A FOLHA UNIVERSAL* publicou, um artigo com o título “PAPA DIZ QUE CÉU E INFERNO SÃO ESTADOS DE ESPÍRITO.” Continua a notícia: “De acordo com o papa, o céu não é um lugar, mas um estado de espírito’, que pode ser alcançado por qualquer homem, desde que, após a sua morte, este passe um tempo determinado no que a doutrina católica chama de ‘purgatório’ ou ‘limbo’”. “O purgatório não é um lugar, mas uma condição de vida”, afirmou o papa em seu último pronunciamento. “O inferno, [segundo o papa], também é um ‘estado de espírito’, ligado à condenação eterna, e
SEJA BEM VINDO EM NOME DE JESUS.
quinta-feira, 2 de abril de 2026
segunda-feira, 13 de outubro de 2025
O que é o sacramento católico da eucaristia?
Para os católicos, a Santa Eucaristia ou Missa Católica é considerada a mais importante e mais alta forma de oração. De fato, ir à missa é uma obrigação, sob pena de pecado mortal, a cada domingo e em outros Dias Santos de Obrigação. A Missa é dividida em duas partes: a Liturgia da Palavra e a Liturgia da Eucaristia. A Liturgia da Palavra consiste em duas leituras (uma do Velho Testamento e uma do Novo Testamento), o Salmo Responsorial, a leitura do Evangelho, a homilia (ou sermão) e intercessões gerais (também chamadas petições).
A parte central da Missa é a segunda parte, a Liturgia da Santa Eucaristia. Neste momento, os católicos compartilham do corpo e sangue de Jesus na forma de
terça-feira, 21 de janeiro de 2025
Agostinho de Hipona: o defensor das heresias de Roma
Muitos teólogos
evangélicos modernos exaltam o Agostinho do Século V; porém, nós o rejeitamos
como um herege. Muitos historiadores têm sabiamente observado que Agostinho
(354-430) rejeitou a fé do Novo Testamento ao ponto de usar sua vasta
influência para a formação da Igreja Católica Romana (ICAR).
Benjamim Warfield disse que “num legítimo sentido”, Agostinho é o fundador da ICAR (Warfield: Calvin and Augustine,
p. 22). A própria ICAR reconhece Agostinho como um dos seus principais Doutores
da Igreja, tendo-o canonizado como santo.
Agostinho foi um perseguidor e o pai da geração de perseguidores. “Agostinho de Hipona não apenas se absteve de dar uma base dogmática ao que havia se tornado a prática da Igreja, mas até declarou encontrar validade final à mesma na Escritura: ‘é, realmente, melhor que os homens sejam levados a
segunda-feira, 21 de outubro de 2024
Papa zomba da Graça de Jesus e prega ecumenismo
Representantes da Igreja Luterana e da Igreja Católica assinaram um documento de aproximação entre as duas igrejas, visando estabelecer uma base comum quanto à crença na salvação pela fé. Esse evento “esquenta” mais uma vez o tema polêmico do ecumenismo.
Nesse pequeno artigo, procuro descrever os tipos de ecumenismo que existem. Trata-se de um artigo descritivo, portanto, e não de uma análise crítica. Entretanto, fica evidente que, sendo um pastor reformado, não concordo com o ecumenismo, a não ser quando o mesmo tenta promover a aproximação de denominações evangélicas bíblicas.
Ecumenismo Religioso
É a tentativa de aproximar as grandes e diferentes religiões do mundo. Essa aproximação vai desde cooperação em missões e ação social e política, até união e fusão de credos. A iniciativa tem sido principalmente de órgãos protestantes. O maior deles é o Concílio Mundial de Igrejas (CMI).
A filosofia que permite o CMI fazer esta tentativa é o pluralismo. Como o nome já indica, essa filosofia defende a pluralidade da
quinta-feira, 26 de setembro de 2024
Heresias perpetuadas pela Igreja Católica
LISTA DE HERESIAS E TRADIÇÕES HUMANAS ADOTADAS E PERPETUADAS PELA IGREJA CATÓLICA ROMANA, AO LONGO DE 1.600 ANOS.
"E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará" Jesus em João 8:32
Nota: Estas datas são, em muitos casos, aproximadas. Muitas destas heresias ocorreram há anos antes na Igreja, mas, somente quando foram adotadas por um conselho da Igreja, e proclamadas pelo papa como dogma de fé, elas foram incorporadas aos Católicos.
