quarta-feira, 10 de junho de 2026

Por que Jesus teve que nascer de uma virgem?


O nascimento virginal não foi um detalhe opcional, mas necessário para que Jesus fosse:

- Verdadeiramente Deus

- Verdadeiramente homem

- Sem pecado

- Legítimo Messias prometido

Vamos por partes.

1 - Para cumprir a profecia messiânica

A Escritura já anunciava isso séculos antes:

“Eis que a virgem conceberá e dará à luz um filho” (Is 7:14)

Mateus declara explicitamente que isso se

Quem é minha mãe


Sobre Maria e a imaculada conceição

A doutrina de que ela foi concebida sem “qualquer mancha de pecado original” foi criada pelo papa Pio IX em 1854. O Vaticano II declarou-a “imune de qualquer mancha de pecado”. Absurdo!

A Bíblia responde:

“Não há homem que não peque” (1Rs 8.46). “Todos pecaram e estão privados da glória de Deus” (Rm 3.23).

Sobre Maria ter vivido sem pecado

A Bíblia responde que apenas Jesus não cometeu pecado algum (Hb 9.28). Em Lc 1.46-47 Maria declarou-se pecadora como qualquer outra pessoa. Ao apresentar Jesus no templo, ela mesma se

Onde estava a alma de Jesus na sua morte?

 

A Descida de Cristo ao Hades é uma doutrina na Teologia Cristã referenciada no Credo dos Apóstolos e no Credo de Atanásio (Quicumque vult) e que afirma que Jesus “desceu ao Sheol ou Hades”.

A expressão em grego utilizada no Credo dos Apóstolos é κατελθόντα εἰς τὰ κατώτατα – “katelthonta eis ta katôtata” – e, em latim, descendit ad inferos. O termo grego τὰ κατώτατα (“o mais baixo”) e o latino inferos (“os abaixo”) podem também ser traduzidos como “profundezas”, “morada dos mortos”. Versões modernas do Credo geralmente o traduzem de forma mais literal como “ele desceu até os mortos”.

Diversas passagens do Novo Testamento são utilizadas para provar que Cristo teria

Maria: Mãe biológica de Jesus, não mãe de Deus


Aqui está um artigo baseado em materiais do site CACP.APP.BR mostrando que Maria foi a mãe biológica de Jesus — mas não pode ser chamada biblicamente de “Mãe de Deus” no sentido de origem eterna de Deus:

 

Maria: Mãe biológica de Jesus, não mãe de Deus

O ministério apologético e bíblico do CACP tem abordado diversas vezes a pessoa de Maria, a mãe de Jesus, especialmente no contexto de controvérsias teológicas como a doutrina católica de Maria “Mãe de Deus” (Theotókos). A partir de artigos e estudos publicados no CACP.APP.BR, é possível construir uma argumentação clara sobre quem Maria realmente é conforme a Bíblia, e por que o título “mãe de Deus” é inadequado se

sábado, 6 de junho de 2026

Por que a base de minha fé está nas Escrituras Sagrada?

 

1- Porque Deus repetidamente nos advertiu a não acrescentar, nem diminuir e seguir fielmente sua Palavra (Dt 4.2; Js 1.7-8; Ap 22.18-19; 2 Ts 3.14). Qualquer que contrarie esta solene orientação divina peca contra o Senhor Nosso Deus e denigre a Autoridade das Escrituras.

2- Porque Toda palavra de Deus é pura e não está aberta a acréscimos (Sl 12.6; 119.140; Pv 30.5-6) . Quem rejeita este princípio denigre a Suficiência da Palavra de Deus Escrita, fazendo de Deus mentiroso e maculando a revelação divina. Na medida em que o homem imperfeito acrescenta seus entendimentos não-inspirados naquilo que Deus perfeitamente inspirou, toda a pureza do ensino bíblico é corrompida.

3- Porque a Escritura, como única regra infalível de fé, é o

O fator dignificante da Apologética


Grandes religiões para escolher, sedutores caminhos para trilhar, livros iluminados para ler, filosofias sacras para pensar, dogmas milenares para crer, comportamentos padronizados para seguir. Milhares e milhares de almas espalhadas por todos os continentes.

Pessoas regidas por suas religiões, maestrinas de suas vidas. Vidas que depositam suas esperanças no invisível pelo poder avassalador de alguma fé que lhes confere razões para viver e morrer.

