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quarta-feira, 19 de maio de 2021

O aborto é um crime contra a vida e a dignidade humana

 

Querem legalizar o aborto afirmando que a proibição contraria princípios de liberdade e igualdade. Nem todos os argumentos do mundo me convencem do contrário: o aborto não é uma questão de “saúde pública”, mas um crime cometido contra a vida e a dignidade da pessoa humana. Explico-me: somente Deus tem o direito de tirar a vida, e o feto é um ser vivo.

Se alguém é a favor a legalização do aborto… Que seja! Vivemos em um Estado democrático de direito, o que nos garante o direito de expressar nossos ideais. Porém, fazer apologia a favor da prática abortiva, isso já não podemos aceitar.

Não consigo entender o que faz alguém se tornar militante pró-aborto. A interrupção voluntária da gravidez já virou tema de audiência pública no Supremo Tribunal Federal (STF), que discutiria – mesmo sem competência legal – a descriminalização do procedimento até a 12ª semana.

Pois bem! O interesse de alguns órgãos em desconstruir nossos valores já é algo conhecido. Agora, negar que o tema pode regular um crime contra a vida e desvalorizar a pessoa humana, isso é novidade.

A estratégia no debate é usar a Constituição, contra a Constituição. Explico: questionam se os artigos 124 e 126 do Código Penal, que descrevem o aborto, contrariam princípios de liberdade e igualdade.

São eles:

Art. 124 – Provocar aborto em si mesma ou consentir que outrem lhe provoque:

Pena: detenção de um a três anos

Art. 126 – Provocar aborto com o consentimento da gestante:

Pena: reclusão, de um a quatro anos.

Por outro lado, existe uma forte reação contra o avanço do tema. Somente na Câmara e no Senado, 19 projetos de lei foram protocolados com o objetivo de restringir mais ou dificultar o acesso ao aborto.

Existem aqueles casos em que a Carta Magna garante a possibilidade, como em caso de estupro, feto anencéfalo e risco de vida para a mulher. Não vem ao caso a minha opinião isso.

O fato é que permitir o aborto para quem queira fazê-lo, como se fosse um simples procedimento, é algo terrível para os princípios morais de nossa sociedade.

Resguardar a vida, desde a concepção, não é apenas um valor religioso, mas humano e social. A vida é bem mais precioso da humanidade.

A tese é muito simples. É dever de toda a humanidade preservar a vida do outrem, principalmente tratando-se de um inocente, vulnerável, um agravante na Lei.

Madre Teresa de Calcutá, cristã católica, disse certa vez: “Eis porque o aborto é um pecado tão grave. Não somente se mata a vida, mas nos colocamos mais alto do que Deus; os homens decidem quem deve viver e quem deve morrer”.

E essa é uma verdade incontestável. Se a ciência não pode explicar a vida ou a morte, no sentido de responder de onde viemos e para onde vamos, então deveria considerar que a vida é um “atributo” divino.

Por Abner Ferreira

Cristão, advogado, esposo, escritor, discípulo e Presidente da Assembleia de Deus em Madureira.


A batalha pela família

 

Uma batalha está sendo travada nos nossos dias. É batalha em prol da família.

Os dados inflamados do Maligno sobre a família são muitos. Vamos tentar lembrar de alguns: banalização do divórcio, relativismo moral, secularismo, imoralidade sexual de todo o tipo (homossexualismo, adultério, pedofilia, prostituição, incesto, sexo antes do casamento, pornografia, só para citar alguns), aborto, leis contrárias aos valores morais consagrados até então pela sociedade e outros.

Lendo um livro de Charles Swindoll, casamento: da sobrevivência ao sucesso, (Editora Thomas Nelson), fui levado a 1 Crônicas 12.23-38. Swindoll escreveu um pouco sobre Issacar (v32), mas procurei pensar nos detalhes de cada tribo que se juntou ao exército de Davi.

Fiquei a pensar que na batalha que estamos travando a favor das famílias, precisamos conclamar homens e mulheres que se alistem nesse exército.

Precisamos, no exército que batalha pela família, de pessoas que estejam prontas para qualquer tipo de combate, como os da tribo de Simeão. Diz a Bíblia que 7.100 guerreiros da tribo de Simeão eram guerreiros prontos para o combate (1Cr 12.25). Precisamos de gente assim. Gente que acredita que essa batalha é de Deus e esteja pronto.

A batalha está sendo travada todos os dias, silenciosamente. Requer de nós conscientização espiritual dessa luta, organização e ação.

