C.S. Lewis era um ateu que pensava que o mal refutava Deus. Mais tarde, ele percebeu que ele estava roubando de Deus, a fim de discutir com ele. Ele escreveu: “[Como ateu] meu argumento contra Deus era que o universo parecia tão cruel e injusto. Mas como eu tive essa ideia de justo e injusto? Um homem não chama uma linha torta, a menos que ele tenha alguma ideia de uma linha reta. Com o que eu estava comparando este universo quando eu o chamei de injusto?” (TUREK, 2014, p. 115). Ravi Zacharias chegou a mesma conclusão com a seguinte lógica, quando conversava com
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