SEJA BEM VINDO EM NOME DE JESUS.

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domingo, 29 de outubro de 2023

HALLOWEEN OU REFORMA PROTESTANTE.


Pastor Ciro Zibordi critica igrejas que festejam o Halloween e sugere que pastores comemorem a Reforma Protestante.
Muita gente não sabe, mas o Dia das Bruxas, o Samhain ou Halloween, Ano Novo céltico (31 de outubro), tem uma conexão com o Dia de Todos os Santos da Igreja Católica Romana. Este era originalmente celebrado em maio, e não no primeiro dia de novembro.
No ano 608, o imperador romano Focas apaziguou o

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

95 Teses de Lutero.


Debate para o Esclarecimento do Valor das Indulgências pelo Doutor
Martinho Lutero

31 de outubro de 1517

Por amor à verdade e no empenho de elucidá-la, discutir-se-á o seguinte em Wittenberg, sob a presidência do Reverendo Padre Martinho Lutero, mestre de Artes e de Santa Teologia e professor catedrático desta última, naquela localidade. Por esta razão, ele solicita que os que não puderem estar presentes e debater conosco oralmente o façam por escrito.

Em nome do nosso Senhor Jesus Cristo. Amém.

1. Ao dizer: "Fazei penitência", etc. [Mt 4.17], o nosso Senhor e Mestre Jesus
Cristo quis que toda a vida dos fiéis fosse penitência.
2. Esta penitência não pode ser entendida como penitência sacramental, isto é,
da confissão e satisfação celebrada pelo ministério dos sacerdotes.
3. No entanto, ela não se refere apenas a uma penitência interior; sim, a
penitência interior seria nula, se, externamente, não produzisse toda sorte de
mortificação da carne.
4. Por consequência, a pena perdura enquanto persiste o ódio de si mesmo (isto
é a verdadeira penitência interior), ou seja, até a entrada do reino dos céus.
5. O papa não quer nem pode dispensar de quaisquer penas senão daquelas que
impôs por decisão própria ou dos cânones.
6. O papa não pode remitir culpa alguma senão declarando e confirmando que ela
foi perdoada por Deus, ou, sem dúvida, remitindo-a nos casos reservados para si;
se estes forem desprezados, a culpa permanecerá por inteiro.
7. Deus não perdoa a culpa de qualquer pessoa sem, ao mesmo tempo, sujeitá-la,
em tudo humilhada, ao sacerdote, seu vigário.
8. Os cânones penitenciais são impostos apenas aos vivos; segundo os mesmos
cânones, nada deve ser imposto aos moribundos.
9. Por isso, o Espírito Santo nos beneficia através do papa quando este, em seus
decretos, sempre exclui a circunstância da morte e da necessidade.
10. Agem mal e sem conhecimento de causa aqueles sacerdotes que reservam
aos moribundos penitências canônicas para o purgatório.
11. Essa erva daninha de transformar a pena canônica em pena do purgatório
parece ter sido semeada enquanto os bispos certamente dormiam.
12. Antigamente se impunham as penas canônicas não depois, mas antes da
absolvição, como verificação da verdadeira contrição.
13. Através da morte, os moribundos pagam tudo e já estão mortos para as leis
canônicas, tendo, por direito, isenção das mesmas.
14. Saúde ou amor imperfeito no moribundo necessariamente traz consigo
grande temor, e tanto mais, quanto menor for o amor.
15. Este temor e horror por si sós já bastam (para não falar de outras coisas)
para produzir a pena do purgatório, uma vez que estão próximos do horror do
desespero.
16. Inferno, purgatório e céu parecem diferir da mesma forma que o desespero, o
semidesespero e a segurança.
17. Parece desnecessário, para as almas no purgatório, que o horror diminua na
medida em que cresce o amor.
18. Parece não ter sido provado, nem por meio de argumentos racionais nem da
Escritura, que elas se encontram fora do estado de mérito ou de crescimento no
amor.
19. Também parece não ter sido provado que as almas no purgatório estejam
certas de sua bem-aventurança, ao menos não todas, mesmo que nós, de nossa
parte, tenhamos plena certeza.