Uma doutrina para ser verdadeira, tem
que estar de acordo com a palavra de Deus. "À lei e ao Testemunho; Se eles não falarem
segundo esta palavra, é porque não há luz neles." (Isaías 8:20)
Com a Reforma do Século XVI, estas heresias foram repudiadas por não fazer parte da Religião de Jesus, conforme ensina o
A verdadeira história da igreja Católica Romana
Como os livros de história foram em grande parte reescritos, de
forma a amenizar os fatos reais, poucas pessoas conhecem os detalhes
específicos de uma campanha nefanda que em 1200 anos (Doze séculos) torturou e
assassinou milhares de pessoas.
A Inquisição da Igreja Católica Romana foi a maior desgraças que ocorreu na história da humanidade. Em nome de Jesus Cristo, sacerdotes católicos montaram um esquema gigantesco para matar todos os "hereges" na Europa. A heresia era definida da forma como Roma quisesse definir; isso abrangia desde pessoas que discordavam da política oficial, aos filósofos herméticos, judeus, bruxas, e os reformadores protestantes. Em nenhum lugar nas Sagradas Escrituras Jesus matou alguém que discordasse dele, tampouco ensinou que seus seguidores fizessem isso. Nenhum dos apóstolos deu essa instrução no Novo Testamento.
Nosso precioso Salvador nunca ordenou que alguém seja morto por qualquer razão, especialmente por dureza de coração contra sua
sábado, 17 de agosto de 2024
Maria: Mãe de Deus ou Theotokos
Se Jesus é Deus e Maria gerou Jesus, logo
Maria é mãe de Deus.
Jesus não é metade Deus e metade homem, ele é 100% Deus e
100% homem, logo Maria é mãe de Deus.
Agarra-se ainda na tradição da igreja e na
devoção popular.
Silogismos e Erros de Raciocínio
Como bem sabe qualquer estudante de teologia, este é um silogismo válido no campo da lógica.
Todavia, é bom saber que existem
vários tipos de silogismos.
Existem silogismos cujas premissas são
verdadeiras e as conclusões também. Eis um deles:
Deus não pode
quarta-feira, 8 de maio de 2024
O Papa: Vigário de Cristo
É o Papa o vigário (substituto) de Cristo na terra, controlando o poder universal sobre toda a Igreja? Se você acredita no Catecismo, ele é:
“Com efeito, o Pontífice Romano, em virtude do seu múnus de Vigário de Cristo e de Pastor de toda a Igreja, possui na Igreja poder pleno, supremo e universal. E ele pode sempre livremente exercer este seu poder.” P. 253, #882
“O Pontífice Romano… como Pastor e Doutor supremo de todos os fiéis.” P. 255, #891
Enquanto a Igreja Católica eleva o Papa à posição de “supremo pastor e doutor de todos os fiéis”, a Palavra de Deus revela que alguém já ocupa esta posição:
” Mas o Consolador, o Espírito Santo, a quem o
segunda-feira, 1 de abril de 2024
O Catolicismo e suas elucubrações heréticas!
A igreja católica, que conhecemos hoje, é o resultado de alterações feitas a partir da igreja primitiva. Segundo Aurélio, “…o catolicismo romano é a religião que reconhece o Papa como autoridade máxima, que se expande por meio de sacramentos, que venera a virgem Maria e os santos, que aceita os dogmas como verdades incontestáveis e fundamentais e que tem como ato litúrgico mais importante a missa”. O que essa igreja tem em comum com a igreja primitiva? Nada!
Durante os primeiros séculos cristãos ocorreram muitas perseguições, isto cooperou para que a igreja se mantivesse fiel as Escrituras. Este período é chamado de era patrística, ou era dos pais da igreja. Halley fala de Policarpo (69-156 d.C.), discípulo de apóstolo João que foi queimado vivo por se recusar a amaldiçoar a Cristo. Policarpo falou: “oitenta e seis anos faz que sirvo a Cristo e Ele só me tem feito bem, como podia eu, agora, amaldiçoá-lo, sendo Ele meu Senhor e Salvador?”
A corrupção no cristianismo começou já em meados do século III, onde houve o primeiro
sábado, 20 de março de 2021
Os santos fazem milagres
Geralmente os católicos fazem referências aos milagres dos
“santos” para se defenderem. Mas, Apocalipse 16.19; 2 Tessalonicenses 2.9;
Apocalipse 13.13 e Mateus 24.24 provam que não é bom negócio nos conduzirmos
cegamente por milagres. Os católicos precisam saber que há muitos “prodígios”
no Kardecismo, na Umbanda, no Candomblé, no Espiritismo europeu, na Igreja
Messiânica Mundial, no Budismo, bem como em muitas outras religiões e seitas.
