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sábado, 19 de setembro de 2026

Objeções à expiação ilimitada


1ª objeção: Os propósitos de Deus não podem ser frustrados. Se Deus pretendeu, com a morte de Cristo, salvar a todos e nem todos se salvam, segue-se que Seu propósito foi frustrado.

 

Sproul, em Eleitos de Deus, argumenta: “Os arminianos não têm razão verdadeira para crer que Jesus não morreu em vão. São deixados com um Cristo que tentou salvar a todos, mas na realidade não salvou ninguém.”[1]

 

Resposta

Se Deus pretendeu com a morte de Cristo realmente salvar, indiscriminada e incondicionalmente, a todos os seres humanos, certamente poderíamos dizer que os propósitos de Deus seriam frustrados, caso todos não se

quarta-feira, 6 de maio de 2026

Quem são os Eleitos?

Uma Análise das Palestras da Conferência João 3.16

A doutrina da eleição tem sido central para debates teológicos, particularmente no contexto da salvação. A eleição, ou escolha divina, trata de quem será salvo. A questão principal é se Deus escolhe as pessoas para a salvação de maneira incondicional, sem que estas tenham qualquer papel em sua própria salvação, ou se a eleição está, de alguma forma, relacionada à resposta de fé do indivíduo ao evangelho.

Historicamente, duas grandes abordagens têm dominado essa discussão. A visão calvinista da eleição incondicional sugere que

quarta-feira, 1 de janeiro de 2025

Soberania Divina e Responsabilidade Humana

 

A relação entre a soberania divina e a responsabilidade humana pelo pecado é um tema de intenso debate na teologia cristã, especialmente no Calvinismo. R.C. Sproul, um dos mais respeitados apologistas calvinistas, defende em seu livro Eleitos de Deus que Deus preordenou todos os eventos, inclusive o pecado, e que a permissão divina para o mal é, em certo sentido, “boa”. Contudo, esse ponto de vista enfrenta críticas consideráveis de teólogos e filósofos cristãos como William Lane Craig, que argumentam que essa perspectiva transforma Deus em autor do pecado e levanta dúvidas quanto à responsabilidade humana.

Este artigo examina essa questão à luz das Escrituras, baseando-se nas afirmações de Sproul e na crítica de Craig, e explora se o