Precisamos de jovens como Zadoque (1Cr 12.28). Essa batalha requer jovens que acreditem que sexo antes do casamento é errado aos olhos de Deus. Precisamos de jovens como José, Daniel, Timóteo. Jovens que não têm medo de assumirem posições cristãs em suas universidades e círculos de amigo.

O exército que luta pela família precisa de pessoas da estirpe de Issacar (1Cr 12.32). Gente que saiba como se posicionar biblicamente em relação aos temas que atingem a família, como, por exemplo, aborto e homossexualismo. Gente que tenha o dom de escrever artigos e pregar sermões que não deixem dúvidas na cabeça de seus leitores e ouvintes. Gente que saiba tocar a trombeta de forma correta, tendo como base a Palavra de Deus. Caso contrário teremos um exército vacilante e sem saber por onde caminhar no campo de batalha (1Co 14.8).

A família, enquanto instituição, quer contar com pessoas que sejam como os da tribo de Zebulom (1Cr 12.33). Gente que saiba usar todo o tipo de arma. Gente que tenha facilidade de falar, debater, propor leis, escrever, contribuir para organizações que defendem a família e organizar ações em favor da família. Pessoas totalmente decididas pela família.

O exército que batalha pela família deseja ter em suas fileiras pessoas experientes, como os da tribo de Aser (1Cr 12.36). Se a tribo de Levi contribui com a juventude de Zadoque, a tribo de Aser contribui com guerreiros experientes. Pessoas que tenham experiência de vida conjugal e familiar para denunciar todo o tipo de pecado que tenta atingir a família.

Todos os homens das tribos se apresentaram voluntariamente (1Cr 12.38). Deus, o comandante desse exército, está a procura de homens e mulheres assim.

As hostes do Maligno estão organizadas em movimentos, na mídia, nos parlamentos. E os filhos de Deus? Estão temerosos, vacilantes, indefinidos?

A batalha está sendo travada todos os dias, silenciosamente. Requer de nós conscientização espiritual dessa luta, organização e ação. Para sermos vencedores precisamos nos apropriar das verdades da Palavra de Deus (Ef 6.10-20).

Termino com uma frase de Dennis Rainey no seu livro Meditações Diárias para casais: “A batalha em prol da família será ganha se você e eu decidirmos conquistar a frente de batalha que está diante de nós”.

Gilson Bifano



domingo, 14 de março de 2021

Problemas familiares e a comunhão com Deus

Como reagir diante dos problemas familiares, que interferem na comunhão do com Deus?

Estamos vivendo uma verdadeira loucura na esfera da família. A sociedade precisa colar os pedaços da família brasileira com urgência, e nós, os cristãos, em particular, precisamos reparar nossos laços familiares para não haver interferências negativas nas responsabilidades ministeriais, muitas vezes afetadas por preocupações vindas do lar. Mas, como resolver problemas dessa grandeza? O que pode ser feito?

Em primeira instância, discutir assuntos de interesse geral, com a participação de todos, trazendo edificação para o seio da Igreja e integração entre os campos espiritual e familiar de cada membro.

Creio que Deus tem reservado o melhor para os seus fiéis. No Salmo 42.7a encontramos, claramente, um alerta: “Um abismo chama outro abismo”. O impulso inicial que motiva o cristão a promover um conserto com Deus vem da liderança. É necessário ter fidelidade ao Senhor, para que se possa levar outros à obediência. A autoridade da Igreja deve ser leal, servindo de exemplo para qualquer pessoa. Os caminhos do púlpito não podem ser confundidos com uma plataforma para alcançar objetivos que fujam à dedicação de nossas vidas em benefício do reino de Deus.

O fato é que há um descompasso entre a família e a Igreja, entre a emoção e a razão. Isto nos mantém afastados da realidade e longe das bênçãos do Senhor. O bom relacionamento familiar favorece a nossa comunhão com Deus. Uma das piores consequências geradas pela separação entre a vida espiritual e a familiar é a infidelidade matrimonial. É o reflexo de quem busca competir com o mundo, sendo levado pela corrente da corrupção, onde ser fiel é ser ingênuo.

Outro perigo que cerca a família é a revolução formada com a popularidade do sexo. Ele entra nos lares através da mídia, na quantidade de artigos e palestras sobre o assunto, sem contar nas fotos e propagandas, que usam o nudismo, provocando uma atmosfera de maldades e aumentando a distância que liga as pessoas à santidade de Deus.

Devem ser considerados, ainda, com certo respeito, o contato dos pais com os filhos, o papel da mulher na sociedade, a liberdade que a família usufrui, enfim tudo isso é herança de gerações anteriores. A história não começou agora. Então, qual a lição que podemos tirar das experiências vividas? O que temos plantado nos dará condições de colhermos um futuro melhor?

