SEJA BEM VINDO EM NOME DE JESUS.

quinta-feira, 31 de março de 2011

Brigamos muito em casa... (Marido/Mulher).

"Se vocês ficarem com raiva, não deixem que isso os faça pecar e não fiquem o dia inteiro com raiva" (Ef. 4:26).

Conflitos entre marido e mulher são inevitáveis. Um casamento sem "brigas" é tão perigoso quanto os que brigam excessivamente.  Não é normal  quando o casal não consegue passar um dia sem atritos. Existem casais que brigam uma vez por mês, outros uma vez por semana, outros uma vez por dia, e outros todo dia, o dia todo. Brigam no café da manhã, no almoço, na merenda, no jantar, no último chá da noite e até dormindo, porque são sonâmbulos. Isso parece irônico, mas é uma realidade. O fim dos conflitos pode estar na descoberta das causas e na busca por soluções efetivas. Quase sempre as agressões  verbais ou físicas revelam que há ciúmes, falta de humildade para reconhecer o erro, estresse, ressentimentos, desejo de se vingar, crise espiritual, desajuste sexual, cansaço mental, acúmulo de insatisfação, sentimentos negativos do passado, sentimentos de culpa não resolvidos, incompreensão, imaturidade, falta de perdão etc.
O primeiro passo é querer. Muitos precisam mas não querem. Deus espera que dentro de você haja um desejo profundo por mudança efetiva. Alguém disse: "Querer é poder".
O segundo passo é identificar em você a causa do conflito. Qual é o ponto nevrálgico, que ao ser tocado, aciona todo o mecanismo do atrito. Após identificar o ponto sensível, você já sabe qual é a área que precisa ser tratada. Nunca se esqueça: o lar precisa ser um "lugar de cura". Marido e mulher precisam ser "agentes de cura". É imprescindível que haja humildade para se deixar tratar pelo cônjuge. Nenhum outro lugar é mais terapêutico do que o lar.
O terceiro passo é exercitar o perdão. Não existe um casamento que resista às pressões normais por muito tempo, quando não existe o espírito do perdão.Para Jesus, o perdão era uma questão de sobrevivência. O terceiro passo é deixar que Cristo seja o Senhor do casamento e da vida. Ninguém melhor do que Jesus para mostrar o caminho do sucesso. Ele não quer ser apenas, médico e advogado, quer ser o Senhor do casal. Tê-lo como Senhor, é estar amparado dentro de uma casa construída sobre uma rocha inabalável.
Extraído do livro: "104 Erros que um casal não pode cometer". Autor: Josué Gonçalves

Descubra seu estilo de evangelista

Para muitos cristãos evangelizar é apenas uma obrigação bíblica. Evangelizam motivados pelo sentimento de culpa: “Se eu não evangelizar, Deus vai cobrar de mim”. Isso se transforma em apenas um desencargo de consciência. Contudo, o evangelismo,
como Deus planejou, não pode ser motivado por essas razões. Temos que ter encargo genuíno, como sacerdotes, de nos colocarmos na brecha pela salvação de vidas. Deve ser uma reação natural. Jesus disse em Lucas 6.45: “O homem bom do bom tesouro do coração tira o bem, e o mau do mau tesouro tira o mal; porque a boca fala do que está cheio o coração”. Como eu posso
me refrear de falar do que está no meu coração? Como é possível que eu me cale, se meu coração está cheio disso? Evangelismo é externar o que o nosso coração está cheio. Mas este é o problema. Alguns têm o coração cheio de tantas outras coisas, porque aquele que está com o coração cheio do Senhor, quando conversar com alguém, inevitavelmente vai falar das coisas espirituais.
Pessoas extrovertidas são usadas por Deus, mas pessoas introvertidas também o são. Tanto aqueles mais simples como os mais intelectualizados são úteis. Não precisamos nos punir tentando ser ou agir de uma forma extravagante. Podemos ser muito frutíferos exatamente como somos.

REAFIRME COM SUA CÉLULA:
1.Você foi feito para uma missão.
2.Sua missão é uma continuação da missão de Jesus na Terra.
3.O valor de sua missão é eterno.
4.Sua missão traz significado para sua vida.

TEXTO BÍBLICO: Lucas 5.27-32
ESTILOS DE EVANGELISMO
Numere as colunas Exemplos e Referência Bíblica de acordo com o estilo estudado:

ESTILOS
(1) Estilo Intelectual
(2) Estilo Confrontador
(3) Estilo Testemunhal
(4) Estilo Interpessoal
(5) Estilo Convidador
(6) Estilo Servidor

EXEMPLOS
( ) Cego
( ) Dorcas
( ) Mateus
( ) Mulher Samaritana
( ) Apóstolo Pedro
( ) Apóstolo Paulo

REFERÊNCIA BÍBLICA
( ) AAtos 9: 36-42
( ) João 4: 39-42
( ) João 9: 24-27
( ) Lucas 5: 27-32
( ) Atos 17: 22-31
( ) Atos 4: 1-22

CONCLUSÃO
Falamos de alguns estilos de evangelismo. Existem outros não mencionados aqui. Com qual deles você se identifica? É possível
que você tenha mais de um estilo, o que significa que Deus lhe tem dado muitas ferramentas úteis para o evangelismo. Não há
nenhum membro do Corpo de Cristo que não possua pelo menos um desses estilos. Portanto, somos todos indesculpáveis. Vamos sair para a colheita, pois a seara já esta madura!

sexta-feira, 25 de março de 2011

O CRISTÃO PODE FAZER APOSTA EM JOGO DE AZAR.