20. Portanto, sob remissão plena de todas as penas, o papa não entende
simplesmente todas, mas somente aquelas que ele mesmo impôs.
21. Erram, portanto, os pregadores de indulgências que afirmam que a pessoa é
absolvida de toda pena e salva pelas indulgências do papa.
22. Com efeito, ele não dispensa as almas no purgatório de uma única pena que,
segundo os cânones, elas deveriam ter pago nesta vida.
23. Se é que se pode dar algum perdão de todas as penas a alguém, ele,
certamente, só é dado aos mais perfeitos, isto é, pouquíssimos.
24. Por isso, a maior parte do povo está sendo necessariamente ludibriada por
essa magnífica e indistinta promessa de absolvição da pena.
25. O mesmo poder que o papa tem sobre o purgatório de modo geral, qualquer
bispo e cura tem em sua diocese e paróquia em particular.
26. O papa faz muito bem ao dar remissão às almas não pelo poder das chaves
(que ele não tem), mas por meio de intercessão.
27. Pregam doutrina humana os que dizem que, tão logo tilintar a moeda lançada
na caixa, a alma sairá voando [do purgatório para o céu].
28. Certo é que, ao tilintar a moeda na caixa, podem aumentar o lucro e a
cobiça; a intercessão da Igreja, porém, depende apenas da vontade de Deus.
29. E quem é que sabe se todas as almas no purgatório querem ser resgatadas?
Dizem que este não foi o caso com S. Severino e S. Pascoal.
30. Ninguém tem certeza da veracidade de sua contrição, muito menos de haver
conseguido plena remissão.
31. Tão raro como quem é penitente de verdade é quem adquire autenticamente
as indulgências, ou seja, é raríssimo.
32. Serão condenados em eternidade, juntamente com seus mestres, aqueles
que se julgam seguros de sua salvação através de carta de indulgência.
33. Deve-se ter muita cautela com aqueles que dizem serem as indulgências do
papa aquela inestimável dádiva de Deus através da qual a pessoa é reconciliada
com Deus.
34. Pois aquelas graças das indulgências se referem somente às penas de
satisfação sacramental, determinadas por seres humanos.
35. Não pregam cristãmente os que ensinam não ser necessária a contrição
àqueles que querem resgatar ou adquirir breves confessionais.
36. Qualquer cristão verdadeiramente arrependido tem direito à remissão pela de
pena e culpa, mesmo sem carta de indulgência.
37. Qualquer cristão verdadeiro, seja vivo, seja morto, tem participação em todos
os bens de Cristo e da Igreja, por dádiva de Deus, mesmo sem carta de
indulgência.
38. Mesmo assim, a remissão e participação do papa de forma alguma devem ser
desprezadas, porque (como disse) constituem declaração do perdão divino.
39. Até mesmo para os mais doutos teólogos é dificílimo exaltar perante o povo
ao mesmo tempo, a liberdade das indulgências e a verdadeira contrição.
40. A verdadeira contrição procura e ama as penas, ao passo que a abundância
das indulgências as afrouxa e faz odiá-las, pelo menos dando ocasião para tanto.
41. Deve-se pregar com muita cautela sobre as indulgências apostólicas, para
que o povo não as julgue erroneamente como preferíveis às demais boas obras
do amor.
42. Deve-se ensinar aos cristãos que não é pensamento do papa que a compra
de indulgências possa, de alguma forma, ser comparada com as obras de
misericórdia.
43. Deve-se ensinar aos cristãos que, dando ao pobre ou emprestando ao
necessitado, procedem melhor do que se comprassem indulgências.
44. Ocorre que através da obra de amor cresce o amor e a pessoa se torna
melhor, ao passo que com as indulgências ela não se torna melhor, mas apenas
mais livre da pena.
45. Deve-se ensinar aos cristãos que quem vê um carente e o negligencia para
gastar com indulgências obtém para si não as indulgências do papa, mas a ira de
Deus.
46. Deve-se ensinar aos cristãos que, se não tiverem bens em abundância,
devem conservar o que é necessário para sua casa e de forma alguma
desperdiçar dinheiro com indulgência.
