SEJA BEM VINDO EM NOME DE JESUS.

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segunda-feira, 6 de abril de 2015

A ignorância dos inteligentes.


Na medida em que a ciência avança, torna-se cada vez mais valorizada a inteligência. Contudo, ela não é um fim em si mesma. Assim como um motor potente não funciona sem combustível, o inteligente também precisa adquirir conhecimento. Mas ainda assim, pode faltar algo. Um motor em funcionamento pode ser usado para o bem ou para o mal. Alguém pode pensar que o inteligente se dará bem na vida, mas
isto nem sempre acontece.

Recentemente, um jovem de 23 anos morreu na cidade de Bauru, São Paulo, ao participar de uma disputa para ver quem bebia mais vodka. Ele bebeu 25 doses. Uma pesquisa recente apontou que as repúblicas estudantis são os lugares onde os jovens mais bebem. É assim que alguns usam sua recém-conquistada liberdade. Mas estes não são aqueles mesmos inteligentes que conseguiram entrar na universidade? Onde está aquela inteligência? Eles continuam sendo inteligentes. O que faltou foi sabedoria, prudência, bom senso.

O jovem, por volta dos 18 anos, pode ter a ilusão do poder e da independência. Afinal, já pode votar, pode tirar a carteira de motorista etc. Muitos já trabalham e ganham seu próprio dinheiro. É justamente a partir dessa idade que as maiores tolices e loucuras são cometidas (guardadas as exceções). O ambiente universitário traz uma série de pressões. O jovem pode se ver na obrigação de beber, de se drogar e prostituir para provar que é macho. Hoje em dia, até algumas mulheres querem ser “machos”. A embriaguez é um fenômeno cada vez mais frequente entre as moças. Em ambos os gêneros, os adolescentes começam a beber cada vez mais cedo.

Mas eles deixaram de ser inteligentes? Não. Julius Robert Oppenheimer também era muito inteligente, e o que ele fez? Inventou a bomba atômica. A inteligência pode ser usada para o bem e para o mal. Pode-se ter grande conhecimento de português, matemática, química, física, história, geografia, biologia, astronomia etc. mas nada disso protege o jovem das loucuras da modernidade. O que lhes falta é a sabedoria. De modo mais amplo, podemos dizer: o que nos falta, muitas vezes, é sabedoria.

Como podemos adquiri-la? Ela não é um “produto” que se encontra nas gôndolas dos supermercados nem podemos comprá-la pela Internet. Uma das fontes naturais da sabedoria é a experiência. Porém, se esperarmos décadas para consegui-la desse modo, poderá ser tarde demais. Outras fontes são as pessoas mais velhas, mais maduras. A experiência delas pode servir como aprendizado para os mais novos. Para isso, é preciso perguntar, ouvir e atender. Essas pessoas podem ser os pais, os professores e outros líderes idôneos e exemplares. Outra fonte de sabedoria é a Bíblia, a Palavra de Deus. Paulo escreveu o seguinte para o jovem Timóteo: “Desde a tua meninice sabes as sagradas letras, que podem fazer-te sábio para a salvação” (2Tm.3.15).

A respeito da infância de Jesus, a Bíblia nos diz: “E o menino crescia, e se fortalecia em espírito, cheio de sabedoria; e a graça de Deus estava sobre ele... E, tendo ele já doze anos, subiram a Jerusalém, segundo
o costume do dia da festa... E aconteceu que, passados três dias, o acharam no templo, assentado no meio dos doutores, ouvindo-os, e interrogando-os. E todos os que o ouviam admiravam a sua inteligência e respostas... E crescia Jesus em sabedoria, e em estatura, e em graça para com Deus e os homens” (Lc 2.40, 42, 46, 47, 52).