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Por jogos de azar compreendemos aqui a compra de bilhetes de loteria, bilhetes instantâneos, eletrônicos, ou em máquinas, jogos de cartas, dados ou dominós por dinheiro, jogos de cassino, apostas em eventos esportivos como "jogo do bicho", corridas de cavalos ou outros animais, e muitas outras atividades. Arriscar seu dinheiro ou valores com a esperança de ganhar mais do que está arriscando também é jogo de azar. A Bíblia não menciona a participação em jogos de azar diretamente, mas alguns princípios bíblicos são perfeitamente aplicáveis a essa atividade:
  1. A soberania de Deus sobre a vida (Mateus 10:29-30). Participar em jogos de azar é tentar a sorte para conseguir benefícios, ao invés de confiar na provisão de Deus. É insulto a Deus.
  2. O trabalho deve ser a fonte de sustento do cristão (Efésios 4:28). O cristão deve trabalhar para que também tenha o que repartir com quem estiver em necessidade. Participar em jogos de azar é uma atitude de querer algo sem pagar nada, ou muito pouco.
  3. Ninguém pode servir a Deus e ao dinheiro (Mateus 6:24–25). Participar em jogos de azar promove o materialismo, ganância e o egoísmo.
  4. Não cobiçar o que pertence ao próximo (Êxodo 20:17). Os jogos de azar caracterizam essa cobiça.
  5. Uma das bases da ética cristã é o trabalho, tanto para a obra de Deus como para o sustento próprio do crente (Colossenses 3:23–24 e 2 Tessalonicenses 3:7,10). Essa ética compreende o hábito de trabalho disciplinado, prudência e economia nas despesas, apego à rotina, e um relacionamento claro entre esforço e recompensa.. Quem participa de jogos de azar vai romper essa ética.
  6. O crente deve ter cuidado dos seus e principalmente dos da sua família. Se não o fizer, ele terá negado a sua fé e é pior do que o infiel (1 Timóteo 5:8). O jogo destrói famílias, sendo a maior causa da sua negligência pelos pais. O dinheiro gasto em jogos de azar freqüentemente não é capital de risco, mas é receita que deveria ser gasta nas necessidades da família. Os pais devem prover para o sustento dos filhos (2 Coríntios 12:14) e comer o pão do seu trabalho (2 Tessalonicenses 3:12).
  7. A liberdade do cristão não deve ser de alguma maneira escândalo para os fracos (1 Coríntios 8:9). Embora um cristão se sinta seguro de si próprio, a sua participação em jogos de azar pode estimular outro, mais fraco, a fazer o mesmo e eventualmente arruinar a sua vida.
Concluindo, o cristão deve abster-se de toda a aparência do mal (1 Tessalonicenses 5:22). Participar em jogos de azar leva muitos ao vício do jogo, de conseqüências catastróficas para o viciado e a sua família pois, como o álcool e as drogas, conduz à violência familiar, maltrato das crianças, falência financeira, divórcio, suicídio. Assim, o cristão deve se distanciar dos jogos de azar para não ser a causa de levar outros por esse caminho com o seu exemplo, mesmo que ele próprio se sinta seguro.
                                                                                                                                         R. David Jones
 
Acréscimo meu: Em Deuteronômio 18:14 “Porque estas nações, que hás de possuir, ouvem os prognosticadores e os adivinhadores; porém a ti o SENHOR teu Deus não permitiu tal coisa.” o jogo é um prognostico.  Mas o ponto principal para mim, está em Gêneses 3:19 que diz: “No suor do teu rosto comerás o teu pão, até que te tornes à terra; porque dela foste tomado; porquanto és pó e em pó te tornarás.” 

quinta-feira, 24 de março de 2011

Na Educação de Filhos O que faz a Diferença?

Educar filhos não é algo que se deve aprender só com a experiência, pois quando constatarmos os resultados pode já ser tarde demais. Também não podemos sair consultando os entendidos, pois além de existirem múltiplas correntes, cada família responde diante de Deus pela sua visão de educação.

Educar é trabalhar num projeto de vida, em que é preciso definir-se os objetivos e os métodos, para que os resultados não sejam imprevisíveis.

Para os cristãos, a Bíblia nos aponta o caminho com precisão e honestidade. A educação de Samuel, contrastada com as do filhos de Eli, nos dá um exemplo da diferença de padrões e suas conseqüências.

Samuel – livro de I Samuel

1- Havia amor e compreensão entre seus pais (1:4-8, 22-23)
2- Era um filho ardentemente desejado (1:9-10, 20, 26-27)
3- Foi reconhecido como herança do Senhor e a Ele consagrado (1:11, 28)
4- Foi preparado para trabalhar e servir ao Senhor (2:11, 18-19; 3:1, 15 - sentido de utilidade, investimento na vocação, vestimenta adequada)
6- Foi treinado a obedecer prontamente (3:3-6 - princípio básico do temor a Deus)
7- Foi criado na verdade (3:18-19 - não tolerar a mentira)

Filhos de Eli:

1- Estavam na igreja e não conheciam a Deus (2:12 - dirigentes de trabalho que não ministram em casa)
2- Eram descontrolados em seus apetites e escandalizavam (2:13-17 – não foram disciplinados pelo comportamento inadequado)
3- Eli não acompanhava as suas vidas (2:23-24 - com quem andam, o que fazem)
4- Eli não agiu sobre a maldade deles, mas simplesmente entregou-os a Deus (2:24-25; 3:12-13. Os pais são responsáveis - Prv. 23:13-14)
5- Eli não corrigiu seus filhos e com isso desonrou a Deus (2:29-30 - de alguma forma tornou-se participante da maldade dos filhos 4:18)

Como conseqüência, Deus abençoou o fruto do ventre de Ana (2:21; 3:20) , engrandeceu a Samuel e julgou a casa de Eli e sua descendência (2:31-32)

À luz desses exemplos, podemos revisar nosso padrão e propósito na educação para conduzirmos uma geração inculpável, de filhos de Deus no meio de uma geração perversa e corrupta. Fiquemos com a Palavra.

Autor Roberto Rinaldi
Fonte www.estudosgospel.com.br

O Que Significa Quaresma Para O Cristão Evangélico .

Quaresma é o período de jejum e arrependimento tradicionalmente observado pelos católicos e algumas denominações protestantes, em preparação para a páscoa. A duração do jejum da quaresma foi estabelecida no século IV, como de 40 dias. Durante este período, os participantes comem muito pouco, ou simplesmente deixam de comer algum tipo de comida ou deixam de praticar alguma ação habitual. A quarta-feira de cinzas e a quaresma iniciaram como uma forma de os católicos lembrarem-se do arrependimento de seus pecados, de forma parecida com as pessoas no Velho Testamento, que se arrependeram em panos de saco, cinzas e jejum (Ester 4:1-3; Jeremias 6:26; Daniel 9:3; Mateus 11:21).
Contudo, através dos séculos, valores muito mais “sacramentais” foram se desenvolvendo. Muitos católicos entendem que, deixar de fazer algo na quaresma é uma maneira de ganhar a bênção de Deus. A Bíblia não ensina que tais atos alcancem qualquer mérito junto a Deus (Isaías 64:6). De fato, o Novo Testamento nos ensina que nossos atos de jejum e arrependimento devem ser praticados de forma que não atraiam atenções sobre nós: “E, quando jejuardes, não vos mostreis contristados como os hipócritas; porque desfiguram os seus rostos, para que aos homens pareça que jejuam. Em verdade vos digo que já receberam o seu galardão. Tu, porém, quando jejuares, unge a tua cabeça, e lava o teu rosto, Para não pareceres aos homens que jejuas, mas a teu Pai, que está em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará publicamente” (Mateus 6:16-18).
O jejum é algo bom quando feito sob a ótica bíblica. É bom e agradável a Deus quando abandonamos hábitos e práticas pecaminosas. Não há absolutamente nada errado em guardar um tempo no qual vamos nos concentrar apenas na morte e ressurreição de Jesus. Entretanto, estas “práticas” são coisas que devemos fazer todos os dias do ano, não apenas nos 40 dias entre a quarta-feira de cinzas e a páscoa. Se você se sente movido por Deus para observar a quaresma, seja livre para fazê-lo. Mas certifique-se de que irá se concentrar em seu arrependimento dos pecados e consagração a Deus, não em tentar ganhar de Deus favor ou aumentar o Seu amor por você!

O que Deus não vai perguntar…

Deus não vai perguntar que tipo de carro você costumava dirigir… mas vai perguntar quantas pessoas necessitando de ajuda você transportou.

Deus não vai perguntar qual o tamanho da sua casa… mas vai perguntar quantas pessoas você abrigou nela.

