Segundo Geisler: “No que diz respeito à Bíblia, não há papel algum para as relações sexuais antes do casamento… Na realidade, é um pecado que a Bíblia chama de fornicação (cf. G15.19; 1 Co 6.18)” (Ética Cristã, p. 170). Diz, ainda o referido autor-, “Se a pessoa não está pronta para tomar sobre si as responsabilidades de uma pessoa e família, não deve mexer com o sexo” (ibidem, p. 171). Concordamos com esse entendimento. O sexo, atualmente, tem sido um instrumento do Diabo para a destruição de vidas, ao lado das drogas, do crime e de outros meios destrutivos. A infidelidade conjugal tem assumido proporções alarmantes. Certas pesquisas dão conta de que metade das mulheres, no país, já praticou o adultério. Percentagem maior é observada entre os homens que traem suas esposas. Tal comportamento, reprovado pela ética cristã, tem sido incentivado nas novelas e filmes, exibidos na TV. Infelizmente há muitos
SEJA BEM VINDO EM NOME DE JESUS.
domingo, 5 de outubro de 2025
terça-feira, 15 de junho de 2021
05 provas irrefutáveis que uma mulher casou com um menino
- Um homem menino não assume o seu papel de líder do lar, comportando-se de forma subserviente, sendo incapaz de liderar, servir e cuidar da sua família.
- Um homem menino é machista e acha que não pode ajudar a esposa nas tarefas domésticas. Para ele, fazer o almoço, lavar a louça ou mesmo cuidar do bebê é absurdo e inadmissível. Outro dia por exemplo, li nas Redes Sociais a história de que muitos homens tem defendido a causa de que um genuíno homem não pode lavar louça.
- Um homem menino é chorão, reclamão, se considera uma vítima da esposa e um eterno injustiçado.
- Um homem menino não gosta de trabalhar, sempre tem uma desculpa para não permanecer num emprego, é acomodado e se deixar, aceita ser sustentado pela mulher.
- Um homem menino adora um rabo de saia, não valoriza a esposa que tem, e sempre que tem oportunidade, joga sua cantada de eterno adolescente à uma outra mulher.
Isto posto, se seu marido age assim isso aponta para o fato de que ele não cresceu. E se você é homem e reconhece alguns destes comportamentos, está na hora de amadurecer e crescer.
quarta-feira, 19 de maio de 2021
Sexo no Casamento, Tabus, Preconceito e Santidade
No
estudo “UNIDOS EM UMA SÓ CARNE”, mostramos a razão pela qual o sexo só deve ser
praticado depois do casamento, segundo a Bíblia Sagrada. Hoje quero abordar um
assunto muito delicado para a vida de muitos casais: a prática sexual no
casamento. Infelizmente essa tem sido a causa de muito descontentamento e
fracasso entre maridos e esposas, seja por diferenças de concepções e até mesmo
por preconceitos ou medo por não se está agradando a DEUS. O que fazer, então,
quando se descobre que o marido ou a esposa é uma bênção na Igreja, mas
na cama não atinge aos anseios sexuais? Deve-se continuar o casamento pela
vida inteira pelo simples fato da satisfação social? São perguntas que
pretendemos responder ao longo do nosso estudo.
“Vos
revistais do novo homem que, segundo Deus, é criado na verdadeira justiça e
santidade”. (Efésios 4:24)
Antes,
gostaria de trazer à luz um dado curioso: de muitos atendimentos que fiz nessa
área, os grandes queixumes partiram das mulheres (acredito que 90%), que se
diziam total ou parcialmente insatisfeitas com seus maridos. O mais desolador é
saber que muitas dessas ou já haviam buscado satisfação sexual com outro homem
ou pensavam em fazer. Esse dado é preocupante e curioso por dois aspectos:
primeiro porque ao longo da história, da tradição e visão machistas, sabe-se
que o homem sempre foi conhecido por seu grande apetite sexual; e segundo, que
as mulheres como as mais fiéis. Parece-nos, pela estatística acima, que a
situação mudou. A análise até que faz um certo sentido quando o ser humano é
visto individualmente, nutrido de objetivos egoístas, instintivo, animal. E
isto gera um grande problema se trouxermos a visão egoísta do prazer sexual
para dentro do casamento. De uma forma geral, o homem, por sua natureza, é um
ser extremamente insaciável. Ou seja, ele sempre está querendo mais e mais, e
nunca está satisfeito com o que tem. Em alguns aspectos de vida, isso é muito
bom, mas para o sexo no casamento é uma catástrofe iminente.
Quando
se casam duas pessoas passam a relativar muitas coisas: deixam de comprar
determinadas roupas de grife, não frequentam mais todos os lugares, existe hora
para chegar em casa, enfim, há a notória necessidade de conciliar gostos e
prazeres diferentes, ainda que se tenha que abrir mão de muita coisa, por amor
ao outro. E com o sexo não pode ser diferente. O sexo é produto do amor entre
duas pessoas e, também, precisa ser moldado em algumas diferenças que
porventura venham a surgir.
