamenta
em ideias vagas, conceitos abstratos ou sentimentos subjetivos. Quando Pedro afirma: “O Senhor é o Cristo
de Deus”, ele reconhece quem Jesus é dentro da história e da teologia.

A partir dessa confissão começa uma longa jornada. Essa confissão nos oferece uma identidade, um caminho, um jeito de viver e um destino. O apóstolo Paulo entendeu sua identidade como uma nova criatura em Cristo. Era um apóstolo de Cristo, um servo de Cristo, um prisioneiro de Cristo, estava no mundo para realizar a vontade de Cristo. “Para mim o viver é Cristo” – disse ele.

Essa confissão nos aponta um caminho onde abrimos mão da busca por autoafirmação e realização. Um caminho onde buscamos obedecer incondicionalmente ao Cristo de Deus. Um caminho onde aprendemos a orar dizendo: “Não o que eu quero, mas o que tu queres”. Nesse caminho, tomamos a nossa cruz e com ela renunciamos nossa agenda, e nos entregamos à agenda do reino de Cristo.

A confissão diz respeito a uma pessoa. Confessamos a Cristo. Seguimos a Cristo e vivemos como Cristo viveu. A vida de Jesus define nosso jeito de viver – nossos relacionamentos, valores, ética e moral. A pergunta de Jesus é clara: “Quem eu sou para vocês?”. Não cabe na resposta um conceito impessoal, seja ele religioso ou ideológico. A resposta será sempre pessoal – “O Senhor é...”. Quando seguimos uma pessoa, quem ela é define quem seremos enquanto caminhamos. A confissão define nosso destino. O destino de Jesus foi a morte na cruz, o nosso também será. Dietrich Bonhoeffer disse: “Quando Jesus Cristo chama um homem, ele o chama para morrer”. Não existe um meio-termo. Ou Jesus é o Cristo de Deus ou é um grande impostor. Se confessarmos que Ele é o Senhor, nosso destino será traçado por Ele. Porém, a morte na cruz não foi o destino final de Jesus; a ressurreição e sua ascensão revelam sua vitória sobre a morte e nosso destino final.

Quem é Jesus para você? Escreva a sua confissão usando apenas uma sentença. Não responda repetindo irrefletidamente o que Pedro ou outros já responderam. Dê sua resposta pessoal, uma resposta que seja coerente com a forma como você vive. Todos nós vivemos a partir daquilo que cremos, quer tenhamos consciência da nossa confissão ou não. Uma confissão verdadeira nos conduz a uma vida igualmente verdadeira.

Ricardo Barbosa de Sousa

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Dom de Línguas.

Pastor John Piper diz que o dom de línguas tem sido usado de forma contrária ao que a Bíblia ensina.

O dom de línguas é uma das expressões do Espírito Santo que causam mais controvérsias entre os cristãos por conta da complexidade que o envolve e também pelas doutrinas eclesiásticas existentes e que surgiram baseadas em interpretações do Evangelho.

O pastor batista John Piper, um dos líderes cristãos mundiais mais reconhecidos da contemporaneidade, afirmou que não existe embasamento no Novo Testamento para a ênfase e incentivo à busca desse dom e sua prática da forma como acontece hoje em muitas igrejas.

Piper disse que durante seu ministério pastoral, atravessou diversas “fases” no que se refere aos dons do Espírito Santo, em especial, o dom de línguas.

“Parece que se você não fala a respeito disso no púlpito e não ensina sobre isso, ao menos no nosso contexto, esses dons tendem a desvanecer […] Eu diria que na maior parte dessas ‘fases’ eles [os dons] não estão em evidência”, observou o pastor.

A precaução com o dom de línguas, segundo John Piper, deve existir pela preocupação expressada pelo apóstolo Paulo em sua carta aos Coríntios, quando ele sugere que os irmãos não se deixem levar pela emoção e que o dom seja usado em benefício da comunidade.

“Entendo que Paulo não desejava colocar esse dom em destaque. Na verdade, ele estava um pouco aborrecido pela ênfase que o dom havia ganhado”, disse John Piper, mencionando o capítulo 12 da primeira carta aos Coríntios. “Ele teve que colocar limites, ao invés de promover o dom”, acrescentou.

Para o pastor, existem doutrinas que distorcem o propósito dos dons, principalmente no caso do falar em línguas: “Não acredito na doutrina histórica dos pentecostais de que você tem que falar em línguas como sinal de que você está cheio do Espírito Santo, ou até mesmo de que você é um cristão”.

