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quinta-feira, 23 de maio de 2013

FUTEBOL OU IGREJA?


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Crente torcedor de futebol em dias de jogos não vai à igreja.

O QUE VEJO NÃO SÃO CRISTÃOS TORCENDO, MAS VEJO torcedores fanáticos que deixam de ir à igreja por causa de jogos... IDOLATRIA!!!
Pense bem...
Se hoje você que está aí ansiosamente esperando o jogo de futebol, se usasse toda essa energia em oração durante o primeiro e o segundo tempo do jogo...
Acha que Deus não ira te abençoar em áreas importantíssimas que está precisando ser liberto e abençoado?
Acha mesmo que o seu time vale tudo isso?
Acha mesmo que faz isso tudo por Jesus?
Quando estiver passando por algum sufoco o seu time que o socorra...
Pense bem....
Você deixaria de ver o jogo hoje se alguém lhe chamar para evangelizar alguém, ou visitar alguém que está precisando muito?
Vai deixar de ir à igreja por causa do jogo?
Aff, não aguento ver tanta idolatria, principalmente por cristãos!
Me Desculpem mas me dói...

"O povo só precisa de pão e circo".
Tática da Política:
Essa frase foi dita na Roma Antiga, pelo Imperador Romano Vespasiano para justificar a construção do Grande Coliseu, que se fazia necessária para atender à grande demanda de público, uma vez que escravidão na zona rural fez com que vários camponeses perdessem o emprego e migrassem para a cidade.
O crescimento urbano acabou gerando problemas sociais e o imperador, com medo que a população se revoltasse com a falta de emprego e exigisse melhores condições de vida, acabou criando a política “panem et circenses”.
Cujo picadeiro hoje é o gramado e o espetáculo o futebol, a torcida ora é o espectador, ora é o espetáculo, capaz se deixar dominar pelos mais antagônicos sentimentos, as mais envolventes paixões, que se alternam em frações de segundos, tantas são as paixões que o torcedor revela durante uma partida.
"Penso, logo existo"!!!

COMAMOS E BABAMOS E AMANHÃ MORREREMOS!

"A política do pão e circo".
Este método era muito simples:
todos os dias havia lutas de gladiadores nos estádio e durante os eventos eram distribuídos alimentos (trigo, pão).
O objetivo era alcançado, já que ao mesmo tempo em que a população se distraia e se alimentava também "esquecia" os problemas e não pensava em rebelar-se.
Foram feitas tantas festas para manter a população sob controle, que o calendário romano chegou a ter 175 feriados por ano.

Apesar de remota a era da Roma Antiga, alguns costumes conservamos ainda, dentre eles cito:" Tantos feriados" que tanto nos aprazem, e a política do “pão e circo para o povo” que mantém a mesma conotação pejorativa desde que foi implementada, talvez um pouco pior, pois temos políticos tão incompetentes que sequer conseguem oferecer o pão à população, o que se comprova nas reportagens sobre a merenda escolar dos nossos alunos de escolas públicas, mas política não é o foco aqui, mas sim de circo, dos grandes espetáculos que acontecem nas arenas do Brasil, cujo picadeiro é o gramado e o espetáculo o futebol e o carnaval, a torcida ora é o espectador, ora é o espetáculo, capaz se deixar dominar pelos mais antagônicos sentimentos, as mais envolventes paixões, que se alternam em frações de segundos, tantas são as paixões que o torcedor revela durante uma partida, que fica a impressão de que se existisse um sensor capaz de captá-las teríamos um espetáculo no gramado, um nas arquibancadas e outro pairando sobre os torcedores, é impressionante como a manifestação da raiva por um pênalti não marcado desaparece segundos depois, dando vazão à alegria do gol, o balançar das bandeiras que são tantas, e tão orgulhosamente exibidas, nos deixa com a sensação de que, para muitos brasileiros a única bandeira que vale a pena levantar é a bandeira do time do coração.

E os astros? Eles que nos proporcionam tantas "alegrias", tristezas e até frustrações, quando fracassam num momento que poderia ser decisivo pra partida. Eles que nos fazem vibrar diante de jogadas inimagináveis, eles que se agigantam em dribles espetaculares, toques magistrais, defesas escandalosas, cobranças perfeitas, gols enlouquecedores, eles que são na maioria meninos filhos da violência, da fome, dos desajustes sociais, vieram da periferia onde impera a lei da sobrevivência cuja cartilha foi impressa por um poder paralelo que supre as deficiências do estado, eles que não teriam perspectivas de ascensão social, porque não tiveram do governo condições de estudo, não fosse pelo dom ao esporte mais amado do país, e que por isso movimenta muito capital, ainda que tenhamos consciência do jogo de interesse que movimenta quantias aviltantes de dinheiro a cada partida de futebol dos grandes times do Brasil.
Não conseguimos deixar de torcer, de sofrer, de chorar e sorrir pelo time do coração. Não precisamos de imperador para nos oferecer uma arena e um espetáculo, as primeiras demonstrações são feitas nos campos de várzeas, de areia, quadras de bairros, de escolas e até becos de favelas, onde raramente se vê de um político, depois de eleito, óbvio, mas o espetáculo é garantido.
É garantido porque é do povo, tem até canal de TV faturando com os anônimos bolas murchas e bolas cheias, é isso, o Brasil é cheio de heróis anônimos, que fazem grandes espetáculos e apreciam grandes espetáculos, isso na maioria das vezes sem pão, nem educação, o que seria dessa nação se nossos políticos valorizassem o povo oferecendo- lhe condição de viver com a dignidade de um cidadão?
Em breve espetáculos grandiosos virão, estádios lotados, calor e emoção, pois já se anuncia o início do brasileirão e a Copa do Mundo.
E o que dirão lá fora de uma nação que é vista pelo futebol, carnaval e violência entre facções de tráfico, onde há mais guerras civis do mundo, onde o povo que mais se mata é o Brasil.
Não precisamos de guerras, somos um povo pacífico... e se quisermos morrer não precisamos que ninguém de outro país venha aqui para nos matar...
Nos matamos a nós mesmos!



Por: Pastora Wilma Ribeiro.

ministeriodapastorawilma.blogspot.com


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