Quero
começar o estudo chamando a atenção dos meus queridos leitores para duas
palavras centrais presentes em nosso versículo de abertura: justiça e
santidade. Ser justo, dentre as diversas atribuições do casal, é também agradar
sexualmente o outro; ter domínio absoluto do corpo do conjugue em santificação
e honra. O que isso significa na prática? Significa proporcionar prazer e
alegria ao companheiro ou à esposa, sem agressão moral e sem desrespeitar os
princípios cristãos. O caráter de quem pratica o ato sexual em santificação
jamais é instintivo ou autocontemplativo, egocêntrico. O sexo cristão é muito
mais para o benefício do outro do que para o nosso benefício. Daí a razão pela
qual o apóstolo Paulo escreveu: “O marido pague à mulher o que lhe é devido, e
da mesma sorte a mulher ao marido” (1 Cor. 7:3). Sendo assim, não é apenas um
dever de quem está casado, mas também um dos elementos da Justiça de DEUS. Quem
não dar honras sexuais (não por obrigação, mas por amor), peca tanto por não
atender a essa Justiça com plenitude, como por não cumprir uma responsabilidade
matrimonial feita diante de DEUS. Já vimos em outro estudo que a vida sexual de
uma pessoa reflete o estado espiritual da mesma.
E
o que tem acontecido com boa parte dos casais casados? Um ou outro tem trazido
para o leito de prazer comportamento e princípio sexuais completamente
mundanos, de quem ainda não recebeu o Espírito de DEUS, tais como agressão
moral e física consentida, certas práticas animalescas (assistir filmes
pornográficos) etc. Em outro extremo, homens ou mulheres cristãos, que pensam
ter se transfigurado em anjo, também deixam de viver a plenitude sexual no
casamento por pensarem infringir as leis divinas de santidade. Por exemplo:
conheci um caso em que o marido não permitia que a esposa nem olhasse para ele
no momento do ato sexual e nem tocasse em seu corpo. Outro caso: quando a
esposa sugeriu uma nova posição, o marido a taxou de “suja” e “cheia do
espírito de Jezabel”. Tal postura é reflexo do modelo de igreja ortodoxa e
ultrapassada, que influenciou o pensamento de muitos, e na qual o tema sexo era
completamente ignorado. Um caso como esse só pode ser concebido pela ótica da
ignorância e do preconceito com a companheira, onde a mesma é tratada como um
mero objeto de reprodução e de satisfação de um apenas, e também se confunde
submissão com escravidão. Uma pessoa que se casa com a ideia retrógrada do ato
sexual tem muita dificuldade de deixar que o cônjugue participe desse espaço de
comunhão. Por isso, o debate salutar da sexualidade, baseado na Santa Palavra
de DEUS, entre jovens, homens, mulheres, casados e solteiros é tão importante e
deve permear as prioridades essenciais das igrejas cristãs contemporâneas.
Uma
grande falha na vida sexual dos casados é criar uma enorme expectativa de que o
outro tem por obrigação de nos satisfazer plenamente. Esse é o sonho guardado
durante o período do namoro e do noivado. O envolvimento íntimo jamais pode ser
unilateral e se desenvolver repleto de certas cobranças indevidas. As
descobertas dos caminhos que levam ao prazer; o aumento do desejo em estar e
proporcionar alegria são fatores que vão amadurecendo e crescendo ao longo do
tempo. Se o ato sexual deixar de ser encarado dentro de uma concepção egoísta,
a relação se tornará muito mais saudável e o prazer próximo. O que não deve,
repito, é uma das partes ser tratada com desleixo, desrespeito ou preconceito.
Nos casos onde não há uma boa harmonia no ato sexual, sugiro ao casal buscar, o
mais rápido possível, ajuda profissional e pastoral, além de participar de
encontros de casais na igreja. Sexo é uma questão puramente pessoal,
educacional, cultural e espiritual (para os cristãos), que não pode ser imposta
como regra geral, mas que deve ser compartilhada com o companheiro. O que deve
haver, são regras de conduta (moral), cada qual respeitando os anseios que
ambos desejam atingir no ato sexual.
Por
fim, é preciso saber que no casamento o sexo não pode ser partilhado apenas
como “descarga das tensões” do dia-a-dia, mas como um exercício de amor e de
prazer pelo próximo; e quando usado egoisticamente destrói o afeto e quebra o
compromisso conjugal diante de DEUS. Que o Nosso PAI nos abençoe!!
Por:
Fernando César Timóteo Alves
Ministério
Interdenominacional Recuperando Famílias para Cristo – Brasília/DF
quinta-feira, 11 de março de 2021
O casamento é indissolúvel
“Divórcio feito perante os homens não é reconhecido por Deus e nem
desfaz o casamento. De modo que qualquer das partes que venha a recasar se
tornará culpada de adultério contínuo. Sendo o celibato, a única opção para os
repudiados. Que a igreja, não deve batizar nem aceitar membros recasados sob
qualquer motivo, mas apenas aceitá-los como congregados até que o seu caso seja
solucionado biblicamente.