Bom seria que, desde a infância, todos adquirissem o conhecimento bíblico que, aliado à experiência de conversão, produz a sabedoria no coração do cristão. Se isso não aconteceu, ainda pode ser conseguido
durante a juventude ou na idade adulta. Quanto antes, melhor. A história do jovem profeta Daniel nos traz importantes lições. Chegando ao palácio da Babilônia, Daniel e seus amigos demonstraram sua sabedoria
quando se recusaram a beber o vinho do rei Nabucodonosor. Hoje, seria a cerveja, a vodka, a cachaça e o uísque. Entretanto, o texto bíblico ainda nos fala de uma sabedoria superior.

Depois dos primeiros dias, nos quais aqueles jovens se alimentaram apenas com legumes e água, o Senhor os abençoou de modo especial: “Quanto a estes quatro jovens, Deus lhes deu o conhecimento e a inteligência em todas as letras, e sabedoria; mas a Daniel deu entendimento em toda a visão e sonhos” (Dn 1.17). Existe uma sabedoria espiritual, que só Deus pode nos dar (Tg 1.5; 1Co 12.8).

Os ateus são, geralmente, pessoas inteligentes, mas a relação com Deus não é algo que se resolve pela inteligência. Depende de um encontro pessoal, de uma revelação. A inteligência leva o homem até certo ponto e não mais do que isso. Um criminoso pode usar a inteligência para praticar o mal, mas ela não lhe protege das consequências nem lhe garante o esconderijo eficaz.

A inteligência elege o político, mas, por falta de sabedoria, ele pode se tornar um corrupto. A inteligência nos capacita para falar, mas a sabedoria nos faz calar na hora certa. A inteligência nos leva a fazer muitas
coisas. A sabedoria nos faz evitar algumas. O inteligente conquista. O sábio conserva. Com inteligência ganhamos, mas só a sabedoria nos capacita a renunciar. Que o Senhor nos ajude e nos dê sabedoria, não apenas para o nosso benefício nesta vida, mas para que alcancemos a salvação eterna.

Pr. Anísio Renato de Andrade

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

A BÍBLIA PROIBI OU ACONSELHA A NÃO BEBER?



Você vai ser redirecionado para o novo site
“Difundindo a Palavra de Deus” 
na  URL   robertodedeus.com/

Este artigo está no link:

 ou procure no novo site, pelo mesmo titulo.

Pastor Silas Malafaia afirma que evangélico não deve ingerir bebida alcoólica “para não dar lugar à carne e ao pecado”. 
Bebidas alcoólicas são um tema tabu entre evangélicos e boa parte das denominações repudia, em suas doutrinas, a ingestão destas. Entre lideranças evangélicas há quem discorde e defenda a liberdade de escolha, mas sempre ressaltando o perigo do vício.
No meio cristão protestante, existem três linhas principais de opinião a respeito do assunto: os abstêmios, que bebem eventualmente e não combatem quem pensa diferente; os temperantes, que também identificados como moderacionistas, e assumem beber com moderação em determinadas situações; e os proibicionistas, que condenam abertamente o consumo de álcool em qualquer circunstância.

O pastor Silas Malafaia publicou um artigo sobre o assunto enfatizando casos específicos na Bíblia de reprovação ao consumo e explicou o motivo pelo qual considera imprópria a ingestão de álcool: 