Estão todas certas?
Já dissemos e provamos à luz da Bíblia e da História que os
“cristãos” fizeram uma mistura de Cristianismo com o paganismo e que desse
sincretismo surgiu o que hoje se conhece pelo nome de Igreja Católica
Apostólica Romana, a qual, através do que seus adeptos chamam de culto aos
santos e às imagens, perpetua o paganismo. Isto já está provado. Provamos
inclusive que o clero católico não ignora isso. Contudo, voltamos a exibir
provas de que esta afirmação é feita baseada na História Universal e também na
Bíblia. A História Universal nos fala da mitologia greco-romana, babilônica,
africana, etc., segundo as quais existia (e em alguns lugares ainda existe) um
deus ou deusa para cada coisa, enquanto a Bíblia nos dá os nomes de alguns
desses deuses, confirmando a História. Ei-los: Dagom (Juízes 16.21-30), Moloque
(1 Reis 11.7), Diana (Atos 19.23-37), Rainha do Céu (Jeremias 7.18; 44.17),
etc.
É bom lembrarmos que a Bíblia não ensina que as almas dos mortos
salvos estejam em condição de ouvir as nossas orações e repassá-las para
Cristo. Onde está escrito na Bíblia que Maria, a mãe de Jesus, ou quaisquer
outros servos de Deus tenham recebido, ao morrerem, o atributo da onipresença?
Claro, para que tais santos atendam as orações dos seus devotos, que de todas
as partes do mundo oram a eles simultaneamente, necessário se faz que sejam
onipresentes ou dotados de onisciência, para deste modo tomarem ciência lá do
Paraíso Celestial, onde estão, das preces de seus pedintes, bem como para se
certificarem se seus orantes estão ou não orando com fé, já que a Bíblia diz
que sem fé não se obtém a graça pedida. Logo, sendo esse negócio de orar a
Maria, ou a qualquer cristão canonizado pelos papas, uma doutrina estranha à
Bíblia, nos resta saber de onde veio isso. E, como já vimos, veio do paganismo.
Não foi lendo a Bíblia que os católicos aprenderam isso. É por isso que os
padres não cessam de citar a tal de “Tradição” para se defenderem,
quando, empunhando Bíblias, anunciamos que o Catolicismo não é bíblico. Ora, é
muito estranho Deus não ensinar uma única vez, em toda a Bíblia, o livro que se
proclama completo (Apocalipse 22.18,19), capaz de nos preparar para toda a boa
obra (2 Timóteo 3.14-17), e nos conduzir à vida eterna (Jo 20.30-31), a
mediação dos santos. Não é isso curioso?. É, sim, muito lógico concluirmos que,
se os servos de Deus que morreram, estão em condição de ouvir as nossas rezas e
repassá-las para Cristo, como o ensinam os padres, que essa doutrina esteja
exarada nas páginas da Bíblia. Mas, pasme o leitor, a Bíblia não ensina isso
nem mesmo vagamente. Pelo contrário, a Bíblia nos diz que Abraão nem mesmo nos
conhece, isto é, ele nem sabe que existimos (Is 63.16). Essa doutrina é oriunda
da arbitrariedade dos papas que, dizendo-se infalíveis em matéria de doutrina,
se vêem no direito de pregar o que bem entendem. Mas, como disse Jesus, “se
um cego guiar o outro, ambos cairão no barranco”(Mateus 15.14). Logo, não
os sigamos, pois do contrário, cairemos no buraco com eles, isto é, iremos com
eles para o Inferno.
Cremos piamente que se os santos estivessem em condição de atuar
como medianeiros entre Cristo e nós, que isso teria sido registrado na Bíblia,
visto estar escrito que “o Senhor Jeová não fará coisa alguma sem ter
revelado o seu segredo aos seus servos, os profetas” (Amós 3.7). Sim,
se Deus elevou os santos a medianeiros, então Ele mandou os profetas registrar
isso. E, se isso não está registrado, é porque se trata duma doutrina espúria.
Isto é o que diz Amós 3.7, acima transcrito. Isaías 8.20 também revela que toda
doutrina tem que estar respaldada pela Bíblia. Caso contrário, é sofisma: “À
Lei e ao Testemunho! Se eles não falarem segundo esta palavra nunca verão a
alva”.