Piper resume seu ponto de vista dizendo que não há indícios de que alguma coisa tenha mudado na forma como o Espírito Santo distribui seus dons, mas sim, na forma como os cristãos tem olhado para essa questão: “Acho que a maneira como esse dom é normalmente usado em público, como uma espécie de êxtase coletivo, não tem base no Novo Testamento”.

“Não vejo nenhuma razão para afirmarmos que algo mudou na história da Redenção e que entre a era dos apóstolos e a nossa era esse dom tenha desaparecido. Se Deus quiser que ele desapareça, ele o fará desaparecer. Mas não vejo nenhum mandamento para que não o busquemos. Na verdade, vejo versículos que nos encorajam a fazê-lo”, ponderou.

Há, segundo Piper, duas aplicações para o dom de línguas: a manifestação do Espírito Santo em um idioma conhecido pela humanidade, mas desconhecido pelo profeta – e que teria aplicação prática na entrega de uma mensagem a alguém que entende tal idioma; e a manifestação através da língua dos anjos, como expressão de um momento espiritual. Nesse segundo caso, o pastor diz que, para que toda a igreja seja beneficiada, é indispensável que haja um intérprete, pois em caso contrário, não há como captar o sentido do que foi dito.

Em muitos casos, segundo Piper, as manifestações são expressões de êxtase, emoção, e por isso o alerta do apóstolo Paulo para que “se não houver intérprete presente, não fale em línguas em público”.

Fonte: Gospel+

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

O significado da Ceia



“Porque todas as vezes que comerdes este pão e beberdes este cálice anunciais a morte do Senhor, até que venha” (1Co 11.26)

Quando o povo de Israel saiu do Egito, Deus mostrou o Seu poder por intermédio das 10 pragas que recaíram sobre aquela nação (Êx 7.14; 12.51). Após 430 anos (Êx 12.41), dentre os quais houve 150 anos de escravidão, Deus ordenou que Moisés instituísse a “Páscoa” (Êx 12.1-20). Seria uma cerimônia simples, em família, quando comeriam pão sem fermento, carne assada do cordeiro da Páscoa (cujos ossos não poderiam ser quebrados) e ervas amargas, como lembrança do tempo da escravidão, no Egito. Eles deveriam comer prontos para viagem, com a mudança embalada para saírem da terra da escravidão.

Todo o simbolismo da Páscoa se traduz na “nova aliança em Cristo”. Jesus é o “cordeiro pascal” (1Co 5.7-8), como também é o pão sem fermento (sem impurezas ou pecado). Por meio de seu sangue derramado no Calvário, Ele nos redime da escravidão do pecado e nos conduz à “terra prometida”, simbolizando a nova vida, guiada pelo Espírito Santo. A Bíblia diz: “Chegou, porém, o dia dos ázimos, em que importava sacrificar a páscoa.” (Lc 22.7). “E disse-lhes: Desejei muito comer convosco esta páscoa, antes que padeça.” (Lc 22.15). “E, tomando o pão, e havendo dado graças, partiu-o, e deu lho, dizendo: Isto é o meu
corpo, que por vós é dado; fazei isto em memória de mim. Semelhantemente, tomou o cálice, depois da ceia, dizendo: Este cálice é o novo testamento no meu sangue, que é derramado por vós.” (Lc 22.19-20).

Jesus instituiu a Ceia como um “memorial” para que os seus seguidores se lembrassem de sua morte na cruz em nosso favor e de seu retorno à Terra para implantar o seu reino glorioso entre nós (1Co 11.23-26). Num cerimonial muito simples, foram usados o pão e o vinho. O pão simboliza a morte vicária (ou substitutiva) do Senhor, pagando o alto preço da nossa redenção. O pão é feito de trigo e água que, misturados, tornam-se uma massa que, por sua vez, é levada ao fogo para assar. O trigo, na parábola do joio (Mt 13.24-30; 36-43) representa os filhos de Deus; no caso da Ceia, simboliza Jesus, o Filho de Deus. A água é a “Palavra de Deus” (Jo 15.3) e também representa o Espírito Santo (Jo 7.38-39).

