SEJA BEM VINDO EM NOME DE JESUS.

sexta-feira, 22 de março de 2013

Filme cristão nacional Amoravesso aborda a homossexualidade a partir dos princípios bíblicos.



Um filme cristão sobre a questão da homossexualidade foi lançado recentemente pelo grupo Artefé, ligado à Igreja Assembleia de Deus O Exército, da cidade do Guarujá, litoral paulista.
O filme Amoravesso – A Luta por um Ideal e a Descoberta do Amor Verdadeiro foi produzido pelo Artefé para falar sobre a questão da homossexualidade à luz da Bíblia e trazer à tona temas delicados que são inerentes ao assunto. O Artefé se apresenta como um movimento cultural cristão que atua desde 2010, sob a liderança do pastor Roberto Lopes, e que visa difundir valores e princípios cristãos através da arte.
No longametragem, uma ativista gay que adotou uma criança com sua companheira se vê perante a necessidade de refletir sobre sua vida, escolhas e a sociedade em que vive, quando a ex prostituta que é a mãe biológica da criança adotada reaparece para tentar reaver a guarda de sua filha.
A produção de Amoravesso levou dois anos para ser concluída, e o financiamento do filme foi feito com a ajuda de comerciantes locais, da Secretaria de Cultura do Guarujá e da Film Commission.
Com um elenco de 35 atores, todos da baixada santista, o filme estreou no dia 12 de novembro de 2012, no auditório da Unaerp, no Guarujá. Entretanto, Amoravesso não percorreu o circuito comercial e está sendo divulgado diretamente em DVD, segundo informações da assessoria de imprensa do Artefé. Para saber mais sobre o projeto, acesse o blog amoraoavesso.blogspot.com.br.

Confira o trailer do filme no vídeo abaixo:

O casal cristão pode usar produtos de sexshop para apimentar a relação?



Todos os dias chegam ao meu email perguntas de pessoas querendo saber alguma coisa a respeito da Palavra de Deus ou alguma opinião sobre algum assunto. Nos últimos dias recebi uma pergunta interessante de um casal cristão, a qual irei responder aqui para edificar a todos:
“Eu e meu marido somos cristãos e temos uma dúvida que queríamos esclarecer: O cristão pode usar aqueles produtos de sexshop para esquentar a relação? Utilizar esse tipo de produto não tiraria nossa santidade para com Deus? Alguns irmãos da igreja já nos disseram que esses produtos não são de Deus, pois lojas de sexshop são do diabo. O que você tem a dizer sobre isso?”
Bom, em primeiro lugar é bom esclarecermos que o sexo dentro do casamento é aprovado por Deus e deve ser desfrutado pelo casal. É um presente de Deus que serve para a procriação, mas também serve para a comunhão do casal dentro do relacionamento conjugal. Paulo orienta que o casal não deixe de fazer sexo, salvo por algum motivo especial e acordado entre os dois:
“Não vos priveis um ao outro, salvo talvez por mútuo consentimento, por algum tempo, para vos dedicardes à oração e, novamente, vos ajuntardes, para que Satanás não vos tente por causa da incontinência.” (1 Co 7. 5).
Dito isto, creio que o uso de determinados recursos para apimentar a relação (dentro do casamento) não seja pecado. Veja bem, é preciso observar que nem tudo aquilo que tem dentro de um sexshop é algo que o casal cristão deva usar. Cito como exemplo os filmes pornográficos. Não cabe dentro da relação de um casal cristão encher seu coração com imagens de filmes pornôs para estimular a relação sexual. Outro exemplo são os objetos que visam humilhar o homem ou a mulher, fazendo-os ou transformando-os em objetos. Aqueles que estimulam a violência também não cabem na relação.
Por isso, é preciso refletir bem sobre aquilo que convém ou não usar. É preciso refletir se aquilo de alguma forma fere algum principio da Palavra de Deus. Ou se aquilo não fere a dignidade do casal, ou do homem e da mulher enquanto filhos de Deus, ou gere conflito ao invés de unir. É algo que precisa ser bem pensado já que hoje nosso mundo tem sido muito atormentado com distorções em relação ao sexo e a sexualidade.
Não vejo nada pecaminoso, por exemplo, em usar óleo de massagem, roupa íntima especial, músicas apropriadas, objetos para criar um clima no ambiente, velas aromáticas, aromatizadores de ambiente, géis de estímulo, géis excitantes, lubrificantes íntimos, alguns joguinhos, etc.
Mas volto a frisar: nem tudo que tem dentro de um sexshop deve ser usado por um cristão. Se você tem dúvidas sobre algo que queira usar, se sua consciência te incomoda, melhor não usar. Pense em um sexshop como uma banca de revista. Nem tudo que tem na banca serve para você ver ou ler. Assim, seja prudente e apimente a sua relação de uma forma correta e que agrade a Deus.
Assim, fazendo bom uso desses produtos, sua santidade permanecerá intacta, pois não haverá pecado algum em seu uso e ainda você poderá ter momentos muito agradáveis com o amor da sua vida!
“O casamento deve ser honrado por todos; o leito conjugal, conservado puro; pois Deus julgará os imorais e os adúlteros.” (Hb 13. 4 – NVI)