Deus não vai fazer perguntas sobre as roupas do seu armário… mas vai perguntar quantas pessoas você ajudou a vestir.

Deus não vai perguntar o montante de seus bens materiais… mas vai perguntar em que medida eles ditaram sua vida.
Deus não vai perguntar qual foi o seu maior salário… mas vai perguntar se você comprometeu o seu caráter para obtê-lo.

Deus não vai perguntar quantas promoções você recebeu… mas vai perguntar de que forma você promoveu os outros.

Deus não vai perguntar qual foi o título do cargo que você ocupava… mas vai perguntar se você desempenhou o seu trabalho com o melhor de suas habilidades.
Deus não vai perguntar quantos amigos você teve… mas vai perguntar para quantas pessoas você foi amigo.
Deus não vai perguntar o que você fez para proteger seus direitos… mas vai perguntar o que você fez para garantir os direitos dos outros.

Deus não vai perguntar em que bairro você morou… mas vai perguntar como você tratou seus vizinhos.

Deus não vai perguntar quantos diplomas você conquistou… mas vai perguntar como você usou seu conhecimento para o bem comum.

Deus não vai perguntar quantos hectares tinha sua propriedade… mas vai perguntar se você ajudou a proteger o meio-ambiente.

Deus não vai perguntar quantas pessoas você atraiu para a igreja… mas vai perguntar como você influenciou o Mundo à sua volta.

Deus não vai perguntar que herança você deixou para seus filhos… mas vai perguntar que legado deixou para as próximas gerações.

E eu me pergunto:
Que tipo de respostas terei para dar?
Talvez Ele nem faça pergunta alguma. Bastaria Seu olhar prescrutante para que todas essas perguntas nos viessem à mente num abrir e piscar de olhos.

E você, está pronto pra encontrar-se com Deus ?????

DINHEIRO

Não é verdade que com dinheiro pode-se ter todas as coisas?

Com ele pode-se comprar comida, mas não o apetite.
Medicamentos, mas não à saúde.
Almofadas macias, mas não um sono tranqüilo.
Amizades com os homens, mas não a paz da conciência.
Distrações, mas não alegria.
Ostentação e luxo, mas não a felicidade.
Amigos interesseiros, mas não fidelidade.
Gozo, mas não tranqüilidade de espírito.

A salvação é Dom Gratuito de Deus! 

Essencial é viver bem e em paz com ou sem dinheiro.

Quem ajunta pra si riquezas, não é rico pra com Deus.

Lucas 18-25  Porque é mais fácil entrar um camelo pelo fundo de uma agulha do que entrar um rico no reino de Deus.

1TM 6:10  Porque o amor ao dinheiro é a raiz de toda a espécie de males; e nessa cobiça alguns se desviaram da fé, e se traspassaram a si mesmos com muitas dores.

COMPRAI OURO FINO DOS CÉUS.

Mateus 6
19  Não ajunteis tesouros na terra, onde a traça e a ferrugem tudo consomem, e onde os ladrões minam e roubam;
20  Mas ajuntai tesouros no céu, onde nem a traça nem a ferrugem consomem, e onde os ladrões não minam nem roubam.
21  Porque onde estiver o vosso tesouro, aí estará também o vosso coração

CLÍNICA DA ALMA.

BLOG DESATIVADO DEFINITIVAMENTE

VOCÊ SERÁ REDIRECIONADO EM 60 SEGUNDOS AUTOMATICAMENTE PARA O SITE
“DIFUNDINDO A PALAVRA DE DEUS” 

Me ajude a levar a Palavra de Deus a todos, visitando e divulgando o NOSSO site.

Roberto Wagner
Jesus te abençoe



Consultório: Em Toda a Parte

Médico Cirurgião: Jesus Cristo
Graduação: Filho de Deus
Médico Auxiliar: O Espírito Santo
Sua Experiência: Infalível
Sua Especialidade: O Impossível
Seu Favor: A Graça
Seu Livro de Receitas: A Bíblia
Doenças que Cura: Todas
Preço do Tratamento: A Fé
Sua Garantia: Absoluta
Sala de Cirurgia: O Altar
Seu Hospital: A Igreja
Sua Dieta: Oração e Jejum
Seus Exercícios: Boas Obras e Frutos
Horário da Consulta: 24Hs por Dia.

Dr. Jesus Cristo

Advogado das causas impossíveis

terça-feira, 22 de março de 2011

VOCÊ É MUITO IMPORTANTE

-Você corre, almoça, trabalha, canta, chora amar.
-Você corre, mais nunca mim chama.
-Você se entristece mais depois se acalma, mais nunca me agradece.
-Você caminha, sobe e desce escadas, e nunca se preocupa comigo.
-Você tem tudo e não mim dá nada.
-Você sente amor, ódio sente tudo menos minha presença.
-Você tem os sentidos perfeitos, mais nunca usa por mim.
-Você estuda e não entende, ganha e não me ajuda.
-Você canta e não me alegra.
-Você reclama dos meus tratos, mais não valoriza o que eu faço por você.
-Se você está triste, mim culpa por isto, mais se está alegre, não mim deixa participar de sua felicidade.
 -Você conhece tanta gente importante mais não conhece a mim, que o considera tão importante.
-Você faz o que os outros ordenam, mais  não faz o que Eu lhe peço com humildade.
-Se você não sobe na vida, descarrega sobre mim toda a sua ira, mas se você é importante pisa nos menos favorecidos.
-Você quebra tantos galhos, mais não tira um espinho da minha testa.
-Você entende tantas transações do mundo, mais não entende a minha mensagem.
-Você reclama tanto da vida, mas não sabe que a minha é triste por sua causa.
-Você baixa os olhos quando um superior lhe fala, mais não escuta quando falo do meu amor por você.
-Você fala das pessoas e não sabe que conheço toda a sua vida.
-Você enfrenta muitos obstáculos na vida, é forte, mas que pena, embora não admita sei que você tem medo de mim.
-Você defende seu time, seu ator, mais não mim defende no meio de seus amigos.
-Você corre com seu carro, mais nunca corre para os meus braços.
-Você não sente vergonhado ao se despir perante alguém, mais sente vergonha ao tirar sua máscara diante de mim.
-Você costuma as vezes falar do que fez, mas nunca você mim deu oportunidade de falar o que eu fiz por amor a você.
-Você é um corpo no mundo, e eu sou alguém que todos os dias bato a sua porta, e pergunto tem lugar para mim na sua casa na sua vida, quem sabe até no seu coração, o que você mim diz?
-Sabe eu estou presente nestas linhas que você por curiosidade começou a ler, eu sou Jesus Cristo, quero simplesmente que você mim aceite, como amigo, e que você confesse que eu sou o seu único salvador e Senhor, e tenha certeza que eu nunca te abandonarei.

Porque para Deus nada é impossível   Lucas 1.37

segunda-feira, 21 de março de 2011

PARA ONDE ESTAMOS OLHANDO?

 "Olhando para Jesus, autor e consumador da fé" (Hebreus 12:2).

