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quinta-feira, 3 de maio de 2012

Vaticano teria recebido mais de R$ 1 milhão para enterrar mafioso em basílica.


Antes de ler a matéria vou deixar para esclarecimento a todos, a Igreja Católica vem fazendo isso desde 1190 dC. A venda de Indulgências, usualmente considerada como a compra do perdão que permite indultar o pecado. O Cristianismo, conforme o que ensina o Evangelho, condena tal comercio, e foi o protesto contra este tráfico que trouxe a tona a Reforma Protestante no Século XVI.
Os católicos dizem, Santa Igreja Católica, esquecem da inquisição e tantas outras coisas, que santidade tem nesta igreja?

A viúva de Enrico De Pedis teria entregado o dinheiro para o então vigário-geral de Roma que usou "a oferta" em missões.

Uma fonte da Santa Sé revelou para a agência de notícias italiana Ansa que o Vaticano teria recebido cerca de um bilhão de libras(mais de R$ 1,245 milhão), a antiga moeda italiana, da viúva de Enrico De Pedis para que o corpo de seu marido fosse enterrado em uma basílica a 22 anos atrás.

Essa testemunha garante que o então vigário-geral de Roma, o cardeal Ugo Poletti, acabou aceitando a proposta e deu seu aval para que o mafioso italiano fosse sepultado ao lado de antigos papas.

Ele teria usado esse dinheiro para missões e para a restauração da Basílica de São Apolinário, onde De Pedis fora enterrado. O Vaticano ainda não comentou essas novas informações.
Eurico De Pedis foi assassinado em 1990 e até hoje o caso não foi solucionado. “Há pessoas que ainda estão vivas, e ainda estão dentro do Vaticano, que sabem a verdade”, disse o procurador Giancarlo Capaldo.

A história é longa e traz outro assassinado, o de Emanuela Orlandi, que morreu em 1983, aos 15 anos. Ela era filha de um funcionário do Vaticano que supostamente tinha provas que ligava o Banco do Vaticano, Istituo per le Opere di Religione, ao crime organizado. Ao que parece De Pedis teria organizado o sequestro que terminou na execução da jovem.
O irmão de Emanuela, Pietro Orlandi, pede para o túmulo do criminoso seja aberto para que se comprove, ou não, que os restos mortais de sua irmã foram sepultados ao lado do corpo de seu assassino.

Diante das especulações, o porta-voz do Vaticano, Federico Lombardi, negou as acusações e se comprometeu a ajudar nas investigações. “Parece que nada foi escondido e não há segredos do Vaticano a serem revelados”, disse ele.

Com informações O Globo

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