Por André Sanchez


segunda-feira, 11 de março de 2013

Autoridades Católicas falam sobre Maria.


Creio que a melhor forma de contestar as atuais doutrinas da Igreja Católica Apostólica Romana sobre a figura de Maria, esposa de José e que foi mãe de Jesus, é apresentar as opiniões de ilustres figuras da história e tradição Católicas sobre o tema “Maria”. Os argumentos são deles mesmos (autoridades católicas) contra eles mesmos (catolicismo).
*
Posso lhe provar que renomadas autoridades da Igreja Católica, como, por exemplo, diversos “Santos”, muitos Papas, vários Bispos, inúmeros teólogos e até não poucos Doutores da Igreja, também criam como nós, os evangélicos, cremos. Senão, vejamos:


São Tomás de Aquino
a) Santo Tomás de Aquino: “A bem-aventurada Virgem foi santificada antes de receber vida? (…) se a bem-aventurada Virgem houvesse sido santificada de qualquer modo antes de receber a vida, nunca teria incorrido na mancha do pecado original; e, portanto, não teria necessidade da redenção e da salvação que é por Cristo, de quem se diz: Ele salvará o seu povo dos seus pecados. (…) logo a santificação da bem-aventurada Virgem foi depois de receber vida”.[1] Esta informação, fornecida pelo Centro de Pesquisas Religiosas, foi confirmada pelo Padre Dom Francisco Prada: [...] “a longa discussão dos teólogos que, como a inteligência privilegiada de Santo Tomás de Aquino, não eximiam a Virgem Santíssima de estar mergulhada nessa problemática”.[2] A problemática a que se refere o Padre Prada, é a questão do pecado original;




b) Santo Anselmo: “Mesmo sendo imaculada a conceição de Cristo, não obstante, a mesma virgem, da qual ele nasceu, foi concebida na iniqüidade e nasceu com o pecado original, porque ela pecou em Adão, assim como por ele todos pecaram”;[3]
c) Santo Agostinho: “O corpo de Maria foi formado por geração ordinária. Maria morreu por causa do pecado de Adão, pois que ela era também filha”;[4]
d) Papa Gregório, o Grande: “Pode compreender-se nessa passagem [ele se refere ao Livro de Jó, cap. 14, v. 4] que o santo Jó, chegando com o seu pensamento até a encarnação do Redentor, viu que só Ele no mundo não foi concebido de sangue impuro, nascendo de uma virgem, para não ter uma concepção impura [...] Só Jesus foi verdadeiramente puro na sua carne”;[5]




Papa Inocêncio III
e) Papa Inocêncio III: “Eva foi gerada sem pecado, mas gerou em pecado. Maria foi gerada em pecado”;[6]
f) Papa Leão I: Este Papa foi Bispo de Roma entre os anos 440-461. A Bíblia Apologética assevera que são dele estas palavras:“O Senhor tomou da mãe a natureza, não a culpa”.[7] Comentando esta pronunciação papal, disseram os comentaristas da citada Bíblia Apologética: [...] “não cria” [Papa Leão] “na Imaculada Concepção de Maria, já que ele acertadamente diz que o Filho não herdou a culpa da mãe”;[8]
g) Quatro Bispos: Quando em 1849, o Papa Pio IX publicou uma encíclica e a enviou a seiscentos bispos, pedindo-lhes sua opinião sobre sua intenção de solenizar a crença intitulada Imaculada Conceição de Maria, segundo a qual Maria teria sido gerada sem o pecado original, transformando essa crença em um irremovível artigo de fé (isto é, em dogma), quatro Bispos se manifestaram contra.[9] Entretanto, apesar dessas vozes contrárias, e inúmeras outras não alistadas aqui, o Papa “Pio IX [...], no dia 8 de dezembro de 1854, [definiu] o dogma da imaculada concepção”.[10]


Papa Leão I
Talvez você persista em afirmar que “dizer que Maria também tinha pecado, é uma blasfêmia”. Mas o fato de haver até santos católicos, como Santo Agostinho, Santo Tomás e outros, que criam como nós, prova que das duas uma:

Ou você está errado, ou a canonização de Tomás de Aquino, Agostinho, Anselmo, vários Papas… foi um equívoco da Igreja Católica.