47. Deve-se ensinar aos cristãos que a compra de indulgências é livre e não
constitui obrigação.
48. Deve-se ensinar aos cristãos que, ao conceder indulgências, o papa, assim
como mais necessita, da mesma forma mais deseja uma oração devota a seu
favor do que o dinheiro que se está pronto a pagar.
49. Deve-se ensinar aos cristãos que as indulgências do papa são úteis se não
depositam sua confiança nelas, porém, extremamente prejudiciais se perdem o
temor de Deus por causa delas.
50. Deve-se ensinar aos cristãos que, se o papa soubesse das exações dos
pregadores de indulgências, preferiria reduzir a cinzas a Basílica de S. Pedro a
edificá-la com a pele, a carne e os ossos de suas ovelhas.
51. Deve-se ensinar aos cristãos que o papa estaria disposto - como é seu dever
- a dar do seu dinheiro àqueles muitos de quem alguns pregadores de
indulgências extraem ardilosamente o dinheiro, mesmo que para isto fosse
necessário vender a Basílica de S. Pedro.
52. Vã é a confiança na salvação por meio de cartas de indulgências, mesmo que
o comissário ou até mesmo o próprio papa desse sua alma como garantia pelas
mesmas.
53. São inimigos de Cristo e do papa aqueles que, por causa da pregação de
indulgências, fazem calar por inteiro a palavra de Deus nas demais igrejas.
54. Ofende-se a palavra de Deus quando, em um mesmo sermão, se dedica tanto
ou mais tempo às indulgências do que a ela.
55. A atitude do papa é necessariamente esta: se as indulgências (que são o
menos importante) são celebradas com um toque de sino, uma procissão e uma
cerimônia, o Evangelho (que é o mais importante) deve ser anunciado com uma
centena de sinos, procissões e cerimônias.
56. Os tesouros da Igreja, dos quais o papa concede as indulgências, não são
suficientemente mencionados nem conhecidos entre o povo de Cristo.
57. É evidente que eles, certamente, não são de natureza temporal, visto que
muitos pregadores não os distribuem tão facilmente, mas apenas os ajuntam.
58. Eles tampouco são os méritos de Cristo e dos santos, pois estes sempre
operam, sem o papa, a graça do ser humano interior e a cruz, a morte e o inferno
do ser humano exterior.
59. S. Lourenço disse que os pobres da Igreja são os tesouros da mesma,
empregando, no entanto, a palavra como era usada em sua época.
60. É sem temeridade que dizemos que as chaves da Igreja, que lhe foram
proporcionadas pelo mérito de Cristo, constituem este tesouro.
61. Pois está claro que, para a remissão das penas e dos casos, o poder do papa
por si só é suficiente.
62. O verdadeiro tesouro da Igreja é o santíssimo Evangelho da glória e da graça
de Deus.
63. Este tesouro, entretanto, é o mais odiado, e com razão, porque faz com que
os primeiros sejam os últimos.
64. Em contrapartida, o tesouro das indulgências é o mais benquisto, e com
razão, pois faz dos últimos os primeiros.
65. Por esta razão, os tesouros do Evangelho são as redes com que outrora se
pescavam homens possuidores de riquezas.
66. Os tesouros das indulgências, por sua vez, são as redes com que hoje se
pesca a riqueza dos homens.
67. As indulgências apregoadas pelos seus vendedores como as maiores graças
realmente podem ser entendidas como tal, na medida em que dão boa renda.
68. Entretanto, na verdade, elas são as graças mais ínfimas em comparação com
a graça de Deus e a piedade na cruz.
69. Os bispos e curas têm a obrigação de admitir com toda a reverência os
comissários de indulgências apostólicas.
70. Têm, porém, a obrigação ainda maior de observar com os dois olhos e atentar
com ambos os ouvidos para que esses comissários não preguem os seus próprios
sonhos em lugar do que lhes foi incumbido pelo papa.
71. Seja excomungado e maldito quem falar contra a verdade das indulgências
apostólicas.
72. Seja bendito, porém, quem ficar alerta contra a devassidão e licenciosidade
das palavras de um pregador de indulgências.