Divindades. Paraísos. Verdades. Mentiras. Tudo permeando o misto labirinto das religiões. Como encontrar uma saída diante de tantos corredores? Aliás, existiria alguma saída? Eureca! A “saída” nos remete à ideia de

Não vim ab-rogar, mas cumprir (Mt 5.17)

 

Os Adventistas do Sétimo Dia citam este texto na tentativa de provar, pela própria Bíblia, que Jesus não veio anular a lei que, neste caso, conforme interpretam, refere-se aos Dez Mandamentos, nos quais se baseiam para ensinar que o sábado deve ser observado.

Resposta apologética

 

O texto em estudo nos mostra que Jesus não citou apenas os mandamentos do decálogo. Antes, referia-se a três deles, somente. A saber: versículos 21, 27 e 33. Os demais mandamentos não fazem parte do decálogo. No versículo 38, Jesus trata da questão do “olho por olho”, assunto que pode ser visto também em

A incoerência prática do Monergismo Calvinista


Entre a incapacidade total e a exigência diária de santidade

O debate entre monergismo e sinergismo não é apenas uma questão abstrata de soteriologia. Ele possui implicações práticas profundas na maneira como o evangelho é pregado, na forma como a responsabilidade humana é compreendida e até na coerência interna da vida cristã.

O calvinismo monergista afirma que o homem está “morto em delitos e pecados” (Ef 2:1) e, por isso, este homem é incapaz de responder positivamente ao evangelho sem uma

quinta-feira, 4 de junho de 2026

O que Irineu de Lyon dizia daqueles que NEGAVAM o Livre Arbítrio?


Irineu de Lião combateu fortemente ideias que, na prática, negavam o livre-arbítrio humano — especialmente entre sistemas gnósticos que ensinavam um determinismo espiritual (pessoas “predestinadas por natureza” à salvação ou perdição). Em sua obra Contra as Heresias, ele deixa claro que o ser humano possui liberdade real para obedecer ou desobedecer a Deus.

 

Abaixo estão citações diretas (com tom igualmente firme) contra esse tipo de pensamento:

1. Livre-arbítrio como condição da responsabilidade

 

“Se não estivesse em nosso poder fazer ou não fazer essas coisas, que razão haveria para o apóstolo — e muito mais o próprio Senhor — nos exortar a fazer algumas coisas e evitar outras?”

 

(Contra as Heresias, IV.37.1)


Irineu argumenta que os mandamentos bíblicos só fazem sentido se

Auê – Quando louvor vira macumba!


Vou fazer uma análise teológica, simbólica e religiosa do conteúdo da música com foco crítico, observando se há conexões reais com religiões de matrizes africanas, especialmente no vocabulário, nas imagens e na espiritualidade apresentada.


1. A linguagem simbólica da música

A letra trabalha fortemente com metáforas poéticas, não com doutrina bíblica clara. Alguns eixos centrais:

- Queda e aprendizado pela queda

“Com a folha, eu aprendi como se deve cair”

- Acolhimento irrestrito do “lugar”

“Diz que aqui é meu lugar / Com minhas

As palavras de Jesus pela metade (Marcos 2:27)


Tenho visto muito e observado na internet, vários líderes adventistas com o feio hábito de comentar esse verso (Marcos 2:27), só pela metade. Eles frisam, ressaltam, sublinham, acendem, fazem questão de repetir e insistir só na primeira parte deste verso. Parece que “esqueçem” da segunda parte que diz:

“…e não o homem por causa do sábado;” 

 

Para entendermos o sentido dessa frase de Jesus, temos que analisar o episódio.

Os adventistas esquecem de analisar o contexto do cenário, o que havia acontecido. Essa passagem é a última onde os discípulos colhiam espigas no sábado; e assim foram acusados de quebrar a Lei do quarto mandamento do decálogo ; mas Jesus defendeu seus

Os ensinos da SEICHO-NO-IÊ


Os Ensinos da SEICHO-NO-IÊ

 

Pergunta: O que a Seicho-No-Iê ensina sobre Jesus Cristo? Qual o conceito que a Seicho-No-Iê tem sobre Jesus?

 

Resposta: “Sakia Muni (o Buda) e Jesus foram os máximos entre os mestres” (Acendedor, 3, janeiro de 1966, p.33). Como sabemos, não existe comparação entre Jesus e Buda. Jesus afirmou ser “o caminho, a verdade e a vida” (João 14.6), ao passo que Buda andou em busca da verdade e por fim descobriu que a razão do sofrimento humano era o desejo. Eliminado o desejo, o mal deixaria de existir, daí ter pregado ele o Nirvana como sendo o céu, só que esse céu seria a inconsciência, o deixar de existir, o deixar de