O mestre também disse aos discípulos, quando vieram para buscá-lo e apresentá-lo aos gregos: “Na verdade, na verdade vos digo que, se o grão de trigo, caindo na terra, não morrer, fica ele só; mas se morrer, dá muito fruto” (Jo 12.24). Portanto, a Ceia nos fala da morte de Jesus e também nos lembra que, como seus discípulos (seguidores), também temos de “tomar a nossa cruz cada dia” (Mt 16.24; Lc 9.23; 14.27). Ser cristão não é apenas viver por Cristo, mas estar pronto a morrer por Ele. Isto é uma realidade entre os nossos irmãos nos países onde há perseguição, entre os novos convertidos que vieram do Islamismo, por exemplo. Muitos são presos, maltratados, torturados e até mesmo mortos, por causa da Palavra de Deus e do seu testemunho.

O vinho ou o suco da uva, outro item importante da Santa Ceia simboliza a vitória do Senhor e o seu retorno à Terra para reinar. O pão passou pelo fogo, mas o vinho surge da fermentação do suco extraído das uvas esmagadas. Ou seja, da morte vem a vida. O vinho é a ressurreição, a esperança do cristão. Portanto, ao tomarmos o vinho, na celebração da Ceia, estamos anunciando a ressurreição de Jesus e a sua volta gloriosa como “Rei dos reis e Senhor dos senhores”, aleluia!
Nós também ressuscitaremos gloriosamente para reinar com Ele (1Jo 3.1-3). Esta é a fé cristã e a esperança dos salvos (1Co 15.12-54).

Pra. Ângela Cintra Valadão

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

SOBRE EXODUS E ÊXODO

Assisti ao filme Exodus no sábado (3-01-15). Seguem algumas coisas que não condizem com as escrituras:

– Deus é um menino,
– Moisés é um general que discute com Deus e quer fazer guerra contra o Egito,
– O cajado de Moisés é entregue a Gérson (seu filho) e este utiliza uma espada para abrir o mar vermelho,
– O mar vermelho não abre, a maré abaixa, mas mesmo assim sobe para afogar os egípcios.

O filme é longo, mas prende a atenção até o final. Achei um bom filme. O Batman foi muito bom como General Moisés, gostei muito de sua atuação. É uma releitura liberal do texto, mas ainda assim vale a pena ver. É incomparavelmente melhor do que Noé de Hollywood.

Voltando ao texto original:

– Deus nunca apareceu no Antigo Testamento como um menino. Vemos Deus como um menino no nascimento de Cristo. No aparecimento a Moisés, a representação da presença de Deus é a sarça ardente (símbolo da IPB),
– As dez pragas são enviadas para confundir os egípcios humilhando os seus deuses e mostrando que O SENHOR é o verdadeiro Deus,
– Moisés não se acha capaz de libertar o seu povo e já tinha 80 anos de idade quando houve a libertação,
– Moisés não vai ao Egito como um general, mas como pastor de rebanho, sem armas e com um cajado,
– Deus é quem enviou cada uma das pragas avisando Faraó antes de cada uma delas, e este sempre tinha seu coração endurecido,
– Deus não mata os primogênitos do Egito como vingança. Ele apenas diz que o juízo viria aquela noite e que todos aqueles que não tivessem sobre suas portas o sangue do cordeiro, teriam a punição que mereciam. Sem dúvida, Deus não mataria nenhum inocente, todos que morreram naquela noite receberam apenas o que mereciam,
– O mar vermelho se abriu e o povo passou com pés enxutos, e as águas eram como paredes de um lado e do outro,
– Deus guiou o seu povo pelo deserto direcionando-os, sustentando-os e mostrando-os sua lei, que é perfeita.

A Libertação da Escravidão do Egito tem como último ato a morte dos primogênitos e o sacrifício dos cordeiros para a salvação de Israel. Assim, o povo que antes era escravo se torna livre por meio do sangue do cordeiro. Egito em hebraico significa terra de escravidão.

Aproximadamente mil e trezentos anos depois, o Cordeiro de Deus vem ao mundo para ser sacrificado a fim de tirar a humanidade da escravidão do pecado. Por meio de Cristo, as cadeias que nos prendem ao mau, são quebradas. Ele é quem veio para trazer a real libertação para nós.