73. Assim como o papa, com razão, fulmina aqueles que, de qualquer forma,
procuram defraudar o comércio de indulgências,
74. Muito mais deseja fulminar aqueles que, a pretexto das indulgências,
procuram defraudar a santa caridade e verdade.
75. A opinião de que as indulgências papais são tão eficazes ao ponto de poderem
absolver um homem mesmo que tivesse violentado a mãe de Deus, caso isso
fosse possível, é loucura.
76. Afirmamos, pelo contrário, que as indulgências papais não podem anular
sequer o menor dos pecados veniais no que se refere à sua culpa.
77. A afirmação de que nem mesmo S. Pedro, caso fosse o papa atualmente,
poderia conceder maiores graças é blasfêmia contra São Pedro e o papa.
78. Afirmamos, ao contrário, que também este, assim como qualquer papa, tem
graças maiores, quais sejam, o Evangelho, os poderes, os dons de curar, etc.,
como está escrito em 1 Co 12.
79. É blasfêmia dizer que a cruz com as armas do papa, insignemente erguida,
equivale à cruz de Cristo.
80. Terão que prestar contas os bispos, curas e teólogos que permitem que
semelhantes conversas sejam difundidas entre o povo.
81. Essa licenciosa pregação de indulgências faz com que não seja fácil, nem para
os homens doutos, defender a dignidade do papa contra calúnias ou perguntas,
sem dúvida argutas, dos leigos.
82. Por exemplo: por que o papa não evacua o purgatório por causa do
santíssimo amor e da extrema necessidade das almas - o que seria a mais justa
de todas as causas -, se redime um número infinito de almas por causa do
funestíssimo dinheiro para a construção da basílica - que é uma causa tão
insignificante?
83. Do mesmo modo: por que se mantêm as exéquias e os aniversários dos
falecidos e por que ele não restitui ou permite que se recebam de volta as
doações efetuadas em favor deles, visto que já não é justo orar pelos redimidos?
84. Do mesmo modo: que nova piedade de Deus e do papa é essa: por causa do
dinheiro, permitem ao ímpio e inimigo redimir uma alma piedosa e amiga de
Deus, porém não a redimem por causa da necessidade da mesma alma piedosa e
dileta, por amor gratuito?
85. Do mesmo modo: por que os cânones penitenciais - de fato e por desuso já
há muito revogados e mortos - ainda assim são redimidos com dinheiro, pela
concessão de indulgências, como se ainda estivessem em pleno vigor?
86. Do mesmo modo: por que o papa, cuja fortuna hoje é maior do que a dos
mais ricos Crassos, não constrói com seu próprio dinheiro ao menos esta uma
basílica de São Pedro, ao invés de fazê-lo com o dinheiro dos pobres fiéis?
87. Do mesmo modo: o que é que o papa perdoa e concede àqueles que, pela
contrição perfeita, têm direito à remissão e participação plenária?
88. Do mesmo modo: que benefício maior se poderia proporcionar à Igreja do
que se o papa, assim como agora o faz uma vez, da mesma forma concedesse
essas remissões e participações 100 vezes ao dia a qualquer dos fiéis?
89. Já que, com as indulgências, o papa procura mais a salvação das almas do o
dinheiro, por que suspende as cartas e indulgências outrora já concedidas, se são
igualmente eficazes?
90. Reprimir esses argumentos muito perspicazes dos leigos somente pela força,
sem refutá-los apresentando razões, significa expor a Igreja e o papa à zombaria
dos inimigos e desgraçar os cristãos.
91. Se, portanto, as indulgências fossem pregadas em conformidade com o
espírito e a opinião do papa, todas essas objeções poderiam ser facilmente
respondidas e nem mesmo teriam surgido.
92. Fora, pois, com todos esses profetas que dizem ao povo de Cristo: "Paz, paz!"
sem que haja paz!
93. Que prosperem todos os profetas que dizem ao povo de Cristo: "Cruz! Cruz!"
sem que haja cruz!
94. Devem-se exortar os cristãos a que se esforcem por seguir a Cristo, seu
cabeça, através das penas, da morte e do inferno;
95. E, assim, a que confiem que entrarão no céu antes através de muitas
tribulações do que pela segurança da paz.