Toda a sociedade sofre a crise da falta de confiança e é preciso construir uma base sólida para o futuro. Somos vítimas da violência. A perda salarial, o desemprego e a crise na família marcam o início do fim. É tempo de unir as nossas forças, levar a sério as questões da família — onde estão escondidos os maiores problemas de cada ser humano. Sem dúvida, depois que a Igreja cresceu, os pastores deixaram de visitar os lares. Entretanto, o meio familiar dos crentes precisa de reparos, de conserto, de perdão e do amor levado pelo afeto pastoral.

Não deixar os crentes ociosos surte grande efeito para o crescimento espiritual de cada um. É importante que renasça um verdadeiro incentivo ao evangelismo, ao estudo da Palavra de Deus e a frequência à Escola Dominical. Formar grupos de visitas, cuidar da obra social, despertar nos membros a vontade de envolver-se nas compras de livros e revistas, distribuir literaturas e organizar bibliotecas, estimulando a leitura, são exemplos de ações que, ao serem promovidas na igreja, fazem com que todos se sintam úteis na obra do Senhor. É essencial também a formação de líderes pelos cursos básicos e aperfeiçoamento através de seminários, valorizando os doutores da Igreja no conhecimento da Bíblia Sagrada.

Investir em projetos da área familiar, gastar naquilo que pode mudar a qualidade de vida das pessoas é gratificante. Vamos orar pela família dos pastores do Brasil. Segundo a Bíblia, Deus é amor. Temos que zelar pela família com responsabilidade, afinal, tudo o que Deus faz é perfeito. Ele sabe o quanto precisamos desse alívio. Através do nosso relacionamento familiar, podemos nos sentir bem e perceber que filhos, esposas e maridos também somam a mesma felicidade. Neste pouco tempo que nos resta até a volta do Senhor, precisamos investir na família. Nós, cristãos, temos a Palavra de Deus nas mãos: a mais preciosa ferramenta, capaz de sanar e reparar as arestas familiares. O único capaz de mudar o coração do homem é Jesus Cristo.

Pb. Espedito Siqueira dos Santos

  Assembleia de Deus em S. José dos Campos/SP

quinta-feira, 9 de abril de 2015

Cresce o número de brasileiros convertidos ao islã.

Em uma mesquita na zona sul de São Paulo toda semana pelo menos seis brasileiros se convertem.

                              Número de convertidos ao Islã cresce no Brasil 

O Jornal Le Monde noticiou neste sábado (04-04-15) que o número de muçulmanos no Brasil cresceu nos últimos anos. A publicação relatou o cotidiano dos praticantes do Islã que vivem no país e revelou que nos últimos 15 anos muitos brasileiros se converteram à religião.

Segundo relatos do jornal, na mesquita localizada no bairro do Cambuci, em São Paulo, pelo menos de quatro a seis brasileiros se tornaram muçulmanos todas as semanas.

Os dados não são oficiais, mas estima-se que pelo menos um milhão de muçulmanos vivem no Brasil e de 30% a 50% deles são novos convertidos. Outro dado apresentado pelo Le Monde é que 1/3 dos muçulmanos são originários de países do Oeste da África que chegaram ao Brasil fugindo da violência.
“A tolerância formidável que existe no Brasil, onde é possível exprimir sua crença com muita liberdade, o que não é o caso em alguns países da Europa”, comentou o imã Abdelhamid Metwally que foi entrevistado pelo jornal francês.

A publicação revela que desses novos convertidos 70% são mulheres com alto nível de escolaridade, vindas de barros da periferia. Elas são atraídas pela justiça social e igualdade racial que é pregada pela religião, segundo análise do jornal.

Muçulmanos reclamam de preconceito

A reportagem não deixou de citar que alguns muçulmanos já foram vítimas de intolerância religiosa no Brasil como o caso da jovem que levou uma pedrada em São Paulo após os atentados de Paris.

Outro caso de intolerância relatado pelo jornal francês foi o da família muçulmana do Rio Grande do Sul que teve a casa incendiada.

Dana Al-Balkhi, uma refugiada síria que vive em São Paulo desde 2013 afirma que os muçulmanos se sente diferente dos brasileiros. “O Brasil é um país extremamente acolhedor, mas a prática do islamismo é difícil”, disse ela que trabalha como secretária da mesquita.