"A derrota vem de olhar para trás. A distração vem de olhar
em volta. O desânimo vem de olhar para baixo. A libertação
vem de olhar para cima."

sexta-feira, 18 de março de 2011

HÁ DOIS MIL ANOS

Há dois mil anos, houve Alguém na face da terra que amou a humanidade como jamais ninguém amou. 

Há dois mil anos houve Alguém que conhecia e respeitava as leis da vida, e para aqueles que O chamaram de subversivo Ele respondeu: "eu não vim destruir a lei, mas dar-lhe cumprimento."

Há dois mil anos houve Alguém que sabia que a humanidade se debateria em busca de soberania e poder e se precipitaria nos despenhadeiros das guerras cruéis e sangrentas, causando dor e sofrimento. Por isso Ele disse: "minha paz vos deixo, a minha paz vou dou."

Há dois mil anos houve Alguém que adivinhou que você, como indivíduo, deveria caminhar em busca da própria felicidade, e que, embora rodeado de pessoas, haveria momentos em que a solidão o visitaria. E por isso Ele falou: "nunca estareis a sós." "Vinde a mim"

Há dois mil anos houve Alguém que sabia que na escalada para Deus, em alguns momentos você se sentiria meio perdido, sem saber ao certo que caminho seguir. Foi por essa razão que Ele disse: "eu sou o caminho."

Há dois mil anos houve Alguém que conhecia as fraquezas humanas e entendia que densas nuvens se abateriam sobre as consciências dos seres, fazendo-os perder-se na noite escura dos próprios desatinos. Por isso Ele falou: "eu sou a luz do mundo".

Há dois mil anos houve Alguém que conhecia a intimidade das criaturas, adivinhava-lhes as angústias e as incertezas, sabia que muitas seriam as derrotas e que, depois do cansaço das lutas inglórias, buscariam uma rota segura. Por essa razão Ele disse: "eu sou o caminho, a verdade e a vida."

Há dois mil anos, houve Alguém que compreendia a fragilidade dos seus tutelados, que facilmente se deixariam levar pelo brilho das riquezas materiais e escorregariam nas armadilhas da desonra e da insensatez. Por essa razão Ele advertiu: "de nada adianta ao homem ganhar a vida e perder-se a si mesmo."

Há dois mil anos houve Alguém que conhecia a indocilidade do coração humano, que se tornaria presa fácil da prepotência e se comprometeria negativamente com os preconceitos e a soberba em nome de Deus, criando cadeias para a própria alma. E com ternura afirmou: "conhecereis a verdade e a verdade vos libertará."

Há dois mil anos houve Alguém que amou a humanidade como ninguém jamais amou...
E por saber que na intimidade de cada ser humano há uma centelha da chama divina, Ele disse: "brilhe a vossa luz."
E por conhecer a destinação de todos nós, falou: "sede perfeitos."

Conhecedor da nossa capacidade de preservar e dar sabor à vida, afirmou: "vós sois o sal da Terra."
Há dois mil anos houve Alguém que amou tanto a humanidade que voltou, após a morte, para que tivéssemos a certeza de que o túmulo não aniquila os nossos amores.

E esse Alguém não impôs nada a ninguém. Deixou apenas um convite: "quem quiser vir após mim, tome a sua cruz, negue-se a si mesmo, e siga-me."
Esse Espírito ficou conhecido na Terra pelo nome de Jesus, o Cristo.

Habita mundos sublimes,
onde a felicidade suprema é uma realidade, e mesmo assim continua amparando e socorrendo Seus irmãos, independente de crença, raça, posição social ou cultural, pois como Ele mesmo afirmou:
"nenhuma das ovelhas que o Pai me confiou se perderá".
A verdadeira história da inquisição
Veja em tamanho maior no site, clique no nome ao lado Robwag

segunda-feira, 14 de março de 2011

SINAIS DE JESUS

“E haverá sinais no sol, e na lua, e nas estrelas, e, na terra, angústia das nações, em perplexidade pelo bramido do mar e das ondas;” (Lc 21.25)

sexta-feira, 11 de março de 2011

NÃO DESISTE DA BATALHA

O bom lutador, não desiste da batalha, mas ganha fôlego,
E retoma o ânimo para a guerra...
Então não desista nunca de lutar!!! E nem dos seus sonhos...
Porque ao cansado, Ele dá força para lutar...
Ao abatido Ele dá ânimo para vencer...
Ao triste Ele dá alegria de viver...
Estejamos preparados para a vitória gigantesca que está por vir.
O Senhor dos Exércitos está contigo,
E não permitirá que sejas provado além de tuas forças.
Continue de pé, firme e esperançoso de que o Deus que te escolheu,
É o mesmo Deus que te capacita, te toma pelos seus braços e te diz,
NÃO TEMAS PORQUE EU TE REMI, CHAMEI-TE PELO TEU NOME, TU ÉS MEU (Is 43:1).
Força meu irmão, minha irmã, teu alvorecer está próximo,
Zela pela tua vida Espiritual e pela vida de comunhão com Deus,
E GRANDES SERÃO AS VITORIAS DE DEUS NA TUA VIDA!!!

PORQUE:
Quando você diz: “Não tenho força para caminhar...”
Deus diz: “EU dirijo os teus passos” (Provérbios, 3:5-6)
Quando você diz: “É impossível...”
Deus diz: “Tudo é possível” (Lucas 18:27)
Quando você diz: “Me sinto só...”
Deus diz: “Não Te deixarei, nem Te desamparei” (Hebreus 13:5)
Quando você diz: “Eu não posso fazer...”
Deus diz: “Tudo podes” (Filipenses 4:13)
Quando você diz: “Não mereço perdão...”
Deus diz: “Eu Te perdôo” (1o. João 1:9, Romanos 8:1)
Quando você diz: “Tenho medo...”
Deus diz: “Não Temas, EU estou contigo” (Isaias 41:10)
Quando você diz: “Estou muito cansado...”
Deus diz: “EU te farei descansar” (Mateus 11:28-30)
Quando você diz: “Ninguém me Ama de Verdade...”
Deus diz: “EU TE AMO“(João 3:16 )

Fiquem com Deus e sejam abençoados,Em Cristo,
Presbítero Edison

A ORIGEM DA QUARESMA E A BÍBLIA.

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 Propomos aqui um estudo diferenciado, entre os muitos disponíveis nos livros e revistas. Ele tem duas linhas de apresentação. Primeiramente, vamos falar sobre a base histórica da Quaresma e da Páscoa que a Bíblia apresenta. Em segundo lugar, apresentaremos alguns elementos do amplo e variado campo semântico da teologia da Quaresma e da Páscoa. Foram escolhidas, aqui, algumas palavras que são estreitamente relacionadas à celebração da Páscoa desde o Antigo Testamento até o Novo Testamento. O objetivo deste estudo é equipar o seu estudo bíblico para esses dois períodos litúrgicos, bem como enriquecer a sua prática pastoral.