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

PAPA FRANCISCO: QUEM É?



Você vai ser redirecionado para o novo site, em 60 segundos, “Difundindo a Palavra de Deus” na URL robertodedeus.com/



Este artigo está no link: http://robertodedeus.com/portal/?p=82    
ou procure no site pelo mesmo titulo.


Jorge Mario Bergoglio é o papa Francisco. Ele ingressou no noviciado da Companhia de Jesus (Jesuíta) em março de 1958, e emitiu seus últimos votos na Companhia de Jesus em 1973. A Ordem Jesuíta foi fundada pelo ex-soldado espanhol Inácio de Loyola para combater a Reforma Protestante, seguindo à risca todos os dogmas do Concilio de Trento, o que tem feito desde a sua fundação oficial em 1540. Seus principais objetivos eram destruir as três grandes religiões que não obedecem ao papa, ou seja: a Igreja Ortodoxa (Grega e Russa), o Islamismo e, principalmente, o Protestantismo. Destruir, também, o povo judeu e todos os dissidentes de Roma considerados hereges. O papa Francisco hoje está divulgando que vai se unir aos protestantes, como temos visto nas redes sociais e também no site do Vaticano. Pergunto: Sendo jesuíta, como pode associar-se aos que são contrários às normas da Igreja Católica? Isso é enganação. Sendo jesuíta, ele vem em pele de franciscano, o qual diz pregar o bem, enquanto o jesuíta é, por natureza, perseguidor. Mais enganação. Hoje o papa vem trabalhando em silêncio e usando a falsidade conforme palavras ditas numa reunião secreta dos líderes jesuítas em 1825, que diziam: Vamos dar preferência a uma guerra secreta, evitando qualquer exposição à publicidade. Cada bispo deve agir rigorosamente sobre o seu rebanho, sendo gentil, porém inflexível. Ele deve ser orientado a assumir a humildade de um cordeiro… para ganhar todos os corações. Mas que também saiba agir com ferocidade, quando tiver de defender os direitos da Igreja… Que nada nos possa diferenciar dos outros homens, em matéria de aparência. Exteriormente, todo católico deve ser sociável, acalentando, ao mesmo tempo, dentro de si, um ódio concentrado e indômita antipatia pelos inimigos. Vejam que em suas falas ele é jesuíta e franciscano ao mesmo tempo. Lobo em pele de cordeiro. Outro apontamento para destruir os protestantes ou quem for contra a igreja Católica: Guardemos no recôndito dos nossos corações o princípio de que – qualquer um que não se juntar a nós devera ser ANIQUILADO e estejamos prontos a fazer isso  tão logo tenhamos os meios (já o conseguiram através do Federal Reserve Bank, USA, e da União Europeia). Fonte: http://www.cacp.org.br/objetivos-da-ordem-jesuita/.

O papa, por ser jesuíta, fez voto de pobreza. Que bom, mas ele não se importa com isso, deixando dívidas pela sua estadia para outras pessoas pagarem por onde quer que ele passe. Em sua vinda ao Brasil, o governo Federal investiu 118 milhões dos cofres públicos tornando-se alvo de muitas críticas, organizado com o dinheiro das nossas contribuições, inclusive de evangélicos que não aceitavam custear a vinda do pontífice. Além disso, ao final da Jornada Mundial da Juventude, a Arquidiocese do Rio de Janeiro ficou com uma dívida milionária. Segundo o bispo auxiliar, dom Antônio Augusto, os gastos com a Jornada foram estimados em 350 milhões. A sede da Igreja Católica no Rio não informou o montante do “prejuízo”, mas estima-se que seja mais de 100 milhões de reais. Segundo notícias veiculadas pelos jornais Folha de São Paulo e O Globo, uma das primeiras opções foi a venda de um imóvel que pertence à Casa do Pobre de Nossa Senhora de Copacabana, propriedade da Arquidiocese, onde no local atualmente funciona o hospital Quinta D’OR, mas está alugado desde 2001. A Rede D’OR pagou 46 milhões pelo espaço no final de agosto (http://noticias.gospelprime.com.br/petistas-evangelicos-divida-jornada-mundial-juventude/ ). A dívida para o pontífice argentino não é importante, pois diz para o mundo que abriu mão das mordomias do Vaticano e mora em um simples hotel. Será? Pois deveria ter vergonha e dizer a verdade, pois ele sabe de tudo isso, porém não pode falar para não perder os adoradores e a exposição que a mídia lhe proporciona.