Por Daniel Simoncelos

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

A BESTA, O FALSO PROFETA E O ANTICRISTO.‏



"E vi subir da terra outra besta, e tinha dois chifres semelhantes aos de um cordeiro; e falava como o dragão." (Apocalipse 13:11)

Apocalipse quer dizer Revelação, e por isso esse livro é chamado de revelação de Deus a João, porque esse apóstolo o escreveu sob a determinação de Cristo. João se encontrava preso na ilha de Patmos por ter anunciado o Evangelho. Jesus apareceu em espírito a João e mostrou-lhe as coisas que aconteceram, acontecem e irão acontecer no fim dos tempos. João usa figuras, símbolos e números que somente os cristãos da época os entendiam de forma clara, e as autoridades romanas não os compreendiam. Alguns leitores de hoje têm certa dificuldade de interpretar completamente as visões de João, mas a lição principal do livro é simples e clara. Com grandes milagres, a besta que sobe da terra engana os povos, levando-os a erigir e adorar uma imagem da primeira besta, o anticristo. Também chamada de falso profeta, ela usa de ardis para dirigir àquele líder mundial a adoração devida a Jesus Cristo, o único e verdadeiro Messias. Essa lição serve para ficarmos atentos, observar, pois nem todos os sinais são do Senhor. São muitos os que fazem sinais, mas não vivem a Palavra de Deus, e, consequentemente, nada têm a ver com o Senhor. Também devemos sempre atentar para não ficarmos adorando homem algum, por mais poderoso que possa ser, ou carismático. Nossa adoração só pode ser para o Senhor, e Ele não divide a Glória Dele com ninguém, não é por alguém falar no nome do Senhor e fazer prodígios que devemos adorá-lo. Só adoramos o Senhor. "Porque surgirão falsos cristos e falsos profetas, e farão tão grandes sinais e prodígios que, se possível fora, enganariam até os escolhidos." (Mateus 24:24). Pode até parecer um cordeiro, mas sua fala e seus atos sempre serão de um dragão, a antiga serpente, por isso a necessidade de viver o Evangelho, e não emoções. "E exerce todo o poder da primeira besta na sua presença, e faz que a terra e os que nela habitam adorem a primeira besta, cuja chaga mortal fora curada." (Apocalipse 13:12). Muitos dos que se dizem e se identificam como crentes, evangélicos, gospel são seguidores da besta, do falso profeta, do anticristo.Pessoas têm se iludido com pregações emotivas e bonitas e por operações de alguns sinais, esquecendo que a bússola do cristão é a Bíblia; tudo tem que estar de acordo com a Palavra. O final dos tempos se aproxima, e muitos serão seduzidos pela besta e a adorarão e rejeitarão o Senhor como já se faz hoje.

"E faz grandes sinais, de maneira que até fogo faz descer do céu à terra, à vista dos homens."(Apocalipse 13:13). Fazer sinais não é ação exclusiva de Deus, porque o próprio Senhor deu poderes ao homem e ao diabo, e temos o principal, que é o livre arbítrio, o direito de escolhas. Podemos escolher em quem acreditar e a quem seguir, mas sabemos que somente um conduz à vida, porque o engano vem com a concordância do enganado. Vemos atualmente muita pregação emotiva, vemos sinais, até magias em algumas igrejas, templos denominados evangélicos, e vemos claramente que tudo é engano, mas são muitos os seguidores desses por crerem somente no engano e não buscarem conhecer a Palavra de Deus. Pessoas buscam o Senhor somente atrás de respostas e milagres e não buscam a verdade. A tendência é piorar, como a Palavra nos mostra, e sabemos que muitos se perderão por se recusarem a viver o Evangelho; a besta, o anticristo, o falso profeta conduzirá um grande rebanho à morte eterna. "E engana os que habitam na terra com sinais que lhe foi permitido que fizesse em presença da besta, dizendo aos que habitam na terra que fizessem uma imagem à besta que recebera a ferida da espada e vivia." (Apocalipse 13:14). Atualmente vemos pessoas relatando que esta ou aquela imagem de santa, santo fez algum milagre. Encontramos todo tipo de imagens em tamanhos diferentes e pessoas se curvando a elas e as adorando como se fossem Deus. Pessoas adoram homens, adoram políticos ou pastores, pessoas falam em Deus, mas esses adoradores não olham para a Palavra, não percebem que estão pecando, afastando-se do Senhor. O engano muito vai piorar, mas muitos anticristos já se encontram em nosso meio. "Filhinhos, é já a última hora; e, como ouvistes que vem o anticristo, também agora muitos se têm feito anticristos, por onde conhecemos que é já a última hora."(1 João 2:18). E mais: "Porque já muitos enganadores entraram no mundo, os quais não confessam que Jesus Cristo veio em carne. Este tal é o enganador e o anticristo."(2 João 1:7). O tempo está acabando, já está na hora de acordar, basta olhar os sinais que o Senhor Jesus nos mandou observar. A qualquer momento o Senhor está voltando, e os seguidores dos anticristos, os falsos profetas, da besta, irão para o sofrimento eterno.