Novela da Globo atraiu brasileiros para o islamismo

Ainda de acordo com o Le Monde a novela “O Clone”, exibida pela Globo entre outubro de 2001 e junho de 2002 foi uma forte propaganda para a religião islâmica.

A trama contava a história de uma mulher muçulmana e os elementos mostrados na novela serviram para fazer com que os brasileiros se interessassem pelas crenças.

Quem fez tal afirmação foi a antropóloga Francirosy Ferreira. “O lançamento em 2001 na TV Globo da novela ‘O Clone’, que tinha o início de sua intriga situada no Marrocos, suscitou o entusiasmo pelo Islã”.  

Com informações RF1

segunda-feira, 6 de abril de 2015

Quem eu sou para vocês?


Jesus, certa vez, perguntou aos seus discípulos: “Quem eu sou para vocês?”. Pedro, orientado pelo Espírito Santo, reconhece que Jesus não é simplesmente mais um dos que se autoproclamavam o messias. Ele responde: “O Senhor é o Cristo de Deus” – o Senhor é o Rei ungido por Deus, que veio trazer o governo de
Deus sobre toda a criação, salvando, redimindo e curando tudo o que foi corrompido pelo pecado e pela desobediência. Essa é a confissão básica de onde tudo o mais tem sua origem.

O chamado para seguir a Cristo requer, antes de tudo, uma confissão. Para Pedro e os primeiros discípulos, essa confissão representou um longo caminho de obediência, entrega sacrificial, serviço e martírio. Se Jesus é o Cristo de Deus, o Rei ungido por Deus, enviado para estabelecer seu governo de justiça, paz, alegria e salvação, para aqueles que assim confessam, não existe nenhuma outra opção senão a de segui-lo nos termos que ele mesmo define. C. S. Lewis disse que “o Cristianismo, se for falso, não tem valor; se for verdadeiro, tem valor infinito. A única coisa que lhe é impossível é ser mais ou menos importante”.

A experiência cristã começa com uma confissão sobre quem é Jesus. Toda confissão é clara, objetiva e racional. Nenhuma confissão diz respeito ao que sentimos ou achamos. Nenhuma confissão se fundamenta
em ideias vagas, conceitos abstratos ou sentimentos subjetivos. Quando Pedro afirma: “O Senhor é o Cristo
de Deus”, ele reconhece quem Jesus é dentro da história e da teologia.

A partir dessa confissão começa uma longa jornada. Essa confissão nos oferece uma identidade, um caminho, um jeito de viver e um destino. O apóstolo Paulo entendeu sua identidade como uma nova criatura em Cristo. Era um apóstolo de Cristo, um servo de Cristo, um prisioneiro de Cristo, estava no mundo para realizar a vontade de Cristo. “Para mim o viver é Cristo” – disse ele.

Essa confissão nos aponta um caminho onde abrimos mão da busca por autoafirmação e realização. Um caminho onde buscamos obedecer incondicionalmente ao Cristo de Deus. Um caminho onde aprendemos a orar dizendo: “Não o que eu quero, mas o que tu queres”. Nesse caminho, tomamos a nossa cruz e com ela renunciamos nossa agenda, e nos entregamos à agenda do reino de Cristo.

A confissão diz respeito a uma pessoa. Confessamos a Cristo. Seguimos a Cristo e vivemos como Cristo viveu. A vida de Jesus define nosso jeito de viver – nossos relacionamentos, valores, ética e moral. A pergunta de Jesus é clara: “Quem eu sou para vocês?”. Não cabe na resposta um conceito impessoal, seja ele religioso ou ideológico. A resposta será sempre pessoal – “O Senhor é...”. Quando seguimos uma pessoa, quem ela é define quem seremos enquanto caminhamos. A confissão define nosso destino. O destino de Jesus foi a morte na cruz, o nosso também será. Dietrich Bonhoeffer disse: “Quando Jesus Cristo chama um homem, ele o chama para morrer”. Não existe um meio-termo. Ou Jesus é o Cristo de Deus ou é um grande impostor. Se confessarmos que Ele é o Senhor, nosso destino será traçado por Ele. Porém, a morte na cruz não foi o destino final de Jesus; a ressurreição e sua ascensão revelam sua vitória sobre a morte e nosso destino final.

Quem é Jesus para você? Escreva a sua confissão usando apenas uma sentença. Não responda repetindo irrefletidamente o que Pedro ou outros já responderam. Dê sua resposta pessoal, uma resposta que seja coerente com a forma como você vive. Todos nós vivemos a partir daquilo que cremos, quer tenhamos consciência da nossa confissão ou não. Uma confissão verdadeira nos conduz a uma vida igualmente verdadeira.