Agora vou falar do objetivo que me levou a escrever esta matéria, que é o cumprimento das passagens do Apocalipse que envolve o papa que estiver no poder na época. Sabemos que o fim está próximo. NÃO QUERO MARCAR O DIA DO FIM, como muitos já fizeram e erraram, pois se assim eu proceder, também errarei. Mas a Palavra de Deus nos mostra alguns sinais que terão de acontecer para chegar o fim. O sinal que quero mostrar está em Apocalipse 17:11:  “Quanto à fera que era e já não é, ela mesma é um oitavo (rei). Todavia, é um dos sete e caminha para a perdição.” (Bíblia ave Maria). A Palavra de Deus deixa muito claro que o papa é a besta do apocalipse. Sendo assim, como vimos, terá de voltar um deles para ser cumprida a Palavra de Deus. No Vaticano a língua oficial é o latim, e o nome que corresponde ao número 666 que é citado em Apocalipse 13:18: “Eis aqui a sabedoria! Quem tiver inteligência, calcule o número da Fera, porque é número de um homem, e esse número é seiscentos e sessenta e seis”. O papa que corresponde a esse número é João Paulo II. O nome dele em latim é Ioannes Pavlvs Papa Secvndo. O latim não possui a letra “U” e, em consequência disso, é usada a letra “V”. Veja a foto abaixo e entenderá melhor como seu nome corresponde ao “666”:

                                                     Foto: Internet

Então, como João Paulo II, que corresponde ao número da besta (666), terá de voltar conforme a Palavra de Deus, vejamos como interpreto a volta dele conforme o que diz a Bíblia. NÃO ESTOU AFIRMANDO QUE ASSIM SERÁ, posso estar errado.
Hoje já temos a clonagem, e como tudo é enganação na Igreja Católica, o diabo pode inventar o surgimento de João Paulo II em carne e osso, tal qual ele foi no passado. Mas creio que Deus não vai permitir que esse papa volte em carne e osso como ele foi, porque para aqueles que conhecem um pouco da Bíblia, saberão que está sendo cumprida a Palavra de Deus, e voltar-se-ão para Deus. Para os que já ouviram falar desse acontecimento poderão ir para o Senhor por esse motivo, tentando garantir sua salvação por saber que o fim está próximo. Como Deus diz em Sua Palavra, que não saberíamos o dia, se assim acontecer será um grande sinal. Acontecendo isso, Deus estaria avisando alguns indiretamente, mas como Ele é justo e fiel à Sua Palavra, isso jamais aconteceria.