 "E foi-lhe concedido que desse espírito à imagem da besta, para que também a imagem da besta falasse, e fizesse que fossem mortos todos os que não adorassem a imagem da besta." (Apocalipse 13:15). O engano vem porque muitos buscam muito mais por milagres, bênçãos, sinais, revelações, do que pelo Senhor, pela Palavra. Os verdadeiros seguidores do Senhor vão enfrentar lutas e perseguições, a bem da verdade, elas já se iniciaram, e quem mais persegue são exatamente os falsos crentes, os seguidores dos anticristos, dos falsos profetas, os que querem facilidades. Esses criticam, perseguem os verdadeiros praticantes do Evangelho de Jesus Cristo, porque o que eles querem é falar em Deus, mas viver em todo tipo de pecado. Dentre em breve veremos os praticantes dos falsos evangelhos se curvarem para a besta e aceitarem o sinal, a marca, em seus corpos. "E faz que a todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e servos, lhes seja posto um sinal na sua mão direita, ou nas suas testas, Para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tiver o sinal, ou o nome da besta, ou o número do seu nome."(Apocalipse 13:16-17). Jesus mandou João escrever essa revelação há dois mil anos, quando não existiam recursos, nem se falava em tecnologias,não existia nem mesmo o papel, como vemos hoje, portanto não podemos nem imaginar máquinas avançadas, como computador. Mas o Senhor revelou que chegaria o tempo em que todos seriam convocados para usar a marca da besta, e já em alguns países, inclusive no Brasil, um grupo de pessoas está usando-a para fins variados. Essa marca está vindo disfarçada, mas exatamente como Jesus nos fala. Será em breve exigido que todos tenham um chip na mão direta ou na testa,que conterá todos os seus dados, tais como CPF, identidade, carteira de habilitação, conta em banco, cartão de crédito, tipo sanguíneo. A desculpa é que, para segurança e controle, as pessoas não mais terão necessidade de transportar dinheiro ou valores, nem mesmo documentos, porque será algo como um código de barra, é só passarem o aparelho de leitor óptico e logo tudo aparece. Chegará o tempo em que todos serão obrigados a usar esse chip, e quem não o usar não poderá comprar, vender ou fazer qualquer coisa, então muitos nessa época, que não está longe, negarão o Senhor. Será que as pessoas permanecerão firmes, mesmo faltando alimento, remédios para si ou para os filhos? Muitos se curvarão e aceitarão, com a desculpa de que Deus não quer que sofram, esquecendo que Deus anda e vive pela Palavra, e há mais de dois mil anos Ele já avisou, e quem o ama não permitirá essa marca, perseverará até o fim. Podemos até morrer no nome do Senhor, mas sabemos que ganharemos a vida e por toda a eternidade. " Aqui há sabedoria. Aquele que tem entendimento, calcule o número da besta; porque é o número de um homem, e o seu número é seiscentos e sessenta e seis." (Apocalipse 13:18). O de Deus e dos seus Espíritos é Sete, Ele descansou no sétimo dia, o número do homem ( todos os seres humanos) é seis, pois foi criado no sexto dia, portanto, assim como a ação do diabo é através do homem, uma vez que ele nada pode fazer sem a intervenção humana, acrescenta mais vezes o número terreno. Tudo gira em torno da triplicação, ou triplicidade: Deus (Pai, Filho e Espírito Santo), (Deus, o homem e o diabo), (Corpo, alma e espírito). Devemos sempre buscar entendimento na Bíblia, na Palavra de Deus. Os que perseverarem e não se submeterem ao governo da besta serão vitoriosos, mesmo que passem por todo sofrimento e venham a perder a sua vida, mas vão ganhar em Jesus. "E odiados de todos sereis por causa do meu nome; mas aquele que perseverar até ao fim, esse será salvo."(Mateus 10:22). Ainda: "Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas: O que vencer não receberá o dano da segunda morte."(Apocalipse 2:11).

Leiam e pratiquem a Bíblia. Que Deus os abençoe.

Um abraço

Pr. Henrique Lino