Grandes religiões para escolher, sedutores caminhos para
trilhar, livros iluminados para ler, filosofias sacras para pensar, dogmas
milenares para crer, comportamentos padronizados para seguir. Milhares e
milhares de almas espalhadas por todos os continentes.
Pessoas regidas por suas religiões, maestrinas de suas
vidas. Vidas que depositam suas esperanças no invisível pelo poder avassalador
de alguma fé que lhes confere razões para viver e morrer.
Divindades. Paraísos. Verdades. Mentiras. Tudo permeando o misto labirinto das religiões. Como encontrar uma saída diante de tantos corredores? Aliás, existiria alguma saída? Eureca! A “saída” nos remete à ideia de
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