Contexto histórico

Embora seja certo que a ciência e a fé devam andar de mãos dadas, é preciso afirmar que estas duas grandezas possuem diferentes campos de atuação. A ciência trabalha com a racionalidade e a fé gira em torno da revelação de Deus na história. Assim, o/a estudante da Bíblia deve ler a Escritura Sagrada com os olhos da razão e da fé, sem receio de ser impedido/a de compreendê-la.
Israel se constituiu, como povo, em meio ao desmantelamento do período do Bronze e a chegada do Ferro, no Antigo Oriente Médio (século XIII a.C.). O povo, mais tarde chamado Israel, teve sua origem entre os grupos de pastores semi-nômades. As figuras que fazem parte da pré-história dos israelitas - Abraão, Isaac. Jacó, Moisés, entre muitos outros - foram pastores que viveram na periferia, isto é, nas estepes da terra de Canaã. Aqui, faz-se necessário uma explicação: Israel não é nômade, pois não faz uso de camelos, mas ele é semi-nômade, pois vive da criação de carneiros e ovelhas.
Israel teve sua origem na Mesopotâmia, via Harã e Aram. A tradição dos patriarcas é transmigrante, isto é, viajavam muito, mas permaneciam por algum tempo nas regiões visitadas. É difícil saber a razão dessa cultura da transmigração. Seria a busca de uma solução para a vida dura e difícil? Seria a esperança de dias melhores? A teologia bíblica sugere que isso faz parte dos mistérios da fé.
Após a chegada em Canaã, a família de Abraão foi viver na periferia das terras férteis daquela região, já naquela época extremamente cobiçada pelos povos vizinhos. A clã de Abraão não foi viver com os proprietários das terras agrícolas, mas nas regiões montanhosas que circundavam a parte fértil, criando carneiros e ovelhas. Os patriarcas viveram na instabilidade própria das estepes. De um lado, eles mostravam-se frágeis, mas na verdade eles tinham uma economia bastante estável. Não pagavam tributos aos proprietários da terra, já que as estepes não tinham valor econômico para a agricultura. Além disso, os patriarcas tinham liberdade para migrar continuamente. Eles sentiam-se livres para viver. Todavia, a liberdade e o direito de ir e vir não era total: primeiro, eles eram impedidos de viverem nas regiões agrícolas, pertencentes aos cananeus; segundo, eles precisavam de água fornecida pelos poços. Como eles viviam em áreas semi-desérticas, o poço de água era uma raridade. O poço de água constituía-se algo de grande valor para a sobrevivência dos semi-nômades e os seus rebanhos.
Dentre os costumes dos pastores semi-nômades, a Bíblia preservou uma celebração: a Páscoa. Trata-se de uma cerimônia celebrada todos os anos no mesmo período. Ela é conhecida como a cerimônia da passagem da estação da Primavera para o Verão. A razão dessa celebração está nas leis da natureza. É possível viver e cuidar do rebanho, na região das estepes, durante o Outono, Inverno e Primavera. Contudo, não é possível suportar o calor do sol de Verão que queima a pouca pastagem do semi-deserto. Daí, os pastores que vivem nessas regiões são obrigados a migrarem-se para outros lugares em busca de água e alimento. O momento crítico é o da saída. Quando os sinais da chegada do Verão se faziam presentes, numa noite, os pastores celebravam a saída, em busca de outras paragens provisórias para o sustento da vida dos familiares e os seus rebanhos. É a saída para a vida. A cerimônia principal incluía o sacrifício de uma ovelha para que ela servisse de alimento para toda a família.
Quando os pastores semi-nômades, do êxodo, alcançaram a terra de Canaã e agregaram-se aos agricultores cananeus, a celebração da Páscoa ampliou com alguns elementos agrícolas da Festa dos Pães Àzimos ou Asmos.

Por que a ausência de fermento no pão?

Primeiramente, o povo bíblico procurou explicar o motivo através da história, chamando-o "pão da pressa". Entre as mais primitivas prescrições da Páscoa está recomendado que essa refeição deve ser feita "às pressas" (Ex 12.11-12), porque foi no inesperado da calada da noite que os escravos hebreus saíram do Egito.
Em segundo lugar, a ausência de fermento no pão tem a ver com a renovação da vida. Não se pode misturar o antigo com o novo. Precisa-se criar um novo fermento que dará o sentido para a nova vida, agora, em liberdade, na terra de Javé.
A celebração da Páscoa, ao longo dos séculos, antes de Cristo, sofreu algumas alterações de caráter secundário (comparar Ex 12.1-14; 21-28; 43-51; Dt 16.1-8). Contudo, a Páscoa nunca modificou o seu sentido de memória dos grandes atos de Deus em favor do Povo, a fim de que esse gesto possa renovar a esperança daqueles (as) que estão oprimidos(as). É com essa finalidade que Jesus reuniu os seus apóstolos em torno de uma mesa para uma derradeira refeição. A frase que ficou na memória deles foi: "Fazei isso em memória de mim" (Lc 22.14-20).

Contexto semântico

O campo semântico dos temas "Quaresma e Páscoa" é vasto. Escolhemos algumas palavras para analisar, no âmbito do Antigo e do Novo Testamentos.

A) SALVAR

Salvar é um verbo central na Bíblia. A língua hebraica possui muitos verbos que ajudam a mostrar diversidade e a riqueza de significado que salvar possui no contexto bíblico. O verbo salvar tem muitos sinônimos: yasa' = salvar (Êx 1430), ga´al = redimir (Êx 6.6; Os 13.14), padah = resgatar (Êx 13.13, 15; Os 13.14), ´azar= socorrer (Js 10.6), nasal = livrar, libertar (Sl 59.2), palat = salvar (Sl 37.40). Certamente, este o quadro de palavras sinônimas mostra o grande interesse e importância que o tema salvar desempenha dentro do ensino bíblico. Todavia, o verbo yasa´ e seus derivados - hosya´ = ele salva; yesu' = salvação; mosia´= salvador - constituem-se os termos soteriológicos mais usados Biblia. É que yasa' é o verbo usado quando Javé ou o seu Ungido são referidos. Por essa razão, o seu uso não é comum fora do âmbito religioso e teológico.
O conceito "salvar", no Antigo Testamento, possui uma interessante peculiaridade. "Salvar" não carrega uma reflexão poética ou mitológica, mas tão somente um testemunho histórico da ação de Deus em favor dos homens e mulheres, enfim, do mundo. Assim, o ato salvífico de Javé é mostrado, na Bíblia, de forma bastante concreta. O povo sofrido lamenta e clama pela ajuda de Deus (Ex 3.7-22) que, em atenção a essa súplica, providencia toda sorte de auxílio: envia a resposta (Sl 20.6), liberta (Sl 71.2), abençoa (Sl 28.9), salva (Sl 37.40), faz justiça (Sl 54.1), protege (Sl 86.2) e redime (Sl 106.1) o povo que queixa. Assim, a Bíblia vê Javé como aquele que age e produz salvação no meio do povo (Sl 12.5). Por isso, Ele é designado como aquele que realiza atos salvíficos em toda a terra (Sl 74.12).
Salvador é um dos títulos mais usados no Antigo Testamento para designar Javé. O povo bíblico confessará que Javé o havia salvado (Is 17.10; 43.3; 51. 24.25). O nome do grande líder Josué afirma que "Javé é Salvador". O nome de Jesus tem esse mesmo significado (Lc 1.47)