Ricardo Barbosa de Sousa

A ignorância dos inteligentes.


Na medida em que a ciência avança, torna-se cada vez mais valorizada a inteligência. Contudo, ela não é um fim em si mesma. Assim como um motor potente não funciona sem combustível, o inteligente também precisa adquirir conhecimento. Mas ainda assim, pode faltar algo. Um motor em funcionamento pode ser usado para o bem ou para o mal. Alguém pode pensar que o inteligente se dará bem na vida, mas
isto nem sempre acontece.

Recentemente, um jovem de 23 anos morreu na cidade de Bauru, São Paulo, ao participar de uma disputa para ver quem bebia mais vodka. Ele bebeu 25 doses. Uma pesquisa recente apontou que as repúblicas estudantis são os lugares onde os jovens mais bebem. É assim que alguns usam sua recém-conquistada liberdade. Mas estes não são aqueles mesmos inteligentes que conseguiram entrar na universidade? Onde está aquela inteligência? Eles continuam sendo inteligentes. O que faltou foi sabedoria, prudência, bom senso.

O jovem, por volta dos 18 anos, pode ter a ilusão do poder e da independência. Afinal, já pode votar, pode tirar a carteira de motorista etc. Muitos já trabalham e ganham seu próprio dinheiro. É justamente a partir dessa idade que as maiores tolices e loucuras são cometidas (guardadas as exceções). O ambiente universitário traz uma série de pressões. O jovem pode se ver na obrigação de beber, de se drogar e prostituir para provar que é macho. Hoje em dia, até algumas mulheres querem ser “machos”. A embriaguez é um fenômeno cada vez mais frequente entre as moças. Em ambos os gêneros, os adolescentes começam a beber cada vez mais cedo.

Mas eles deixaram de ser inteligentes? Não. Julius Robert Oppenheimer também era muito inteligente, e o que ele fez? Inventou a bomba atômica. A inteligência pode ser usada para o bem e para o mal. Pode-se ter grande conhecimento de português, matemática, química, física, história, geografia, biologia, astronomia etc. mas nada disso protege o jovem das loucuras da modernidade. O que lhes falta é a sabedoria. De modo mais amplo, podemos dizer: o que nos falta, muitas vezes, é sabedoria.

Como podemos adquiri-la? Ela não é um “produto” que se encontra nas gôndolas dos supermercados nem podemos comprá-la pela Internet. Uma das fontes naturais da sabedoria é a experiência. Porém, se esperarmos décadas para consegui-la desse modo, poderá ser tarde demais. Outras fontes são as pessoas mais velhas, mais maduras. A experiência delas pode servir como aprendizado para os mais novos. Para isso, é preciso perguntar, ouvir e atender. Essas pessoas podem ser os pais, os professores e outros líderes idôneos e exemplares. Outra fonte de sabedoria é a Bíblia, a Palavra de Deus. Paulo escreveu o seguinte para o jovem Timóteo: “Desde a tua meninice sabes as sagradas letras, que podem fazer-te sábio para a salvação” (2Tm.3.15).

A respeito da infância de Jesus, a Bíblia nos diz: “E o menino crescia, e se fortalecia em espírito, cheio de sabedoria; e a graça de Deus estava sobre ele... E, tendo ele já doze anos, subiram a Jerusalém, segundo
o costume do dia da festa... E aconteceu que, passados três dias, o acharam no templo, assentado no meio dos doutores, ouvindo-os, e interrogando-os. E todos os que o ouviam admiravam a sua inteligência e respostas... E crescia Jesus em sabedoria, e em estatura, e em graça para com Deus e os homens” (Lc 2.40, 42, 46, 47, 52).

Bom seria que, desde a infância, todos adquirissem o conhecimento bíblico que, aliado à experiência de conversão, produz a sabedoria no coração do cristão. Se isso não aconteceu, ainda pode ser conseguido
durante a juventude ou na idade adulta. Quanto antes, melhor. A história do jovem profeta Daniel nos traz importantes lições. Chegando ao palácio da Babilônia, Daniel e seus amigos demonstraram sua sabedoria
quando se recusaram a beber o vinho do rei Nabucodonosor. Hoje, seria a cerveja, a vodka, a cachaça e o uísque. Entretanto, o texto bíblico ainda nos fala de uma sabedoria superior.

Depois dos primeiros dias, nos quais aqueles jovens se alimentaram apenas com legumes e água, o Senhor os abençoou de modo especial: “Quanto a estes quatro jovens, Deus lhes deu o conhecimento e a inteligência em todas as letras, e sabedoria; mas a Daniel deu entendimento em toda a visão e sonhos” (Dn 1.17). Existe uma sabedoria espiritual, que só Deus pode nos dar (Tg 1.5; 1Co 12.8).