Lembre-se que o Padre Prada, supracitado, confessou, em seu livro Novenário, que realmente Santo Tomás de Aquino se opunha à tese de que Maria teria sido isentada da natureza pecaminosa, comum a todos os descendentes de Adão. Será que até Santo Tomás de Aquino também era blasfemador? Pensem nisso os sinceros! Repense, ó leitor!
A heresia chamada Imaculada Conceição de Maria, forçou o clero católico a criar o dogma da Assunção da Virgem Maria.
O raciocínio é o seguinte: Sendo Maria isenta até do pecado original, ela não tinha porque morrer e apodrecer num sepulcro, já que a morte é conseqüência do pecado. À base dessa falsa premissa, a Igreja Católica proclama que Maria morreu para nos salvar, já ressuscitou dentre os mortos e subiu ao Céu. Para que se saiba que não estamos caluniando, veja estas transcrições:
A) Morreu para nos salvar:
a) “Maria não estava sujeita à lei do sofrimento e da morte … Embora ela soubesse essas coisas, as experimentou e as suportou por nossa salvação” (Enciclopédia Católica [em inglês], página 285, citado Por Hugh P. Jeter, em Será Mesmo Cristão o Catolicismo? Rio de Janeiro: Editora Betel, 2ª impressão / 2000. p. 77);
b) Os famosos apologistas norte-americanos, John Ankerberg e John Weldon, também fizeram constar das páginas 41 e 69 de seu livro Os Fatos Sobre o Catolicismo Romano, editado pela Obra Missionária Chamada da Meia-Noite, que deveras a Catholic Encyclopedia ensina que Maria morreu para nos salvar;
B) Ressuscitou dentre os mortos:
a) “Ao terceiro dia após a morte de Maria, quando os apóstolos se reuniram ao redor de sua tumba, eles a encontraram vazia. O corpo sagrado tinha sido levado para o paraíso celestial…” (Babilônia: a Religião dos Mistérios, de Ralph Woodrow, Associação Evangelística, pp. 26-27. Grifo nosso);
b) “…Jesus preservou o corpo de Maria da corrupção depois da morte. Pois ser-lhe-ia desonroso corromperem-se as carnes virginais de que ele se havia revestido. Para o Senhor seria um opróbrio, portanto, nascer de uma mãe, cujo corpo fosse entregue à podridão” (Glórias de Maria, já citado, página 242).
C) Foi assunta ao Céu:
“…preservada imune de toda mancha da culpa original, terminado o curso da vida terrestre, foi assunta em corpo e alma à glória celeste…” (Catecismo da Igreja Católica. Petrópolis: Editora Vozes. 1 ed. 1993. p. 273).

Notas:

1. CENTRO DE PESQUISAS RELIGIOSAS [CPR]. “O Dogma da Imaculada Conceição de Maria” [panfleto]. Teresópolis: 1996, p. 2;
2. PRADA, Francisco. Novenário. 3 ed. São Paulo: AM edições, 1996, p. 67. Grifo nosso;
3. CENTRO DE PESQUISAS RELIGIOSAS (CPR). Op. cit.;
4. CESAR, Erlie Lenz. A Virgem Maria no Contexto das Sagradas Escrituras. 2 ed. Rio de Janeiro: Patmos, 2004, p. 28;
5. JOINER, Eduardo. Manual Prático de Teologia. Rio de Janeiro: Central Gospel. 2004.p. 246;
6. CESAR, 2004:27-28, op. cit.;
7. ICP Editora. Bíblia Apologética. 2000, p. 1184, citando a obra Tomo de Leão;
8. Ibidem;
9. CESAR, 2004:28, op. cit.; e JOINER, 2004:247-248, op. cit.;
10. (JOINER, 2004:248, op. cit.


Grifo meu:
Leia a Bíblia e mude a sua vida, aceitando Jesus como seu único Senhor e salvador, conforme está na Palavra de Deus.

Acorda povo católico.