B) DESERTO

No Antigo Testamento
A palavra deserto possui uma forte concentração de significado teológico em toda a Bíblia. Para entender o seu sentido é preciso partir do seu conceito geográfico. O deserto é, primeiramente, descrito como um lugar terrível (Dt 1.19), de estepes e barrancos, seco e escuro que ninguém atravessa e habita (Jr 2.6) e, também, ermo e solitário (Ez 6.14). Apesar dessas conotações negativas, a história salvífica de Javé teve como palco principal o deserto.
A memória do ato libertador de Javé tem o deserto como seu cenário central. A história bíblica narra que o povo israelita, sob a liderança de Moisés, caminhou por quarenta anos no deserto até chegar à Canaã, a terra que mana leite e mel (Êx 3.8). Os profetas disseram que esse foi o tempo mais fértil e significativo da história do povo bíblico (Os 2.14; 13.5-6), e a celebração da Páscoa inclui, na sua liturgia, a dramatização dos eventos do deserto (Êx 12.1-14; Dt 16.1-8).
Foi no deserto que os/as escravos/as aprenderam a viver comunitariamente e obedecer ao seu Deus. Além disso, foi no deserto que esse grupo reconheceu que não podia viver de modo egoísta e individualista, mas foi nesse austero espaço que os hebreus renderam desfrutar, de modo comunitário, da graça de Deus. Portanto, deserto é lugar de desolação, mas também da companhia de Deus (Êx 13.21); é o lugar sem fertilidade, mas foi o tempo pleno da palavra e da graça de Deus (Jr 22). No deserto, o peregrino olha para o alto e somente vê o sol escaldante; olha para os lados e somente vê areia quente. A sua única esperança é confiar em Deus. Esta, certamente, foi a experiência daquele bando escravos e escravas libertado por Deus, no Egito. Foi a partir dessa experiência que o profeta Oséias falou pedagogicamente ao povo esquecido e, conseqüentemente, desobediente, durante os dias do Reino de Israel - "Eis que eu a atrairei, e a levarei para o deserto, e lhe falarei ao coração" (2.14).

Novo Testamento

Na tradição pascal veterotestamentária, a celebração da Páscoa precedia o deserto. Na tradição sinótica, o deserto precede a Páscoa. O deserto marcou o início do ministério de Jesus, além de aparecer em algumas vezes história do ministério. Após o batismo, Jesus retirou-se ao deserto onde jejuou, orou e foi tentado. No deserto, após vencer a tentação, Ele foi servido pelos anjos. Deste modo, o deserto é lugar de provação e de providência divina. Diferentemente do povo de Deus na história da peregrinação no deserto, Jesus venceu, a provação e manteve-se fiel a Deus. Por isso, ele não experimentaria a morte às portas da terra prometida, como aconteceu com Moisés. Assim, junta-se deserto e ressurreição na história de Cristo, unindo batismo e eucaristia em um mesmo movimento. Batismo e deserto marcam o início do ministério de Jesus, enquanto a eucaristia e a ressurreição marcam o final.
A partir daí, a Igreja Cristã - como, por exemplo, as comunidades do Apocalipse - enxergam a sua provação como o deserto, onde as águas do dragão tentam engolir a comunidade (a provação) e o deserto engole a água (providência).

C) O NÚMER0 40

No Antigo Testamento
O povo tem tentado entender o significado dos números, porém é, provavelmente, impossível chegar a uma explicação plena e completa. Cada povo constrói uma simbologia muito própria. Portanto, não é possível explicar o significado hebraico do número 40, tomando por base o sentido egípcio ou cananeu.
O número 40, entre os israelitas, certamente, possui um significado teológico que tem sua origem na própria história do povo. É necessário lembrar que os ensinos, hinos, liturgias, ou outra expressão de comunicação, contidos na Bíblia, deverão ser vistas à luz da experiência histórica do povo. Assim deve ser visto o significado do número 40.
No Antigo Testamento, o número 40 ocorre muitas vezes relacionado a momentos significativos da história bíblica. Entre tantas ocorrências, quatro são destaques no Antigo Testamento: o período do dilúvio foi de 40 dias (Gn 7.4); os hebreus caminharam 40 anos pelos desertos até atingir Canaã (Js 5,6); a duração do bom reinado de Davi foi de 40 anos (2Sm 5.4); Elias caminhou 40 dias para encontrar com Deus no Sinai (lRs 19.8). Estas quatro ocorrências estão ligadas a eventos fundantes e significativos na história bíblica do Antigo Testamento. Não deveríamos entender o número 40 como um múltiplo de quatro? O número 4, provavelmente, tem a ver com os quatro pontos cardeais dos quais vêm os quatro ventos que abastecem a terra de oxigênio. O relato da Criação afirma que quatro rios irrigam toda a terra (Gn 2.10-12). Não estaríamos diante do símbolo da intervenção divina que renova a vida e a esperança no mundo? Por tudo isso que foi falado, acima, provavelmente, o número 40 sinaliza o início de um novo período de atividade de Deus.

No Novo Testamento

No NT, o simbolismo do número 40 continua. Por exemplo, Jesus recolhe-se no deserto por 40 dias e 40 noites (Mt 4.3; Mc 1.1; Lc 4.2). Uma outra ocorrência significativa, na vida e obra de Jesus, é mencionada por Atos dos Apóstolos: Jesus, após a ressurreição, permaneceu na terra 40 dias (At 1.3). Certamente, o número 40 lembra a difícil, mas significativa caminhada do povo de Israel no deserto.

D) PÁSCOA

No Antigo Testamento
O nome na Bíblia não é um simples rótulo que se coloca em uma pessoa ou acontecimento para torná-lo mais atraente. O nome representa a realidade profunda do ser que o conduz. Assim é a Páscoa. A palavra páscoa vem do hebraico pesah cujo significado é salto, movimento, caminhada, travessia. O nome pesah está estreitamente ligado à história dos acontecimentos que antecederam a saída dos/as escravos/as hebreus e hebréias, do Egito (Êx 12.11, 21, 27, 43, 48; 34.25), em direção à liberdade e à vida plena, em Canaã.
O termo pesah = salto, travessia, é histórico, mas ganha sentido teológico por várias razões: Deus passou ao largo das portas das casas dos/as escravos/as hebreus e hebréias, pintadas com sangue de carneiro sacrificado, e assim, livrando os filhos primogênitos da morte (Êx 12.12-13, 23); Deus fez com que esse grupo de escravos/as atravessassem os desertos para ganhar a liberdade na terra da promessa, Canaã. Por fim, Deus fez os hebreus e hebréias saltarem da escravidão para a liberdade, da angústia para o prazer de viver e da morte para a vida.
Todos esses motivos históricos levaram os descendentes desses/as escravos/as a organizarem uma celebração cúltica onde a ênfase seria lembrar os grandes atos salvíficos de Deus, em favor de seus pais que eram escravos/as no Egito. Assim, a partir da chegada a Canaã, os/as descendentes desses/as escravos/as passaram a celebrar, uma vez por a o, esse grande salto, dos hebreus, para ganhatem a liberdade. Naturalmente que o nome dessa celebração veio a ser pesah, isto é, páscoa. É suposto que, a partir da chegada em Canaã, fim do século XIII a.C., o povo hebreu celebrou a Páscoa, cuja finalidade primordial é ensinar as futuras gerações que Deus liberta e oferece vida plena a todos/as. Assim, quem celebra a Páscoa aprende que Deus não admite escravidão.