Pr. Silas, por que os evangélicos, de um modo geral, não ingerem bebidas alcoólicas? Na Bíblia, há alguma proibição ou restrição à ingestão delas?
Em Levítico 10.9-11, lemos:
E falou o SENHOR a Arão, dizendo: Vinho ou bebida forte tu e teus lhos contigo não bebereis, quando entrardes na tenda da congregação, para que não morrais; estatuto perpétuo será isso entre as vossas gerações, para fazer diferença entre o santo e o profano e entre o imundo e o limpo, e para ensinar aos lhos de Israel todos os estatutos que o SENHOR lhes tem falado pela mão de Moisés.
Fomos separados para Deus. Como reis e sacerdotes do Altíssimo, não devemos ingerir bebidas alcoólicas para não dar lugar à nossa carne e ao pecado. Além disso, em Provérbios 20.1, é dito o vinho é escarnecedor, e a bebida forte, alvoroçadora; e todo aquele que por eles é vencido não é sábio. O álcool compromete nossos reflexos e nosso bom senso, e prejudica a nossa saúde.
Essa droga psicotrópica, que atua no sistema nervoso central, pode causar dependência e mudança de comportamento. Além da euforia e desinibição, ela provoca falta de coordenação motora, sono e descontrole. Após alguns anos, os efeitos agudos do álcool são sentidos no fígado, no coração, nos vasos sanguíneos e no estômago.
Somos templo do Espírito Santo (1 Coríntios 3.16,17). Devemos, portanto, cuidar dele. Além de exercício físico e repouso adequado, precisamos adotar uma alimentação mais saudável e abster-nos de bebidas alcoólicas, fumo e do uso irresponsável e sem prescrição médica de medicamentos.
Mesmo um copo de cerveja antes de dirigir pode ser fatal. Você sabia que um copo de cerveja demora cerca de seis horas para ser eliminado pelo organismo? Uma dose de uísque, que é bem mais forte do que a cerveja, demora mais tempo ainda. Por isso, a nova lei de trânsito não admite qualquer teor alcoólico ao motorista, uma vez que, ao diminuir seus reflexos, a probabilidade de acidentes aumenta muito.
O uso do álcool a longo prazo também pode produzir dependência química e cirrose hepática, bem como causar problemas nos relacionamentos interpessoais, atrapalhando o convívio na família e no trabalho.
Em Romanos 6.16, Paulo exortou: Não sabeis vós que a quem vos apresentardes por servos para lhe obedecer, sois servos daquele a quem obedeceis, ou do pecado para a morte, ou da obediência para a justiça?
Não devemos ser escravos de nada nem de ninguém, quanto mais de bebidas alcoólicas, que nada de bom acrescentam à nossa vida!
Há aqueles que contra-argumentam: “Ué, mas Jesus não bebeu vinho? Por que os cristãos também não podem?” Jesus e os judeus, de um modo geral, bebiam um tipo de vinho que era resultante da fermentação natural do sumo da uva. Além disso, a questão não é poder ou não poder beber; é não dever. Como Paulo disse em 1 Coríntios 6.12: Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas convêm; todas as coisas me são lícitas, mas eu não me deixarei dominar por nenhuma.
Para evitar problemas e mau testemunho, há muitas coisas com aparência de mal de que o cristão deve abster-se. Jesus disse a seus discípulos: É inevitável que venham escândalos, mas ai do homem pelo qual eles vêm! (Lucas 17.1). Não podemos escandalizar ninguém, tampouco ser pedra de tropeço à fé de ninguém. Foi isso o que Paulo armou em Romanos 14.13 — Bom é não comer carne, nem beber vinho, nem fazer outras coisas em que teu irmão tropece, ou se escandalize, ou se enfraqueça — e em 1 coríntios 8.13 — Pelo que, se o manjar escandalizar a meu irmão, nunca mais comerei carne, para que meu irmão não se escandalize.
São pelas razões acima expostas que nós, evangélicos, não ingerimos bebidas alcoólicas e condenamos essa prática, que pode levar ao vício do alcoolismo, trazer danos à saúde e aos relacionamentos, acarretando a destruição de vidas.
Sugestões de leitura:
Levítico 10; Provérbios 20; Romanos 14; 1 Coríntios 6; 8

GRIFO MEU:
EM  I CORÍNTIOS 10-31 DIZ “PORTANTO, QUER COMAIS QUER BEBAIS, OU FAÇAIS QULAQUER COISA, FAZEI TUDO PARA GLÓRIA DE DEUS.”

PARA VOCÊ QUE ACREDITA EM DEUS E QUE A BÍBLIA É A SUA PALAVRA, PENSE SOBRE O ASSUNTO DA MATÉRIA E VEJA SE VOCÊ ESTÁ AGRADANDO A DEUS BEBENDO.