História da Idolatria na Igreja.


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“Difundindo a Palavra de Deus” 
na  URL   robertodedeus.com/

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A Igreja dos primeiros séculos não usava imagens (com exceção do símbolo do peixe, usado como logotipo e não como ídolo). As imagens entraram primeiro na Igreja para uso ornamental, no final do século III. Em 400 d.C., elas também eram usadas com propósitos instrutivos e só nos séculos seguintes essas imagens foram consideradas sagradas. Foram então aceitas para veneração pela Igreja Católica Romana no Concílio de Nicéia, em 787 d.C. e no de Trento, em 1.562 d.C.



De acordo com a Tradição Católica, quando uma pessoa ora ou adora uma imagem de santo ela está venerando o próprio santo, não a imagem. Esta explicação, embora convincente quanto pareça, não justifica a oração a uma imagem, porque Deus nô-la proíbe. Este fato tem sido entendido por muitas pessoas importantes na Igreja Católica. Sob a mudança feita pelo Papa João XXIII, muitas imagens foram retiradas das Igrejas. Este Papa e outros que o seguiram também tentaram cortar outras práticas idolátricas da Igreja, como carregar imagens em procissões.

Imagens de Quem?

Na maioria dos casos as imagens veneradas não são realmente imagens de santos, visto como não existiam câmeras fotográficas no seu tempo de vida, nem muitos deles posaram para pintores. A conseqüência óbvia é que muitas vezes as imagens são realmente dos modelos que posaram para os pintores. Muitos artistas criavam tanto artes religiosas como não religiosas com os mesmos modelos para ambas. Algumas vezes os modelos eram pessoas muito religiosas e também não religiosas. Em outras ocasiões os quadros mentais dos artistas é que determinavam como seria a aparência do santo. Isso é óbvio, quando se recorda a aparência pálida de algumas Madonas e em seguida a aparência das Madonas negras.
Uma senhora aprendeu que a imagem para quem o povo estava orando não era imagem de santo. Ao passear com o seu cachorro, ela passou pelo Atelier de um escultor. O artista correu, parou-a e lhe perguntou se podia cortar um pedaço da cauda do seu cachorro para fazer as sobrancelhas de um santo que ele estava esculpindo. Ela deu-lhe de boa vontade os pelos de que ele precisava. Enquanto ia andando, ela constatou que “estava indo ajoelhar-se diante dos pelos do rabo do seu cachorro”. Foi aí que ela parou definitivamente com a sua idolatria.

Imagens São um dos Assuntos Principais da Bíblia

O fato de que muitas passagens da Bíblia tratam de imagens torna óbvio que na opinião de Deus esta é uma parte importante. Já frisei muitas passagens do Novo Testamento, enquanto o assunto é vastíssimo no Velho Testamento, o que não dá para enumerar todas as passagens e dentre elas as mais importantes são as seguintes, e lendo-as podemos ver o que Deus pensa a respeito das imagens:Êxodo 23:24; 34:13; Levítico 19:4; 26:30; Números 33:52; Deuteronômio 5:8-9; 9:12-17; 16:21; 27:15; 1 Reis 14:9, 22-23; Salmos 78:58; 97:7; 106:19-20; 115:4-9; 135:15-18; Isaías 10:10-11; 30:22; 31:6-7; 42:8-17; 44:8-20; 45:20; 46:6-7; Jeremias 10: 3-16; Ezequiel 16:17-21; 30:13; Daniel 3:1-18; Oséias 11:2; 13:2-4; Miquéias 1:7; 5:12-13; Habacuque 2:18-20.

Imagens Pagãs

Outros tentam evitar o claro ensino de Deus, declarando de maneira autoritária que Ele está se referindo apenas a imagens pagãs e não a imagens “cristãs”. Entretanto, notamos que:
· Moisés falando aos Hebreus, povo escolhido por Deus, e não a pagãos, disse-lhes que o Senhor não se tinha mostrado a eles, quando lhes tinha dado os Dez Mandamentos, por uma razão específica. Para que o povo de Deus não fizesse imagens dele próprio: …uma vez que nenhuma forma vistes no dia em que Yahweh vos falou no Horeb, do meio do fogo, não vos pervertais, fazendo para vós uma imagem esculpida em forma de ídolo, uma figura de homem ou de mulher… (Deuteronômio 4:15-16. Leia ainda os versos 17-29). O que foi proibido aqui não foi uma imagem pagã, mas qualquer imagem que o povo escolhido de Deus pudesse fazer do próprio Deus, ou de homem ou de mulher.
· Deus louvou ao Rei dos Judeus, Ezequias, por ter destruído a serpente de bronze, que havia sido feita previamente por seu expresso mandamento, e a qual seu povo, depois de um certo período de tempo, começou a venerar. A Bíblia diz que ele fez o que agrada aos olhos de Yahweh, imitando tudo o que fizera Davi, seu pai. Foi ele que aboliu os lugares altos, quebrou as estelas, derrubou os postes sagrados, reduziu a pedaços a serpente de bronze que Moisés havia feito, pois os filhos de Israel até então ofereciam-lhe incenso; chamavam-na Noestã (2 Reis 18:3-4).