No Novo Testamento

A festa da Páscoa, no cristianismo, é um dos elementos que anuncia a origem judaica da fé cristã. É importante nesse caminho perceber que na celebração da Festa da Páscoa judaica o drama fundante da fé cristã se insere de forma decisiva.
Jesus, na condução da refeição pascal, anunciou o memorial que identificaria as reuniões dos futuros seguidores de seu movimento. A partir da páscoa judaica - providência divina e libertação - o cristianismo anuncia a redenção e a ressurreição. Embora pareçam distintos, esses termos têm profundas ligações com o sentido veterotestamentário.
A morte de Jesus, em meio às celebrações pascais, representou a vitória aparente das forças da morte. Os poderes instituídos venceram o Ungido de Deus. Contudo, a ressurreição é a resposta de Deus que anuncia a vitória definitiva da vida. Com isso, a ressurreição de Cristo representa a providência divina que salva o Ungido e o liberta, desta vez, da força da morte.
Deste modo, a Páscoa cristã relê a concepção judaica antiga, ampliando o campo da libertação para a libertação da morte. Com isso, o sentido de ressurreição do indivíduo - novidade no pensamento judaico - junta-se ao conceito de Páscoa definindo os contornos da fé cristã.

E) MEMÓRIA

No Antigo Testamento
No Antigo Testamento, encontramos dois verbos importantes para a compreensão do significado de celebração e culto: lembrar e esquecer. Evidentemente que lembrar é mais importante que esquecer. Na língua hebraica, lembrar é zakar. A ordem de Moisés aos escravos hebreus, no Egito, explica bem o valor de zakar = lembrar para aquele povo em formação: "Lembrai-vos deste mesmo dia, em que saíste do Egito, da casa da servidão; pois com mão forte Javé vos tirou de lá..." (Êx 13.3). Por outro do, xakah = esquecer possui o significado de apagar da memória tudo o que Deus fez em favor do ser humano e do mundo. Assim, a recomendação de Moisés transformou-se na mente que deu motivo e razão a toda festa ou celebração comunitária. Por isso a recomendação bíblica é enfática e urgente: "Lembrai-vos e não vos esqueçais" (Dt 9.7).
No Antigo Testamento, os verbos lembrar e esquecer estão muito relacionados à atuação de Deus mundo. Assim, não é encontrada indicação bíblica para que o povo lembre e celebre a data de aniversário de algum líder do povo. A recomendação bíblica é para que o povo lembre, primeiramente, dos atos salvíficos de Deus em favor de homens e mulheres ao longo da história. Ao mesmo tempo, a necessidade de uma ordem na comunidade fez com que os Líderes apelassem para que povo lembrasse dos mandamentos divinos.
A importância de lembrar é, na Bíblia, tão grande e fundamental para a existência da humanidade do povo bíblico que legisladores (Nm 15.39), historiadores (Dt 6.5-9; 26.20-24), sacerdotes (Sl 136), profetas (Jr 2.2; Mq 6.1-5), sábios (Ec 12.1) recomendavam ao povo a guardar na memória, bem como celebrar, os favores de Deus. Para a Bíblia, zakar = lembrar é criar, construir e lançar as bases de um povo, enquanto que esquecer é o mesmo que destruir e fazer morrer a esperança.

No Novo Testamento

A memória é a base da sobrevivência do povo judeu. Começando pela lembrança da criação e a conseqüente manutenção da vida por Deus, passando pelos atos do passado, que confirmam a ação de Deus em favor de seu povo e garantem o futuro escatológico, chega, inclusive, até a perpetuação do nome.
O verbo relembrar aparece poucas vezes no Novo Testamento, sendo que, nestas poucas vezes há uma maior concentração em textos litúrgicos, de modo especial nos textos eucarísticos, isto é, ligados à Celebração da Ceia do Senhor. Paulo usa esse verbo quando ele quer chamar a atenção da comunidade de Corinto sobre a tradição eucarística que ele recebeu (l Co 11.24). Na maioria dos casos, o uso do verbo está associado ao contexto veterotestamentário do relembrar para não morrer. Tanto que, mesmo no uso negativo do verbo que o livro de Hebreus faz, há diálogo com a tradição do AT. Para Hebreus (10.3), o relembrar da tradição mantém viva a consciência do pecado. Deste modo, para a epístola, o sacrifício de Jesus supera esse relembrar constante.
A tradição veterotestamentária fecunda os poucos textos do Novo Testamento, onde a maior parte aponta para a importância do memorial pascal e da própria pessoa de Cristo e se tornam em sinalização presente dos atos salvíficos de Deus. A pessoa de Cristo e o Espírito Santo se tornam em atualização constante da memória salvífica.

F) OVELHA, CARNEIRO

No Antigo Testamento

Entre os elementos da refeição pascal, a carne animal é, no Antigo Testamento, a mais constante, em todas as prescrições. O animal que fornece a carne para o sacrifício pascal é o kebes ou keseb cordeiro macho. A literatura do Antigo Testamento mostra que esse anima era muito querido pelo povo bíblico, por várias razões: (a) o kebes = carneiro era considerado o animal doméstico mais popular, por Israel e os povos vizinhos; (b) em Israel era proibido castra-lo ou mesmo adquiri-lo estéril de outros povo: (Lv 22.24-25); (c) não é por acaso que a legislação determinava o carneiro como animal mais desejado para o sacrifício (Êx 125); (d) ele é usado metaforicamente para exaltar a afetividade entre o ser humano e o animal (2Sm 12,3) que dá força coragem ao pastor para defendê-la do perigo (l Sm 17.34; Ez 34.1-31). Por essas razões, Israel era comparado a uma ovelha desgarrada (Sl 119.176). Contudo, o exemplo mais claro encontra-se no 4º canto do Servo de Javé (Is 52.13-53.12), quando, numa riquíssima metáfora, o povo exilado na Babilônia é comparado a uma inocente ovelha (Is 53.7).
A razão do grande carinho do povo bíblico pelo carneiro ou a ovelha tem um motivo histórico. Inicialmente, Israel foi um povo das estepes que circundavam as cobiçadas regiões agrícolas; após a chegada a Canaã, o povo bíblico alcançou as montanhas da Palestina (Jz 1.19, 27-29), e somente, mais tarde, é que eles conquistaram as planícies, tornando-se agricultores. Assim, o carneiro e a ovelha fizeram parte da história do povo bíblico nas duas primeiras fases de sua vida. Além de alimentar e proteger o povo do frio, esse animal era o símbolo da mansidão.