Os ateus são, geralmente, pessoas inteligentes, mas a relação com Deus não é algo que se resolve pela inteligência. Depende de um encontro pessoal, de uma revelação. A inteligência leva o homem até certo ponto e não mais do que isso. Um criminoso pode usar a inteligência para praticar o mal, mas ela não lhe protege das consequências nem lhe garante o esconderijo eficaz.

A inteligência elege o político, mas, por falta de sabedoria, ele pode se tornar um corrupto. A inteligência nos capacita para falar, mas a sabedoria nos faz calar na hora certa. A inteligência nos leva a fazer muitas
coisas. A sabedoria nos faz evitar algumas. O inteligente conquista. O sábio conserva. Com inteligência ganhamos, mas só a sabedoria nos capacita a renunciar. Que o Senhor nos ajude e nos dê sabedoria, não apenas para o nosso benefício nesta vida, mas para que alcancemos a salvação eterna.

Pr. Anísio Renato de Andrade

terça-feira, 24 de março de 2015

Armadura espiritual contra os ataques de Mamon.


Em todo tempo devemos saber como ajustar nossa armadura espiritual, descrita em Efésios 6.10-18, para que andemos em proteção e tenhamos vitórias diárias contra seus ataques. Faça as seguintes declarações de fé, sempre que necessário, ajustando as peças espirituais em sua vida:

Calço os meus pés com as sandálias do Evangelho da Paz.
Creio que Jesus Cristo de Nazaré morreu e ressuscitou e que tem um nome superior a todos os outros. Sou uma testemunha do Evangelho de Jesus com palavras e ações. Não ando no caminho da miséria, da vaidade, da cobiça, da injustiça e da desonestidade. Sou guiado pelo Espírito de Deus e conquistarei tudo o que Deus prometeu em Sua Palavra. Por onde eu passar, levarei a unção de prosperidade e conquista, para quebrar as cadeias da improdutividade, infidelidade e escassez.

Ajusto o cinto da verdade.
Administro meus recursos financeiros com honestidade, sem espaço para a mentira. Não aceito nenhuma confusão ou incredulidade na minha vida financeira. Rejeito, em nome de Jesus, toda informação que adquiri, que me afasta da confiança em Deus e do seu senhorio para me liderar e me prover em tudo. Foco em Jesus Cristo para desfrutar da vida plena que Ele me prometeu. Todas as marcas negativas do meu passado sobre esta área não determinarão o meu presente e muito menos o meu futuro. Protejo pela fé, em Jesus, a minha mente de todo pensamento e escassez e decido pensar em tudo o que é justo, honesto, digno, correto, puro, agradável e decente.

Visto a couraça da justiça.
Reconheço minha vida nova em Cristo e não aceito nenhuma retaliação satânica pela minha herança geracional. O sangue de Jesus me protege contra a inveja, a cobiça, a maldição, os roubos, as perdas abruptas ou sucessivas. Não carrego os erros dos meus antepassados na área financeira; toda legalidade espiritual que porventura tenha me alcançado, eu não a aceito sobre a minha vida, gestão financeira, negócios e onde colocar minhas mãos.

Coloco o capacete da salvação.
Rejeito pensamentos de falta, perda, medo, avareza e consumismo. Tenho a mente de Cristo, então, vou repartir, doar e viver num estado interior de abundância. Reconheço a minha nova condição espiritual – ser filho de Deus. Por ser filho, tenho direito da herança estabelecida por Deus por meio de Jesus. Sei que a graça de Jesus está sobre a minha vida e nada pode me retirar das Suas mãos. Por isso mesmo, em momentos de lutas financeiras, não ficarei paralisado nas circunstâncias. Conto com a ajuda e socorro de Deus, que supre Seus filhos mesmo nas batalhas cotidianas. Nunca olharei uma dificuldade nas minhas finanças como algo definitivo, mas passageiro, como um tempo que poderá me trazer mais crescimento pessoal e fazer com que eu conheça ainda mais ao Senhor. Sei que, se eu buscar o Reino de Deus e a sua justiça, as demais coisas me serão acrescentadas.