Imagens São Proibidas no Novo Testamento


O fim dos idólatras é o Lago de Fogo e Enxofre
Outros, tentando escapar dos ensinos da Palavra de Deus, proclamam que as imagens eram proibidas no Velho Testamento, mas não no Novo Testamento. A fraqueza fatal desse argumento é que ele não é verdadeiro. O Novo Testamento fala um bocado sobre imagens e sempre contra elas, exatamente como o faz o Velho Testamento.
Uma das primeiras passagens escritas no Novo Testamento está em 1 Coríntios 10:14: Meus bem amados, fugi da idolatria. O tema corre fácil no Novo Testamento. Também o encontramos na 1 João 5:21, um dos últimos livros escritos no Novo Testamento: Filhinhos, guardai-vos dos ídolos.
Além destes versos mencionados existem outros muito numerosos para serem citados aqui, mas encorajo você a dar uma olhada neles, mais ou menos através de todo o Novo Testamento: 1 Coríntios 6:9; 10:7; 12:2; Atos 7:39-42; 17:16-29; Romanos 1:23; 1 Pedro 4:3; Apocalipse 2:14; 9:20; 21:8 e 22:15.

Fonte: http://mantenedordafe.org/blog




Grifo meu:
Leia a Bíblia e mude a sua vida, aceitando Jesus como seu único Senhor e salvador, conforme está na Palavra de Deus.

Acorda povo católico.


sábado, 9 de março de 2013

JESUS É EMANUEL (Vídeo mostra Jesus)


Jesus está com você em todos os momentos é sucesso entre cristãos no Brasil.

Quando coisas ruins acontecem na vida das pessoas é comum o questionamento “Onde Deus estava?”. Mas e quando acontecem coisas boas? Ou melhor, onde está Deus no dia a dia do cristão?

Um clipe produzido pela produtora Inspire para o musical “Natal para Sempre” foi apresentado na Primeira Igreja Batista em São José dos Campos no final do ano passado. Pouco tempo depois, começou a ser divulgado pela internet e gerou mais de 100 mil acessos em pouco mais de um mês. Muitas pessoas comentam como a mensagem as tocou. O vídeo foi repostado muitas vezes, a maioria com o nome “Jesus está com você em todos os momentos!”.

Trata-se de um minifilme que acompanha a música de David Phelps “The name lives on”, cuja versão em português já existe com o nome “Jesus Será o Rei”.

Com a direção de Bruno M. Amaro, as imagens mostram como seria se pudéssemos ver Jesus ao nosso lado.

A sequência filmada em pouco mais de 4 minutos não tem legenda, mas mostra um Jesus que não está alheio as agruras da humanidade, que ri junto e que consola.

Assista:


http://www.youtube.com/watch?v=l17Ln4_e-qY&feature=youtu.be


Veja a tradução da canção:
O Nome que permanece
É óbvio que um nome é apenas uma palavra.
Pode ser facilmente esquecido assim que o ouvimos.
Mas um Nome foi falado antes do primeiro dia do mundo
E ainda haverá quando tudo o que é deixar de existir.

Saído da boca de Deus
Chegou aos ouvidos de Maria nas asas de um anjo
Jesus, Jesus
A Palavra que veio dar a vida por nós.
A música que toda a criação canta.
Jesus, Jesus, as mais importantes nações da terra vêm e vão
Mas Jesus é o Nome que permanece


Quando acordo de um pesadelo horrível
O desespero me alcança e me envolve
Quando estou com tanto medo que nem sei como orar
Eu simplesmente digo este Nome, e o sinto que ele expulsa todo o medo.


Esperança e promessa eternas: o amanhecer sem fim
Quando o tempo finalmente chegar ao fim


 Jesus é o Nome que permanece