As Bíblias tanto católicas como protestantes possuíam um mesmo conteúdo até que no concilio de Trento, em 1546, após o início da reforma protestante em 1517 a Igreja católica decidiu considerar alguns livros além dos 66 que já eram aceitos como canônicos (inspirados) para a base de sustentação de algumas doutrinas católicas que eram refutadas por Lutero e seus companheiros, com base nas Escrituras. A Igreja Católica, diante da dificuldade de responder as acusações levantadas pelos protestantes, decidiu adotar um conjunto de livros escritos no período intertestamentário (entre Malaquias e Mateus), sete ao todo (Tobias, Judite, Baruc, Eclesiástico, Sabedoria e I, II Macabeus) e mais algumas partes inseridas nos livros de Daniel e Ester. As principais
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