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segunda-feira, 28 de setembro de 2026

O PAPADO E O DOGMA DE MARIA

Reverendo Hernandes Dias Lopes. Ele escreveu um livro O papado e o dogma de Maria, à luz da Bíblia e da história.

Interessante. E no capítulo 6 ele diz: "O que a Bíblia não ensina sobre Maria?" Sabe qual é o primeiro ponto? Maria não é a mãe de Deus.

No paganismo, a veneração de mulheres deusas já era uma prática mesmo antes de Maria nascer. As culturas pagãs adoravam várias deusas, como Star da Assíria, Astard, a rainha do céu da Fenícia e Canaã, Isis, a rainha do céu do Egito, Sibel, a mãe de todos os benditos de Anatólia e Ártemis, a divina virgem da Grécia. Com o advento da liberdade religiosa pelo Edito de Milão, em 313 depois de Cristo, afluiu a igreja, ou seja, na igreja, uma grande leva de pessoas não convertidas, oriundas do paganismo, trazendo em sua

quinta-feira, 9 de julho de 2026

Os quatro dogmas marianos

 

A Igreja católica reconhece oficialmente quatro dogmas marianos:

1. Maternidade Divina (431 d.C.) – Proclamado no : Maria é a Mãe de Deus (Theotokos), por ser mãe de Jesus Cristo, que é verdadeiro Deus e verdadeiro homem.

2. Virgindade Perpétua – Maria permaneceu virgem antes, durante e após o nascimento de Jesus.

3. Imaculada Conceição (1854) – Definido por : Maria teria sido preservada do pecado original desde sua concepção.

4. Assunção de Maria (1950) – Definido por : Maria foi elevada ao céu em corpo e alma ao término de sua vida terrena.

É possível apresentar uma crítica teológica aos quatro dogmas marianos a partir de uma