O Casamento é indissolúvel ?
“Sim, o casamento é indissolúvel, porque o próprio Deus disse que o
que Ele uniu não o separe o homem. O homem se divorcia indevidamente por
causa da dureza de seu coração. “Assim não são mais dois, mas uma só carne.
Portanto, o que Deus ajuntou não o separe o homem… Então por que mandou, Moisés
dar-lhe carta de divórcio e repudiá-la? Disse-lhes ele: Moisés, por causa da
dureza dos vossos corações, vos permitiu repudiar vossas mulheres; mas ao
princípio, não foi assim.” (Mt 19:6- 8 ACF)
E divórcio desfaz o casamento?
“Não diante de Deus. Tanto, não desfaz o casamento perante Deus, que
quem casar com a parte repudiada comete adultério” (Mt 19:9; Rom 7:1-3)3. Há
diferença entre “repúdio” e “divórcio” ?
“REPÚDIO é a separação autorizada por Deus por causa de adultério, no
caso de infidelidade conjugal; E DIVÓRCIO é o repúdio legalizado, e se houver
recasamento torna-se em “adultério legalizado”.
Há qualquer direito para qualquer uma das partes recasarem, seja para a
parte fiel ou para parte infiel ?
“Diante de Deus não. Nem a parte inocente tem direito a recasar. A
vocação e a vontade de Deus para pessoas repudiadas é o celibato enquanto o
cônjuge do primeiro casamento viver, se vier a recasar comete adultério.
Por causa desta posição de Cristo, os discípulos se escandalizaram e
disseram: ‘Se assim é a condição do homem relativamente à mulher, não convém
casar’. (Mt 19:10 ACF) – Então Cristo, mostrou o que ele esperava das pessoas
que fossem repudiadas ou divorciadas: se fazer eunuco pelo Reino’ – porém
‘todos podem receber esta palavra’, inclusive muitos pastores não aceitam esse
“duro” conceito – Além disso, Cristo mostra que a situação diante de Deus em
nada se altera, pelo fato dos homens não aceitarem o conceito de Deus, e
acrescenta: “Quem pode receber isto, receba-o”, ou seja, o problema é deles se
não aceitarem este conceito e passando por cima de tudo recasarem”. “Jesus,
porém, lhes respondeu: Nem todos podem receber esta palavra, mas só aqueles a
quem é concedido.Porque há eunucos que assim nasceram do ventre da mãe; e há
eunucos que foram castrados pelos homens; e há eunucos que se castraram a si
mesmos, por causa do reino dos céus. Quem pode receber isto, receba-o”. (Mt
19:11-12 ACF) Isso mostra que algumas pessoas repudiadas, logo no início de seu
repúdio, podem vir a aceitar a posição celibatária em obediência a Cristo, mas
depois as conveniências pessoais poderão fazê-las mudar de opinião”.
A parte fiel e a parte infiel que recasar enquanto o cônjuge estiver
vivo está em adultério contínuo?
“Sim. Estão em adultério contínuo, porque é isso que a Bíblia diz”.
O que terá de fazer a parte infiel que recasar para sair do adultério
contínuo e ser perdoada ?
“Separar-se do cônjuge com quem se casou sem autorização divina”.
Se o divorciado e “recasado” fez isso quando ainda era descrente, como
fica a sua situação em relação a Deus e a igreja?
“Paulo confessa arrependido muitos pecados cometidos antes de sua
conversão e diz que praticou tais pecados na ignorância, mas não praticou mais
tais pecados, porque se converteu. Então, o mesmo se aplica, aos recasados de
divórcio, que fizeram isso antes da conversão ou na ignorância, e a prova de
que realmente se arrependeram, é que estão prontos a desfazer o pecado que
fizeram durante a ignorância, ou seja, separar-se do adultério contínuo causado
pelo casamento não autorizado por Deus. Se é mesmo um salvo, é também uma nova
criatura, e se é nova criatura, as coisas velhas passaram, inclusive o
adultério, também tem de passar”.
Muitos pastores permitem os recasados continuarem em seus segundos
casamentos e dizem que Deus os perdoou e que portanto não mais estão em
adultério contínuo, isso por que eles se arrependeram, e que não há pecado que
Deus não perdoa – assim como perdoou um assassino que praticou o assassinato
antes da conversão e ele pode ser aceito sem restrições na igreja e até no
ministério, porque Deus não faria o mesmo com os recasados de divórcio?
“O que cometeu assassinato antes de ser crente, e verdadeiramente se
arrependeu, não está cometendo mais este pecado. Em Provérbios 28:13 – a Bíblia
diz: ‘O que encobre as suas transgressões nunca prosperará; mas o que as
confessa e deixa, alcançará misericórdia’. O mesmo pode ser aplicado aos
divorciados e recasados, enquanto lutarem por encobrir a condição de adultério
em que estão, e não o abandonarem, jamais poderão ter a misericórdia ou o
perdão de Deus”
Leiam e pratiquem a Bíblia.
Que Deus te abençoe.