No Novo Testamento

O Novo Testamento usa o termo cordeiro poucas vezes. A partir da tradução da Bíblia Hebraica para o grego, (Septuaginta), há uma distinção entre a ovelha (próbaton) e cordeiro (amnós). Amnós designava o cordeiro de um ano. Essa condição era requerida para o sacrifício expiatório da tradição veterotestamentária. O cristianismo em seus escritos canônicos usa a figura do cordeiro para explicar a morte de Jesus. Ele aparece como o cordeiro que redime todo o povo (Jo 1.29-34; I Pd 1.19).
Com isso, o escândalo da cruz ganha um sentido teológico de expiação do pecado. Jesus, com sua morte, assumiu o papel de cordeiro que, mediante o sangue, expia o pecado. Esse sentido vicário surge como uma releitura do impacto negativo que a cruz causou na comunidade (que Paulo define com o termo escândalo).

G) REFEIÇÃO PASCAL

No Antigo Testamento

As prescrições para a refeição pascal não são uniformes e fáceis de compreendê-las na ordem cronológica. Todavia, tomemos uma das reportagens encontradas no Antigo Testamento (Êx 12.1-14) para esboçar a qualidade da refeição pascal.
Provavelmente, este texto contém alguns elementos primitivos dessa celebração. Primeiro, o sacrifício da ovelha deveria ser realizado no crepúsculo do dia 14 do 1º mês do ano. Segundo, o animal a ser sacrificado deveria estar escolhido e separado a partir do dia 10. Terceiro, a oferta deveria ser comida por todos os membros da família, bem como dos vizinhos e amigos convidados. Quarto, o animal deveria ser escolhido do rebanho jovem de carneiro, não devendo apresentar qualquer defeito ou mancha. Quinto, o sangue do carneiro deveria ser passado nas portas e nas travessas das casas. Sexto, a carne do carneiro sacrificado deverá ser assada no fogo e comida, à noite, acompanhada de pães ázimos e ervas amargas. Sétimo, era proibido comer carne crua ou cozida na água, bem como algumas partes do animal, como a cabeça, as vísceras e as pernas. Oitavo, toda a refeição prescrita deveria ser comida apressadamente, numa atmosfera de dramatização, isto é, com lombos cingidos, sandálias nos pés e cajado na mão. Nono, as ofertas deveriam ser comidas dentro da casa, até o alvorecer. O que restasse dessa refeição deveria ser totalmente queimada.
De tudo o que foi esboçado, a partir do relato de Êxodo 12.1-14, algumas conclusões ficam salientes: (1) essa liturgia pascal quer destacar a importância da família para a sobrevivência futura do povo bíblico; (2) o valor da mesa de refeição não é somente para o alimento físico, mas também serve para o fortalecimento dos laços comunitários e com Deus; (3) essa reunião destinava-se manter viva a memória de libertação do povo, através da dramatização dos fatos ocorridos durante o processo de fuga da escravidão egípcia.

No Novo Testamento

A refeição comunitária é um dos elementos importantes na fé israelita. Na fé veterotestamentária, ela define etnia e família. Por isso, era uma questão complicada para um judeu a refeição com um não judeu. O cristianismo conservou esse elemento importante da fé cristã, mas dando-lhe um sentido mais amplo, onde a refeição definia o povo de Deus, que não era retratado nem sanguineamente e nem geograficamente, mas sim pelo conceito da confissão de fé (aqueles que fazem a vontade de meu Pai).
Nos eventos pascais que marcaram a paixão de Cristo, a refeição inicia e conclui o drama. Antes da prisão, Jesus come a refeição pascal com seus discípulos e institui o memorial da Páscoa. Após a ressurreição, Jesus revive a refeição pascal, comendo com os discípulos (Lc 24,30ss; Mc 16.14).

H) RESSURREIÇÃO

O conceito de ressurreição é um conceito muito tardio na fé judaica. Alguns profetas anunciaram a ressurreição do povo como uma expectativa de redenção do povo. A ressurreição do indivíduo só vai aparecer no pensamento judaico a partir do 2º século a.C. É uma das expectativas importantes que irá fecundar o pensamento apocalíptico, que surge nesse período. Deste modo, soma-se a ressurreição dois outros importantes temas teológicos: fé em um mundo vindouro, que significaria a intervenção definitiva de Deus na história humana e o julgamento escatológico, onde os bons serão punidos e os injustos serão condenados.
No conceito de ressurreição, mais do que a vitória definitiva da vida sobre a morte, aparece o conceito da justiça divina que será exercida no momento da implementação definitiva do Reino de Deus (Reino da Justiça). É comum nos extratos mais antigos do Novo Testamento o uso do verbo levantar (egeiro) no passivo, demonstrando com isso a ação divina na salvação de Jesus da morte. Este sentido é, também, aplicado a comunidade cristã a qual participa da morte e, conseqüentemente, da ressurreição de Jesus.

I) JEJUM

Jejum - na língua hebraica sum - é a abstenção de alimento por um espaço de tempo. O jejum era um elemento da prática religiosa israelita. Todavia, ele era também praticado por pessoas de muitas religiões antigas. No Antigo Testamento, o jejum tem alguns objetivos:
1. ele sinaliza o pesar de alguém, em vista do falecimento de um ente querido (lSm 31.13; 2 Sm 1.12; 3.35) ou de um desastre nacional (Ne 1.4);
2. ele mostra o sentimento de arrependimento de alguém, por um gesto indevido. Essa atitude de arrependimento caracteriza-se como um gesto de auto-humilhação (Ne 9.1-3; Jr 14.12; Jl 1.14; S1 35.13-14);
3. o jejum é um exercício de fé destinado a chamar a atenção de Deus, em vista de um perigo iminente (2Sm 12.16-25; Jr 36.9; Jn 3,5);
4. o jejum acontece quando alguém tem que tomar uma decisão difícil ou iniciar uma missão importante e espinhosa (Et 4.16). A prática do jejum não teve, na Bíblia, aprovação unânime do povo. Alguns profetas criticaram a prática do jejum, porque ele tinha se tornado um rito meramente externo sem sentimento interior (Is 58.1-14; Jr 14,2; Zc 7.1-7). Após a destruição de Jerusalém (587 a.C.) e o exílio na Babilônia, houve uma enorme valorização da prática do jejum.
No Novo Testamento, o jejum é pouco citado, provavelmente em razão da excessiva valorização dada pelos fariseus. Jesus mostrou-se indiferente quanto ao jejum (Mt 6.16-18; Mc 2.18-20), mas não o excluiu (Mt 4.1-11). Antes, sugere que ele seja praticado às ocultas, em casa, para que ele não se torne um meio de promoção pessoal. A Igreja Primitiva adotou o jejum (At 13.2-3; 14.23) como preparação para a escolha de seus líderes, mas nas cartas dos apóstolos, o jejum não é mencionado.
A celebração da Páscoa, ao longo dos séculos, antes de Cristo, sofreu algumas alterações de caráter secundário. Contudo, a Páscoa nunca modificou o seu sentido de memória dos grandes atos de Deus em favor do Povo, a fim de que esse gesto possa renovar a esperança daqueles (as) que estão oprimidos(as).

Fonte: Tércio Machado Siqueira / Paulo Roberto Garcia | Divulgação: Mídia Gospel