Empunho o escudo da fé.
Não terei dúvida, incredulidade ou medo de confiar em Deus. Seguirei o caminho da completa confiança. Tudo o que Ele me pedir, darei, tendo a consciência de que tudo que tenho vem Dele e Ele sempre saberá o melhor para mim. Sei que o Senhor me dará sempre o necessário e me surpreenderá com seu cuidado de Pai. Crerei no impossível. Não vou desanimar. Vou ler a Palavra de Deus com fé e com a atitude de me apropriar de tudo o que Ele me prometeu. Darei passos ousados em empreender os sonhos de Deus e consagro toda a prosperidade que conquistei ou conquistarei ao Senhor Jesus. Todo ataque de Mamon, contra a minha fé, refutarei com mais entrega ao Senhor, que sempre cuida de mim.

Empunho a espada do Espírito.
Lanço em meu coração palavras que geram prosperidade. Declaro que sirvo a Jesus Cristo de Nazaré, fonte de toda provisão – Ele é o pão vivo que desceu do céu. Pelo poder da Sua Palavra, Deus criou todas
as coisas. Então, uso a Palavra de Deus, vou ser feliz, bem-sucedido e multiplicarei recursos para ser um servo abençoador no Reino e na vida das pessoas. Declaro que Mamon não me enganará ou me iludirá com suas sugestões materialistas. Rejeito toda a sua ofensiva para me roubar e trazer sobre minha vida, perdas sucessivas.

Pr. Fabiano Ribeiro
Jornal Atos Hoje 

segunda-feira, 16 de março de 2015

Tudo liberado: meninos poderão usar banheiro feminino e vice-versa.


Diário Oficial garante a comunidade LGBT uso de nomes sociais e uniformes de acordo com sua identidade.

                                                                          Foto: Gustavo Miranda / Agência O Globo 

Meninos poderão usar o banheiro feminino e as meninas poderão usar o masculino nas escolas e universidades do Brasil. Foi o que decidiu um conselho nacional ligado à Secretaria de Direitos Humanos, do governo federal.

O “Conselho Nacional de Combate à Discriminação e Promoções dos Direitos de Lésbicas, Gays, Travestis e Transexuais” publicou, no último dia 12, no Diário Oficial da União a resolução que estabelece o seguinte:
“As escolas e universidades, públicas e particulares, devem garantir o uso de banheiros, vestiários e demais espaços segregados acordo com a identidade de gênero de cada sujeito”.

Ou seja, nas escolas e universidades públicas e privadas do Brasil o uso de banheiros será liberado de acordo com a identidade de gênero declarada por cada indivíduo.

Alguns pais criticaram a resolução lembrando que não há como impedir que oportunistas ingressem no banheiro feminino mediante a autoafirmação de que são travestis ou transexuais. E, sim, basta uma autoafirmação para ser considerado como tal.

Para os defensores da Ideologia do Gênero, cuja influência nas instituições é visível e crescente, a identidade de gênero é transitória e inverificável. Ou seja, um menino pode se autoafirmar travesti hoje e voltar a ser menino amanhã. Basta ele se declarar como tal.

Nome social

Outra resolução do Conselho Nacional de Combate à Discriminação – também publicada no dia 12 de março no Diário da União – estabelece que os menores de 18 anos poderão usar o “nome social” sem apresentar autorização dos pais ou responsáveis. Para os documentos oficiais, o nome civil deve vir junto do nome social.

A medida também vale para processos seletivos de acesso a instituições, como concursos públicos. Além disso, o governo federal recomendou às polícias civis do Brasil que incluam, nos boletins de ocorrência, “campos sobre orientação sexual, identidade de gênero e nome social dos atendidos”. 

Com informações O Globo

sábado, 7 de março de 2015

USOS? COSTUMES? TRADIÇÃO EVANGÉLICA? ou apenas FARDOS DESNECESSÁRIOS?



 Você vai ser redirecionado para o novo site “Difundindo a Palavra de Deus” na URL robertodedeus.com/

Este artigo está no link: http://robertodedeus.com/portal/?p=1730


ou procure no site novo pelo mesmo titulo.