Como penso que João Paulo II voltará, uso a passagem em Mateus 17:10 a 13 que diz: “10. Em seguida, os discípulos o interrogaram: Por que dizem os escribas que Elias deve voltar primeiro? 11. Jesus respondeu-lhes: Elias, de fato, deve voltar e restabelecer todas as coisas. 12. Mas eu vos digo que Elias já veio, mas não o conheceram; antes, fizeram com ele quanto quiseram. Do mesmo modo farão sofrer o Filho do Homem. 13. Os discípulos compreenderam, então, que ele lhes falava de João Batista.” (Bíblia ave Maria). Quando Jesus foi interrogado quanto à vinda de Elias respondeu que ele tinha vindo e não foi reconhecido. Sabemos pela Palavra que naquela época não existia nenhum Elias entre eles, mas Jesus afirmou que ele tinha vindo. Como explicar isso? Vamos para Lucas 1:17:  “...e irá adiante de Deus com o espírito e poder de Elias para reconduzir os corações dos pais aos filhos e os rebeldes à sabedoria dos justos, para preparar ao Senhor um povo bem disposto.” (Bíblia ave Maria). Essa passagem deixa claro que João Batista, como os discípulos entenderam em Mateus 17:10 a 13, não era o Elias em carne e osso, como eles pensaram que voltaria. Elias foi arrebatado aos céus. O Elias a quem Jesus se referia na passagem acima é alguém que estava “em espírito e virtude de Elias”. ISSO NÃO É REENCARNAÇÃO, como algumas religiões acreditam, e o que a igreja Católica pode pregar quando surgir a besta do Apocalipse, que seus líderes ressuscitaram a João Paulo II para enganar o mundo dizendo que é a igreja de Deus.

Baseado no que relatei acima, creio que o papa João Paulo II virá do abismo como diz a Palavra de Deus, como expliquei quando Jesus se referiu a Elias. O papa da época terá as mesmas características: “em espírito e virtudes” de João Paulo II. O papa Francisco faz as coisas bem parecidas a ele. João Paulo II foi muito querido e aclamado por todos, entrou em quase todos os países do mundo, falava no ecumenismo, teve bastante influência e em seu enterro todas as representações do mundo estiveram presentes. Pergunto: - O que o papa Francisco tem feito até hoje? Está rodando o mundo, fala em ecumenismo, fala em unir as religiões segundo os ditames da Igreja Católica, está sendo aclamado até por evangélicos e líderes de outras religiões, como temos visto nas redes sociais, enfim, está influenciando o mundo. Diante disso, ele não parece estar conforme foi João Paulo II? Por isso repito NÃO ESTOU AFIRMANDO QUE SERÁ ASSIM. Estou mostrando e comparando um com o outro. Sendo assim, penso que ele pode ser o último, como está escrito em Apocalipse 17:11 “Quanto à fera que era e já não é, ela mesma é um oitavo (rei). Todavia, é um dos sete e caminha para a perdição.” (Bíblia ave Maria).

Houve pessoas que afirmaram que a contagem seria a partir de 1929, quando o então presidente da Itália Benito Mussolini, deu o pedaço de terra à igreja Católica, através do Tratado de Latrão, onde é hoje o Vaticano. Dessa forma, o Vaticano passou a ter o seu reinado. Sendo assim, o papa Francisco é o oitavo baseando na data de 1929, pois a Palavra de Deus em Apocalipse 17:10 diz: “São também sete reis: cinco já caíram, um subsiste, o outro ainda não veio; e quando vier, deve permanecer pouco tempo.” (Bíblia ave Maria). A partir de 1929, Bento XVI foi o sétimo papa (sétimo rei) e sabemos que ele ficou pouco tempo. Como o papa Francisco está agindo em atitude e virtude de João Paulo II, pode ser ele o último papa que precede o anticristo. Há outra passagem a qual entendo que poderá ser a contagem dos sete reis, que está em Atos 1:6 em que lemos: “Assim reunidos, eles o interrogavam: Senhor, é porventura agora que ides instaurar o reino de Israel? (Bíblia ave Maria). Esse reino foi instaurado em 1948 e considerado O dia da independência, feriado em Israel. NÃO ESTOU AFIRMANDO QUE SERÁ A PARTIR DESTA DATA que será feita a contagem dos reis que estão descritos em Apocalipse 17:10. A Palavra de Deus afirma que ninguém sabe  O DIA, mas Deus nos mostra alguns sinais para o fim que estão relatados em Apocalipse, e é através desses dados que aponto QUE PODERÁ SER O FIM DO MUNDO, vindo depois o juízo final. 

Peço que estudem a Palavra de Deus para tirarem suas conclusões. A besta (que pode ser o papa Francisco) trará o anticristo. Que Deus abra os nossos olhos e ouvidos espirituais em nome de JESUS CRISTO.

Autor: Roberto Wagner
Revisor: Clésio Junior