Uma prova de que não é um procedimento cristão orar aos santos,
pedindo a eles que roguem por nós, é o fato de o povo de Deus nunca ter
recorrido a esse expediente uma só vez sequer. Talvez alguém alegue a
possibilidade desse fato ter ocorrido, sem, contudo, ter sido registrado. Mas o
registro de inúmeras orações bíblicas, das quais citamos uma minúscula parte em
1.2.2, é prova cabal de que não podemos admitir tal possibilidade nem mesmo
remotamente. Por que não encontramos um só versículo falando da mediação dos
santos? Por que os apóstolos não oraram uma só vez a Isaías, a Malaquias, a
Ezequiel, a Elias, a Moisés, a Abraão, a Abel, a Noé e assim por diante? E se
oraram aos profetas, por que não foi registrado? E, se alguém disser que tais
rezas constam só da Tradição, perguntamos: Por que Deus
empreenderia selecionar, para fins de registro, somente as orações a Ele? Será
que não se está inventando moda? Vale a pena fazer isso? Lembre-se: Provamos
acima que o que Deus quer que saibamos para sermos salvos e servirmos a Ele
como convém, está registrado na Bíblia. Logo, a Bíblia nos basta.
Antes da degradação datada do IV século, que deu origem ao
Catolicismo, já existiam alguns “cristãos” pregando heresias de arrepiar, como
o batismo pelos mortos (século I [1Co 15.29]), a libertinagem (século I [Jd
4]), a negação da ressurreição (século I [2Tm 2.18]), orações à “Mãe de Deus”
(século III), etc. Logo, o que ocorreu no início do 4º século não foi o
surgimento das heresias entre os cristãos, mas sim, o aumento do número de
falsos cristãos entre os fiéis, o que facilitou a inserção das heresias no
corpo de doutrinas da sobredita Associação de Igrejas.
Os líderes da referida Associação de Igrejas tornaram-se mais
tarde tão endiabrados que, além de coagir os pagãos à conversão ao
“cristianismo” (como vimos acima), passaram a matar os cristãos que ousavam
discordar de suas esdrúxulas doutrinas. Sim, o “cristianismo” oficial, cujos
líderes (papas) durante séculos exerceram autoridade até sobre muitos reis e
governadores, promoveu fortes perseguições aos verdadeiros cristãos. Criou-se
uma tal de “Santa Inquisição”, que de santa só tinha o nome, para julgar e
torturar até à morte os verdadeiros cristãos, bem como todos os que divergissem
da religião oficial, que a essa altura tornara-se conhecida pelo nome de Igreja
Católica Apostólica Romana. Referindo-se a isso, disse o Doutor Marcos
Bagno: “…Como se sabe… depois da instituição do cristianismo como
religião oficial do império romano…Quem se desviasse desses dogmas era acusado
de heresia e condenado às mais diversas punições, como o exílio, a prisão, a
tortura e a morte na fogueira…” (Marcos Bagno. Preconceito Linguística, 23ª edição, abril de 2003, Edições Loyola: São Paulo, página
156. Ênfase no original [Obs.: O Dr. Marcos Bagno pronunciou assim de passagem,
pois o livro de sua autoria, do qual fazemos esta transcrição, versa sobre o
vernáculo português, e não sobre a Igreja Católica).
Como sabemos, o Império Romano Mundial não mais existe. Mas a
referida “igreja” inovadora tem um pequeno (porém muito rico) país chamado
Vaticano.
Os “cristãos” inovadores não se limitaram às inovações que eles
trouxeram no início do 4o século, como veremos
neste e nos demais capítulos deste livro.
No século XVI, os “cristãos” inovadores sofreram um violento
golpe, pois alguns de seus líderes, lendo a Bíblia, concluíram que estavam
enganando e sendo enganados. E por isso pregaram dentro das igrejas católicas o
que alguns grupos cristãos já vinham fazendo há séculos, em meio às torturas e
morte nas fogueiras da “Santa” Inquisição. Os papas tentaram e tentam refrear
este movimento, mas não conseguem, porque “O SENHOR DOS EXÉRCITOS ESTÁ
CONOSCO”, afirmam os integrantes deste mover de Deus!
Extraído do livro “Análise Bíblica do Catolicismo Romano” –
PASTOR JOEL SANTANA
Por Artigo compilado

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