Existem muitas pessoas hoje longe das igrejas evangélicas e totalmente indiferentes à mensagem bíblica por terem sofrido disciplinas e exclusões.
Motivo ?
Foram vistas de lábios ou unhas pintados, de cabelos cortados, usando calças compridas, colar, brincos, jogando bola, soltando pipa ou incorrendo na prática de alguma outra proibição IMPOSTA pela DENOMINAÇÃO que elas frequentavam.
Os líderes evangélicos que excluíram, ou influenciaram decisivamente na exclusão dessas ovelhas do seu rebanho, estariam praticando uma correta e sadia exegese bíblica ? ACREDITO QUE NÃO !
Quando pregamos que a Igreja tem que estar separada do mundo, o que estamos querendo dizer com isto?
Obviamente que não estejamos inseridos no contexto do PECADO. SÓ ISSO!
Em que devemos nos diferenciar das pessoas que ainda não confessaram a Cristo como Salvador ?
Será que devemos nos levantar da mesa de um restaurante quando virmos que à mesa ao lado está sentada uma pessoa que bebe ou fuma ? É EVIDENTE QUE NÃO !!!
Por ter comido com pecadores e publicanos; por ter permitido que seus pés fossem lavados e enxugados por uma mulher pecadora; por ter pregado a sós para uma mulher de Samaria de vida nada exemplar, e por ter morrido entre ladrões, certamente Jesus também seria excluído dessas "igrejas" de HOJE EM DIA.
Quando o Senhor ordenou que fôssemos luz do mundo e sal da terra, estava se referindo a esse desafio de vivermos em um ambiente onde reinam as trevas e a imundície, SEM NOS DEIXARMOS CONTAMINAR POR ELAS. Ele nos instruiu, pois, a influenciar positivamente o mundo com a luz e a preservar com sal aquilo que ainda pode ser preservado. (1)

Muitos líderes religiosos brincam de ser Deus ao IMPOR aos membros das igrejas que USEM “isso” ou “aquilo”.
Qual o texto bíblico que afirma que a mulher não pode usar calça comprida com corte, cores ou bordados femininos, segundo a cultura brasileira?
Seguramente esse texto bíblico NÃO EXISTE !
NÃO CONVÉM QUE AS IGREJAS EVANGÉLICAS SEJAM HIPÓCRITAS !
Da mesma forma NÃO EXISTE um texto bíblico que ordene aos Homens, a imposição de usarem PALETÓ e GRAVATA (pelo menos os que receberam o CHAMADO DE DEUS para serem PREGADORES). É absurdo obedecer aos usos e costumes “impostos” pelas igrejas evangélicas, contrariando, inclusive, a palavra de Deus.

IICoríntios 4 : 1 a 4:
“Pelo que, tendo este ministério, assim como já alcançamos misericórdia, não desfalecemos; pelo contrário, rejeitamos as coisas ocultas, que são vergonhosas, não andando com astúcia, nem adulterando a palavra de Deus; mas, pela manifestação da verdade, nós nos recomendamos à consciência de todos os homens diante de Deus. Mas, se ainda o nosso evangelho está encoberto, é naqueles que se perdem que está encoberto, nos quais o deus deste século cegou os entendimentos dos incrédulos, para que lhes não resplandeça a luz do evangelho da glória de Cristo, o qual é a imagem de Deus.”

Quando, para se cumprir um costume, tem de se perder a misericórdia para com os outros, tal costume não é bom, é maligno !!!
“Mas, se vós soubésseis o que significa: Misericórdia quero, e não sacrifício, não condenaríeis os inocentes.”
( Mateus 12 : 7 )

“E assim invalidastes, pela vossa tradição, o mandamento de Deus.” ( Mateus 15 : 6 )

Além do mais, recebemos de Deus uma consciência para que possamos examinar o que nos convém ou não, de modo que ser obrigado a seguir costumes denominacionais vai contra a liberdade que nos foi dada, sendo algo totalmente retrógrado e imaturo para um cristão.
"Se, pois, estais mortos com Cristo quanto aos rudimentos do mundo, por que vos carregam ainda de ordenanças, como se vivêsseis no mundo, tais como: Não toques, não proves, não manuseies ? As quais coisas todas perecem pelo uso, segundo os preceitos e doutrinas dos homens."
( Colossenses 2 : 20 a 22 )

Os legalistas (pregadores e seguidores) de usos e costumes (doutrinas de homens) estão vivendo DEBAIXO DE MALDIÇÃO, ou seja; estão afastados da graça salvadora oferecida pelo Senhor Jesus na cruz do Calvário, sendo assim, correm o risco de passar a eternidade nas chamas do inferno.

“Mesmo dentre vós surgirão homens que hão de proferir DOUTRINAS PERVERSAS."
( Atos dos Apóstolos 20 : 30 )

Não julgueis os outros pela sua aparência. Lembra-te de que Deus vê mais além das aparências.

1Samuel 16 : 7:
“Mas o Senhor disse a Samuel: Não atentes para a sua aparência, nem para a grandeza da sua estatura, porque eu o rejeitei; porque o Senhor não vê como vê o homem, pois o homem olha para o que está diante dos olhos, porém o Senhor olha para o coração.” (2)

(1) Ricardo Gondim
(2) Aldo Corrêa